Neuromarketing



Há algum tempo, empresas têm utilizado o neuromarketing para fazer com que seus consumidores comprem mais e mais - mesmo coisas de que eles não precisem. Para entender como funciona o cérebro dos clientes são usados exames como ressonância magnética funcional, eletroencefalogramas e até rastreamento ocular. Mas nem sempre é preciso tanto investimento. Mensagens sutis já podem influenciar na tomada de decisões, como deixar doces e outras tentações próximos aos caixas do mercado, quando já estamos no fim das compras e mais propensos a decidir de forma mais irracionais. Outros símbolos, como deixar os ponteiros de um relógio em uma loja marcando sempre 10h10, como se ele estivesse sorrindo, também podem tem efeito em uma possível compra. Saiba mais no vídeo do Futurando.



Fonte: DW Planet A

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