Posted by Dayane Iglesias |
pesquisa-brasileira-midia-2015

O Governo Federal, em especial, a SECOM (Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República.) divulgou na última sexta-feira, dia 19, a Pesquisa Brasileira de Mídia 2015, que visa dar um panorama sobre os hábitos de consumo de mídia da população brasileira.
A pesquisa revela que a televisão segue como meio de comunicação predominante, que o brasileiro já gastacinco horas do seu dia conectado à internet e que osjornais são os veículos mais confiáveis. Então, para quem trabalha com mídia, comunicação, marketing, etc, é uma fonte de dados importantíssima para se traçar estratégias e montar o planejamento.
Abaixo, coloco um resumo da pesquisa:
– 95% dos entrevistados afirmaram ver TV, sendo que 73% têm o hábito de assistir diariamente. Em média, os brasileiros passam 4h31 por dia expostos ao televisor.
– O rádio (por incrível que pareça para muitos) continua o segundo meio de comunicação mais utilizado pelos brasileiros.
– Jornal é a fonte de informação mais confiável.
– O uso de plataformas digitais de leitura de jornais ainda é baixo: 79% dos leitores afirmam fazê-lo mais na versão impressa, e 10% em versões digitais.
– Praticamente a metade dos brasileiros, 48%, usa internet.
– O uso de telefones celulares para acessar a internet já compete com o uso por meio de computadores ou notebooks, 66% e 71%, respectivamente. O uso de redes sociais influenciou esse resultado.
– Entre os internautas, 92% estão conectados por meio de redes sociais, sendo as mais utilizadas oFacebook (83%), o Whatsapp (58%) e o Youtube (17%), Instagram (12%) e Google+ (8%). O Twitter, foi mencionado por apenas 5% dos entrevistados.
– E segundo a pesquisa, os “Horários Nobres” da internet brasileira são entre 10:00 e 11:00 e 20:0021:00.
Um dos destaques foi o WhatsApp, que segundo o Ministro  Thomas Traumann:
“É o grande desafio, porque é uma coisa completamente nova. Não é como o Facebook, ou como o Twitter. [Quem recebe a mensagem] não sabe de onde está vindo aquela informação: de onde ela veio? Quem mandou primeiro? São coisas que o Whatsapp ainda não resolveu. Então esse é um desafio que quem produz notícia, quem produz publicidade, vai ter que enfrentar”, analisou.

