Posted by Dayane Iglesias |

O que é resolução de imagem? Qual a diferença entre DPI e PPI? Quais valores usar em nossos projetos? Redimensionamento ou resampling?


Usar uma resolução de imagem inválida é um dos erros mais populares que designers gráficos cometem quando criam impressos. O resultado é uma impressão imprecisa ou uma rejeição pela gráfica. Se você não fica de olho na resolução da imagem desde o começo, possivelmente terá que recriar o arquivo todo. Então eis que surge este artigo que vai mostrar a você os cuidados que se deve ter para que sua imagem tenha a resolução correta.

O que é uma resolução de imagem?

Resolução de Imagem
Exemplo de resolução de imagem em ação
A resolução de uma imagem se refere a densidade de pixels (ou pontos impressos) que fazem parte daquela imagem ou gráfico. Quanto maior a resolução, maior será a definição e detalhe da imagem. Uma imagem com resolução baixa ficará borrada e com menos detalhes.
A resolução de uma imagem é calculada em DPI (pontos por polegada ou “Dots Per Inch” em inglês) e PPI (pixels por polegada ou “Pixels Per Inch”). Existem diferenças entre estes dois: DPI se refere a documentos impressos e quantia e espaçamento entre pontos cianos, magentas, amarelos e pretos, enquanto PPI se refere a pixels na tela. Eles não são a mesma coisa, mas designers e profissionais gráficos tendem a usar os termos alternadamente. Muitas vezes, por exemplo, quando se fala de uma imagem de 72 DPI que está na tela, a pessoa está se querendo dizer “72 PPI”.

300 PPI vs 150 PPI vs 72 PPI

Resolução de imagem
Se você criar um documento de 10 por 10 polegadas (vamos usar essa medida para facilitar o cálculo) com resolução de 72 PPI e outro documento com o mesmo tamanho mas com 300 PPI no Photoshop, você pode notar que eles possuem tamanhos diferentes na tela. Isto acontece devido ao número diferente de pixels usados em cada polegada. No arquivo de 72 PPI, você só consegue colocar 720 pixels de um lado ao outro do documento. Já no de 300 PPI, cabem 3000 pixels.
Quando criamos imagens para a web, geralmente 72 PPI é o suficiente. Se calcularmos a resolução total de um “relativamente antigo” monitor de 15 polegadas com resolução de 1024 x 768 pixels, será o equivalente a 68 PPI. No entanto, um monitor de 15 polegadas de um MacBook Pro com 1440 x 900 pixels terá uma resolução total de 96 PPI. Quando os tamanhos e resoluções de telas aumentarem, poderemos aumentar também a resolução de nossas imagens, mas por enquanto 72 PPI é aceitável e o mais comum.
Resolução de imagem
Já ao criar um documento que será impresso, vamos ter que usar uma resolução de 300 PPI. Se o pessoal da gráfica disser que suas imagens ou gráficos precisam ser criados com “uma resolução de 300 DPI”, eles na verdade querem dizer 300 PPI (lembre-se que DPI é para o documento que já tá impresso, e PPI é para o que ainda está na tela). Se você criar uma imagem com 72 PPI, ela terá de ser refeita pois não dá pra magicamente criar os pixels adicionais do nada. Se você simplesmente mudou a resolução do arquivo de 72 a 300, o Photoshop vai adivinhar quais as cores dos novos pixels, mas não preciso nem falar que o produto final não vai ficar bom. Isso é chamado de “resampling” ou “reamostragem“.
Resolução de imagem
Você até que pode redimensionar sua imagem de 72 PPI para 300 PPI. Aí o Photoshop vai dividir os pixels para que exista 300 em cada polegada, em vez de 72. No entanto, eventualmente o Photoshop vai ficar sem pixels para dividir e o documento ficará com um tamanho reduzido. Isto não te ajuda muito, pois a imagem que estava com um tamanho de 297 x 210mm ficará com 72 x 50mm, o que pode não ajudar muito quando você está trabalhando com fotos ou pôsteres que precisam ter um tamanho definido. Falaremos mais disto adiante.
Algumas vezes, vão pedir a você para criar documentos em 150 PPI. Isto geralmente é feito nos casos de impressos grandes que serão vistos apenas a uma certa distância, então de perto a qualidade não importa tanto (outdoors, por exemplo). A resolução menor ajuda o seu computador a processar as informações e resulta em um arquivo com peso menor.
Talvez a gráfica até te peça para criar uma arte com tamanho menor, mas em uma resolução muito maior (600 PPI, por exemplo). Isso ajuda, pois o documento fica mais leve, e depois eles podem esticar a imagem para caber em um outdoor, diminuindo a resolução de 600 PPI para 150 PPI.