pesquisa-brasileira-midia-2015-2
Posted by Dayane Iglesias |
mídias sociais

Por que postamos: curso online gratuito revela como diferentes povos veem e utilizam as redes sociais
· Por que os ingleses fazem selfies e os chilenos fazem ‘footies’?
· Por que a mídia social é considerada uma distração para a educação na China rural, mas uma ajuda de aprendizagem valiosa no Brasil?
· Por que as mídias sociais não são tão revolucionárias para a política mas têm empoderado mulheres em países como Índia e Turquia?
Estes são apenas alguns dos temas explorados em “Por que postamos”, curso originado de um projeto de pesquisa de mídia social global realizada por uma equipe de antropólogos da University College London
Posts, selfies, memes. Palavras que se fazem cada vez mais presentes no vocabulário do dia a dia de qualquer população do globo com acesso a internet e conta em redes sociais. Hoje, as mídias sociais ganharam relevância incontestável, sendo fonte de novos comportamentos, originando debates, repercutindo fatos e ecoando a mentalidade de uma sociedade. E seus conteúdos variam consideravelmente de região para região, refletindo uma visão de mundo local. Se, para muitos as mídias sociais decretam o fim da privacidade, para os chineses, por exemplo, ela pode ser uma das poucas oportunidades de preservá-la. Na Índia e Turquia, as mídias sociais são utilizadas como instrumento de empoderamento das mulheres, em duas sociedades com forte estratificação de gênero.
Foi na tentativa de verificar como as mídias sociais são entendidas regionalmente que a University College London promoveu a pesquisa Por que postamos (Why we post), sobre os efeitos e os hábitos das mídias sociais no mundo. É a primeira pesquisa comparativa internacional sobre o tema. Os dados da pesquisa serão divulgados em um curso online gratuito que está marcado para acontecer ao longo de cinco semanas a partir do dia 29 de fevereiro.
Além do inglês, o curso estará disponível nas línguas dos países pesquisados, inclusive o português. A pesquisa também vai gerar um site com os resultados, mais de 150 vídeos curtos no Youtube e 11 livros. Todos com acesso gratuito. O curso parte de pesquisa qualitativa em que nove antropólogos da University College London (UCL) acompanharam por 15 meses populações de oito países ao redor do mundo para verificar o impacto das redes sociais em comunidades tão variadas como uma aldeia Inglesa, uma cidade industrial no norte da China, uma comunidade na fronteira turco-síria e um povoado de trabalhadores na Bahia. Cada membro da equipe realizou uma análise aprofundada sobre a forma como as populações locais se comportam e interagem em todos os canais de mídia social e como essas plataformas estão impactando sobre a maneira como eles vivem.
A pesquisa foi realizada a partir de um dos principais centros de pesquisa acadêmica da Europa, a University College London, e dentro do respeitado Departamento de Antropologia dessa instituição, coordenada por um dos mais ativos antropólogos do mundo hoje a pesquisar as mídias sociais, o professor Daniel Miller, autor de 37 livros traduzidos para oito idiomas, entre os quais “Trecos, Troços e Coisas” (Zahar). Dedicado ao estudo da cultura material, atualmente realiza pesquisas em antropologia digital, mídias e redes sociais.
Se, em geral, pesquisas sobre mídias sociais são quantitativas e têm como origem das informações os Estados Unidos e a Europa, neste caso, a pesquisa “Por que postamos” é qualitativa e foi feita em oito países: Inglaterra, Brasil, China, Turquia, Trinidad e Tobago, Chile, Itália é Índia.
O curso vai abordar todos os temas – com apresentação dos dados da pesquisa – e foi elaborado para um público não acadêmico, com apelo especial para publicitários, jornalistas, profissionais de marketing, de pesquisa de mercado, políticas públicas e interessados em mídias sociais e cultura digital. Por meio deste curso, a UCL dispõe para a comunidade resultados de três anos de estudos, estreitando e reforçando o diálogo entre universidade e sociedade. O participante terá a oportunidade de entender como a mídia social é usada para amizade, negócios, educação, romance e comércio e terá uma visão detalhada sobre como as diferentes plataformas sociais são utilizados, de QQ na China para WhatsApp no Brasil, e como elas estão mudando o mundo.
As inscrições já estão abertas e podem ser feitas pelos links:
https://extendstore.ucl.ac.uk/catalog?pagename=why-we-post (registro e curso com legendas em chines, hindi, italiano, português, espanhol, tamil e turco).
Algumas das principais conclusões do estudo que serão abordadas no curso incluem:
• A mídia social é vista como oportunidade de melhorar a educação por famílias de baixa renda, e como impedimento/distração na educação pelas famílias de alta renda;
• Ao contrário da crença popular, a mídia social não está nos tornando mais individualistas ou narcisistas – ela tem reforçado o senso de família e de comunidade;
• Selfies têm uma interpretação diferente ao redor do mundo: as pessoas fazem ‘footies’ no Chile e selfies mais tradicionais na Itália e no Brasil. Na China, selfies são populares entre os jovens, ao passo que na Índia e na fronteira turco-síria eles são vistos como muito informais para o espaço formal da mídia social;
• A mídia social está tendo um impacto profundo na política de gênero em todo o mundo, especialmente em sociedades altamente conservadoras, como a Turquia, onde, pela primeira vez, homens e mulheres jovens podem ter contato direto uns com os outros;
• Plataformas de mídia social públicas são mais conservadoras do que os privadas: no Facebook, por exemplo, o comportamento tende a ser conservador, e em muitos dos locais de pesquisa, as pessoas evitam postagem com enfoque político. Por outro lado, mídias sociais que garantem mais privacidade, como o WhatsApp, podem ser utilizadas para divulgação de informações com tom político, muitas vezes radical, com objetivo de promover mudanças sociais;
• Igualdade online muitas vezes não se traduz em igualdade off-line: No Brasil, os funcionários podem ter os mesmos smartphones que seus empregadores, mas isso não faz com que sejam amigos e se adicionem em redes sociais.
• São as pessoas que usam a mídia social que a criam, não os desenvolvedores de plataformas: conteúdo, como brincadeiras de jovens estudantes, vídeos engraçados e partilhamento de fotos de bebês e animais vêm de usuários, e não dos criadores de plataformas;
• Memes são consideradas a “polícia moral” da vida on-line: vão desde temas religiosos na Índia a paródias e piadas sobre os políticos em Trinidad e Tobago. Mas, em ambos os casos, memes tendem a afirmar um conjunto de valores e criticar outros. Pessoas que sejam tímidas ou estejam com vergonha de expressar seus próprios valores e opiniões, muitas vezes usam memes;
• Estamos inclinados a acreditar que a mídia social é uma ameaça à privacidade, mas, às vezes, ela pode garantí-la: algumas das maiores populações no leste e sul da Ásia vivem em famílias extensas com expectativas limitadas de privacidade individual. Para essas pessoas, a mídia social pode ser a sua primeira experiência com uma ferramenta que promova sua privacidade.
Ementa do curso Por que postamos:
PRIMEIRA SEMANA: Introdução ao curso e o uso das mídias sociais em uma vila inglesa.
SEGUNDA SEMANA: Impacto da visualidade nos meios de comunicação (o que são e para que servem selfies e memes, o uso da fotografia e imagem para refletir desejos e aspirações em povos tão diferentes) e uso das mídias sociais na Itália e em Trinidad e Tobago.
TERCEIRA SEMANA: Turquia e Índia; os efeitos das mídias sociais em relação a gênero e política.
QUARTA SEMANA: China rural e industrial; censura e privacidade, quais são as plataformas usadas pelos chineses, considerando que eles não têm acesso a Facebook, Twitter e Youtube; o que os chineses pensam sobre censura; na China, a mídia social pode ser uma oportunidade para se ter privacidade .
QUINTA SEMANA: Chile e Brasil; mobilidade social; a redução da desigualdade acontece apenas em relação à conectividade ou há um impacto da internet na vida das pessoas fora da internet?
Posted by Dayane Iglesias |
Mulheres agora são a maioria;
40% dos internautas móveis consomem conteúdos de notícias pelo aparelho 
São Paulo, Brasil (25 de maio de 2015) – O total de pessoas que utilizam a internet por meio de um smartphone chegou a 68,4 milhões no primeiro trimestre de 2015, segundo a pesquisa Mobile Report, da Nielsen IBOPE. O número representa um crescimento de cerca de 10 milhões sobre os 58,6 milhões do trimestre anterior.
Entre os dois trimestres, o maior crescimento ocorreu entre as pessoas de menor renda. No quarto trimestre de 2014, as classes C, D e E, juntas, representavam 36%. No trimestre seguinte, passaram a representar 38%, ou um ganho de 2 pontos percentuais. Ainda assim, a posse de smartphone conectado à internet continua bastante concentrada nas classe A e B, que somam 62% do total. 