Redimensionamento versus Resampling

Quando você for alterar o tamanho de uma imagem no Photoshop, você pode fazê-lo de duas maneiras diferentes: redimensionamento ou resampling. Se você for fazer um resampling, você estará alterando o tamanho dos pixels no documento. Já se redimensionar (de-selecione a caixa “resample”), você estará alterando a resolução e portanto, o tamanho impresso do documento.
Como deu pra notar, resampling é ruim. O Photoshop terá que adivinhar quais pixels inserir nos espaços em branco. No entanto, se você for diminuir um documento, o resampling é o mais recomendado já que temos pixels de sobra.
Se você redimensionar uma imagem, você vai manter os tamanhos dos pixels, mas alterar o tamanho impresso e resolução da imagem. Vamos ver como isto funciona no mundo real:
resolucao-de-imagem-05
Esta arte foi criada com um tamanho de 297 x 420mm (tamanho A3) usando 300 PPI. Decidi que quero imprimir em formato de poster. Qual tamanho de poster posso imprimir?
Resolução de imagem
A melhor resposta é A3, pois a versão original tem 300 PPI que será o ideal para uma impressão. No entanto, minha gráfica local só aceita arquivos de 150 PPI.
resolucao-de-imagem-07
Ao desmarcar a caixa de “resampling” na caixa de “Image Size”, posso mudar a resolução de 300 pra 150 sem afetar a qualidade original da imagem. No entanto, usando 150 pixels por polegada em vez de 300 significa que você tem mais polegadas para completar. O resultado é um documento de 594 x 840mm, aproximadamente um A1.
Esse A1 de 150 ppi não terá uma imagem tão nítida quanto o A3 de 300 ppi, mas a diferença não será notada a não ser que ambos estejam lado-a-lado.
Espero que este artigo tenha ajudado a quem ainda tinha problema com a resolução de imagem!
Original e imagens: Spoon Graphics (traduzido por Canha) – imagem de destaque: Gil C / Shutterstock.com
Posted by Dayane Iglesias |
Trabalhar com email marketing pode ser uma ótima fonte de renda, mas criar e-mails simples e de qualidade não é uma tarefa simples como a maioria imagina, ou seja, nem todos são capazes de entender o funcionamento e o propósito de cada email enviado.
É indispensável para qualquer blogueiro ter um serviço de autoresponder e construir uma lista, mas é preciso entender como trabalhar essa lista e obter resultados satisfatórios.
 Como-Criar-Email-Marketing-Simples-e-de-Qualidade
O maior erro cometido por milhares de blogueiros inexperientes é construir uma lista e começar enviar e-mails promocionais e tentar forçar uma venda. A maioria ou quase todos que tentam vender diretamente através dos e-mails falham e o motivo do fracasso é a falta de conhecimento.
QUAIS OS COMPONENTES ESSENCIAIS DO EMAIL MARKETING
Você precisa entender que um email é algo muito pessoal e que seus prospectos recebem centenas por dia e a maioria deles vão diretamente para o lixo eletrônico, ou seja, você precisa escrever um email simples, profissional e bem apresentado começando pelo título para que não seja apenas mais um que ira para o lixo eletrônico.
Elementos principais do email marketing:
  • Remetente (Ser Reconhecido)
  • Assunto (Captar a Atenção)
  • Saudação (Ser Informal)
  • Induzir a Ação (Chamar Atenção)
  • Corpo (O Foco)
  • Finalize (Ser Gentil)
  • Assinatura (Marketing Pessoal)
  • Informações Opt-out (Respeitar a Privacidade)
COMO TRABALHAR OS ELEMENTOS DO EMAIL MARKETING
O Remetente:
Esse é o principal item dessa lista, ou seja, se o prospecto não reconhecer de onde está vindo o email as chances de seu email ser sinalizado como spam é de 99%.
Quando você definir o remetente, use algo que seus prospectos reconheçam. Se os destinatários irão reconhecê-lo pelo seu nome, use o seu nome. Mas se é o nome do Blog que eles estão mais propensos a reconhecer, use o nome do Blog. Você pode até mesmo usar uma combinação de ambos, por exemplo, “Jordão Felix – Blog Rentabilização“. Personalize, talvez poderia usar a palavra ‘equipe’ no seu remetente, por exemplo, “Equipe Rentabilização“.
O importante é fazer com que seus prospectos reconheçam a pessoa, blog ou companhia que esta enviando aquele email e que eles possam confiar e aceitar a mensagem.
O Assunto:
A linha de assunto é tão importante quanto o remetente, pois é nessa hora que seus prospectos decidirão se a mensagem deve ou não ser aberta. Seja profissional e crie títulos curtos, atraentes, diretos e que não aparente ser spam.
Todo mundo odeia spam, por isso certifique-se de sua linha assunto não parece ser uma mensagem de spam, caso contrário, será excluído, ou pior ainda, não vai nem mesmo chegar na caixa de entrada do cliente graças aos filtros de spam.
Algumas técnicas de títulos usadas por milhares de experts:
  • Faça uma pergunta (Porque você não ganha dinheiro com seu blog)
  • Desperte curiosidade (Se você não possui um blog não leia esse email)
  • Ofereça uma solução (3 maneiras de obter milhares de visitas no seu blog)
  • Mostre resultados (Como ganhei 3 mil reais com meu blog em dezembro de 2012)
  • Ofereça o grátis (2 ferramentas grátis para melhorar o desempenho do seu blog em 2013)
Tenha em mente que é importante criar títulos chamativos e que desperte o interesse dos seus prospectos, mas não crie títulos enganosos e que não possa provar o que colocou.
A Saudação:
Esqueça a formalidade e trabalhe o informal, ou seja, sempre que se dirigir aos seus prospectos seja informal e amigável mostrando um certo grau de familiaridade. Procure adicionar algumas tags para seus prospectos serem chamados pelo primeiro nome.
Exemplos:
  • Olá Jordão,
  • Bom dia Jordão,
  • Boa tarde Jordão, tudo bem?
A Ação:
Induzir a ação ou chamar a atenção dos seus prospectos logo no inicio do email é uma tática eficiente e muitas vezes crucial para obtermos resultados satisfatórios, ou seja, é fundamental incluir uma “chamada de ação“, bem antes da mensagem principal. Isto dá uma oportunidade ao prospecto a responder imediatamente sem ler o resto do e-mail.
O Corpo:
O corpo é a parte principal da mensagem do email marketing. Você precisa definir o foco central dos benefícios que você está oferecendo no email.
Dicas para o corpo da mensagem:
  • Foco: Simples e objetivo sem rodeios.
  • Mensagem: de 3 a 5 linhas no máximo.
  • Parágrafos: Use parágrafos curtos.
  • Espaços: Use espaço em branco entre os parágrafos.
A Finalização:
Após a mensagem principal finalize seu email com um cumprimento educado e sempre desejando algo de bom ao seu prospecto, ou seja, faça questão de desejar um ótimo dia ou uma ótima semana, enfim nunca deixe de ser gentil e deixar o seu cumprimento ao finalizar um email.
A Assinatura:
Deixar a assinatura no final de cada email tem mostrado que é uma estratégia perfeita para marcar a sua presença on-line e trabalhar o seu marketing pessoal. Não precisa ser algo exagerado, mas uma simples foto integrada com a sua assinatura digital e a URL do seu blog pode fazer toda diferença na hora de passar mais credibilidade aos prospectos.
O Opt-out:
Apesar da maioria dos serviços de email já terem a opção de descadastramento, é importante que você deixe bem claro para seus prospectos que se eles não quiserem receber mais seus e-mails, basta clicar em determinado link e desfazer as suas assinaturas.
É importante mostrar que você se preocupa com a privacidade de seus prospectos, mesmo porque é melhor que eles parem de receber os e-mails do que marcar como spam que será muito mais prejudicial a você e todo seu trabalho de email marketing.
COMO INICIAR CAMPANHAS DE EMAIL MARKETING
Muitos blogueiros usam seus autoresponders de forma errada, ou seja, logo que adentramos em suas listas recebemos diversos e-mails promocionais oferecendo um determinado serviço ou produto, isso é de fato a pior maneira de iniciar uma campanha de email marketing.
Ninguém vai comprar um produto se não obter confiança e credibilidade no vendedor, ou seja, você precisa mostrar para seus prospectos que eles podem confiar em você e lhe enviando um produto para compra logo de inicio é a pior maneira que você pode fazer isso.
Seja inteligente e nunca envie links diretos de produtos ou serviços para seus prospectos, faça exatamente ao contrário linkando para seus artigos e resenhas no seu blog. Dessa forma além de receber a visita do prospecto você aumentará as suas chances de conversões se ele ler o artigo do produto que você deseja vender.
EXEMPLO DE EMAIL MARKETING SIMPLES E DE QUALIDADE
Abaixo segue um exemplo simples de um email enviado através do autoresponder com a finalidade de captar a atenção dos prospectos e enviá-los ao artigo no blog para aumentar as chances de conversões.