A pesquisa também registrou aumento do uso do smartphone online entre as pessoas de mais idade. Nas faixas etárias a partir de 35 anos, o crescimento médio no trimestre foi de 20%, enquanto entre adolescentes ficou em 9%. E também foi a primeira vez que a pesquisa registrou uma maioria feminina entre os usuários de internet pelo smartphone, com participação de 51%
A região Sudeste é o maior mercado de smartphones conectados, com 47% do total. Mais da metade dos smartphones do Sudeste estão no estado de São Paulo, que tem 26% do total do Brasil. A segunda maior região é o Nordeste, com 23%.
FAIXA ETÁRIA REGIÕES 
10 a 1715%Sudeste47%
18 a 2422%Nordeste23%
25 a 3427%Sul15%
35 a 4924%Centro-Oeste8%
50+12%Norte7%
Fonte: Mobile Report, Nielsen IBOPE
As redes sociais e comunicadores de mensagens, e-mail, vídeos, notícias, música e portais são os conteúdos e serviços mais utilizados pelos brasileiros na internet do smartphone. Dos 20 aplicativos mais utilizados no Brasil, sete são redes sociais ou comunicadores, quatro são bancos, três são plataformas de e-mail, dois são para vídeos e os outros são um game, uma loja de aplicativos, um navegador e um serviço de mapa e GPS.
10% dos leitores de notícias no smartphone quer pagar para ler conteúdo jornalístico
Os aplicativos ainda não são uma forma usual para ler notícias pelo smartphone. Em abril, 40% dos usuários de internet pelo smartphone disseram que consumiram notícias pelo aparelho. Desses, 68% disseram que abriram o navegador de internet do smartphone para se informar, 42% afirmaram ter lido notícias a partir de compartilhamentos em rede social e 30%, por compartilhamento em um aplicativo de comunicação de troca de mensagens.
A pesquisa também questionou quanto as pessoas estão dispostas a pagar para ler notícias no aparelho. Do total de leitores de notícias, 4% disseram que já pagam para ler conteúdo jornalístico no tablet ou no smartphone e 10% responderam que estão dispostos a pagar. “As regiões mais ricas e que têm população com maior escolaridade apresentaram maior quantidade de pessoas dispostas a pagar para ler notícias”, informou o analista de mídia da Nielsen IBOPE, José Calazans.
E, ainda, a pesquisa indicou que 34% abrem o smartphone para ler notícias mais de três vezes por dia e que 37% ficam mais de 10 minutos a cada vez lendo notícias. Porém, a maioria prefere textos curtos e resumidos, ou mesmo vídeos, em vez de ler notícias longas pelo smartphone. Outra informação que chamou a atenção foi que ‘antes de dormir’ apareceu na pesquisa como um dos momentos mais citados pelos usuários para ler notícias no aparelho.
A pesquisa foi realizada pela internet com 908 usuários de smartphones de todo o Brasil entre 26 de abril e 5 de maio de 2015.
Sobre a Nielsen IBOPEA Nielsen IBOPE é uma joint-venture entre a Nielsen e o IBOPE Media. Líder mundial em mensuração do comportamento dos usuários da internet, a medição de internet da Nielsen está presente em todos os continentes e conta com o maior painel de internautas do mercado, com mais de 400 mil colaboradores (10.885 no Brasil, em janeiro). A Nielsen IBOPE, por meio de uma tecnologia proprietária, mede as atividades dos usuários na web, o movimento publicitário online e fornece dados sobre a internet no Brasil e no mundo.
Sobre a NielsenA Nielsen Holding N.V. (NYSE: NLSN) é uma empresa global de gestão de informação, que proporciona um entendimento completo sobre o que os consumidores assistem e compram (Watch & Buy). No segmento Watch, a Nielsen oferece aos clientes de mídia e publicidade serviços de medição de audiência (Total Audience) de qualquer dispositivo em que é possível ter acesso a conteúdos (vídeo, áudio, texto). O segment Buyoferece aos fabricantes de bens de consumo e varejistas uma visão global única do desempenho da indústria. Ao integrar as informações dos segmentos de Watch e Buy com dados de outras fontes, a Nielsen apresenta aos seus clientes uma medição de primeiro nível, bem como análises avançadas que permitem o crescimento de seus negócios. A Nielsen, empresa conceituada na Standard & Poors 500, está presente em mais de 100 países, representando 90 por cento da população mundial. Para mais informações, visitewww.nielsen.com.
Sobre o IBOPEMultinacional brasileira de capital privado, o IBOPE é uma das maiores empresas de pesquisa de mercado da América Latina e fornece um amplo conjunto de informações e estudos sobre mídia, internet, opinião pública, intenção de voto, consumo, marca, comportamento e mercado. Seus principais negócios estão concentrados nas empresas IBOPE Media e IBOPE Inteligência.

Fonte: IBOPE
Posted by Dayane Iglesias |
Pesquisa Brasileira de Mídia 2015

Secom divulga Pesquisa Brasileira de Mídia 2015

Confira a íntegra do levantamento sobre os hábitos de consumo de mídia pela população brasileira. Relatório foi divulgador pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República

Pesquisa SECOM mídias
http://www.secom.gov.br/atuacao/pesquisa/lista-de-pesquisas-quantitativas-e-qualitativas-de-contratos-atuais/pesquisa-brasileira-de-midia-pbm-2015.pdf


Posted by Dayane Iglesias |
Logaster
https://www.logaster.com.br/create/logo/

Logoservices
http://www.freelogoservices.com/pt/step1


Além disso, você pode fazer cartão de visita, envelope, em branco com base no logotipo criado
Logo Creator – é um site Simples e Prático, os recursos deixam a desejar, mas pode ser útil para alguns projetos de Logo, Você poderá personalizar as Cores, Larguras e Tamanhos dentre outras opções, após criar o Logo basta Salvar a Imagem Criada em seu Computador.
Online Logo Maker – A interface requer um pouco mais de estudo a primeira vista, mas logo verá que é bem intuitiva, você poderá criar diversos Logotipos, e ainda têm a opção de usar imagens arquivadas no computador se desejar, quando terminar é só fazer o download do Logo que será arquivado como um arquivo de imagem .png com fundo transparente.
Free Logo Creator – Embora não seja recomendável, tenho que ser franco, existem sistemas de longe melhores que esse pa3ra criação de Logotipos, porém é uma opção, um dos pontos falhos é que você têm que fazer atualizações no Logo, pois ele não trabalha em tempo real, mas dá para quebrar um galho e criar seu Logo online de graça.
Logotype Maker – Este site é um dos melhores para montar seu Logotipo, repleto de opções para incrementar seu Logotipo, porém há um grande problema que é quanto ao tamanho, pois na hora de concluir o download o tamanho disponível é de apenas 150×62 ,ou seja, é um formato muito pequeno para certos projetos.
CollText – Neste Site não há muito segredo e nem tantas opções, só é acessar, escolher um dos modelos e personalizar o texto com alguns estilos, é um site simples de ser usado, e você após ter concluído a criação, é só clicar em Render Logo, e fazer o download do mesmo.
Logo Factory – É um excelente site onde você pode desenvolver seu Logo de forma bem simples, o site não possui muitos recursos, mas é bom no que se propõe, uma vantagem é de poder subir imagens do seu computador, e adicionar textos, o que é muito útil. Um problema é que antes de1 concluir o download você terá que inserir um Email, então para evitar o recebimento de envio de E-mails indesejados como do tipo spam, você poderá criar uma conta de Email alternativo, só para fazer cadastros em sites deste tipo.
E você? Gostou do Artigo, deixe um comentário e compartilhe com seus amigos como criar um Logo Online de Graça, e veja outras dicas que preparei para você a respeito de Logotipos.
Criar meu logotipo online, como fazer meu logotipo online e de graça, sites melhores para logotipo de graça, montar meu logotipo online, logo, logomarca dicas grátis.