Remetente: De Jordão Felix – Blog Rentabilização
Assunto: Estratégia perfeita para ganhar dinheiro sem investimento
Saudação: Olá José, tudo bem?
Chamar atenção para ação: Recentemente publiquei um artigo mostrando qual é a melhor maneira de se começar a ganhar dinheiro na Internet sem investimento inicial, clique aqui para ler o artigo na integra e comprove como isso é possível.
O Corpo: Ganhar dinheiro na Internet pode ser algo impossível para muitos, mas para alguns é uma tarefa extremamente fácil, desde que seja executada algumas técnicas e estratégias eficientes para se alcançar um objetivo. Eu ganho dinheiro de várias maneiras na Internet e recentemente compartilhei algumas das estratégias que uso com os leitores do meu blog, se você ainda não teve a oportunidade de ler, segue o link do artigo abaixo:
Chamar para ação: José muitos se tem falado sobre ganhar dinheiro na Internet e que para isso é necessário fazer grandes investimentos em vários setores, mas eu mostrei nesse artigo que para ganhar dinheiro na Internet você só precisa entender e aprender algumas técnicas e estratégias eficientes. Agora você tem a mesma informação de muitos marketeiros, basta executar da melhor forma para obter sucesso na Internet, clique aqui para saber mais detalhes sobre essa estratégia perfeita para ganhar dinheiro na Internet sem investimento.
Finalização: Sucesso e qualquer dúvida estou a disposição.
Assinatura: Assinatura digital + foto
Informações Opt-out: Se você não quiser continuar recebendo meus e-mails, basta clicar aqui e descadastrar-se da minha lista.
Blog Rentabilização – Dicas e Informações Reais para Ganhar Dinheiro.
Perceba que nesse exemplo simples de email marketing, eu lancei uma idéia de ganhar dinheiro sem investimento, sabemos que é uma tarefa muito difícil e complicada tentar obter êxito na Internet sem investir, mas por outro lado o que prometi no email eu cumpri no artigo que criei no meu blog, ou seja, apesar de vender alguns produtos no meu blog eu compartilho conhecimentos e estratégias que sempre estou executando para ganhar dinheiro na Internet.
Esse diferencial é que faz com que eu consiga lançar outras campanhas de email marketing e vender diretamente, pois já possuo uma intimidade com meus prospectos e eles confiam em mim. Não basta apenas querer ganhar dinheiro na Internet, é preciso oferecer algo de valor aos seus leitores e visitantes e assim você constrói uma relação fazendo com que seja muito mais fácil você vender algum produto ou serviço através do email marketing.
CONCLUSÃO
Trabalhar com email marketing pode ser uma ótima maneira de você ganhar dinheiro na Internet e a única coisa que você precisa é saber como enviar e-mails profissionais e que não agrida a inteligência de seus prospectos, ou seja, ao invés de tentar vender diretamente, procure redirecionar seus prospectos para seus artigos no blog e faça dos seus artigos ótimas cartas de vendas.
Todo autoresponder possui algumas funções de acompanhamento, ou seja, você deve esta ciente do impacto e a importância que seu email causou aos seus prospectos analisando a taxa de entrega, taxa de aberturas, como os cliques, descadastramentos e retorno financeiro.
Posted by Dayane Iglesias |

A prática de spam é uma séria ameaça à credibilidade da sua marca, além de afetar diretamente e de forma negativa os resultados das suas campanhas de e-mail marketing.
O sucesso da sua estratégia digital é reflexo direto das práticas utilizadas pelos profissionais que apostam no meio que mais gera ROI (retorno sobre investimento). Sem os devidos cuidados, uma mensagem pode ser facilmente reportada como spam. Neste post, vamos mostrar o que você deve fazer para garantir que suas campanhas cheguem até o destino final: a Caixa de Entrada.

Envie e-mails apenas para quem se inscreveu na sua lista

Esta regra vale ouro. É o primeiro pensamento que você deve ter em mente antes de enviar uma campanha de e-mail marketing. Evite listas de contatos prontas, vendidas por determinadas empresas ou até mesmo disponíveis na internet.
Conheça o público-alvo que você quer atingir e monte a sua própria base através de formulários de cadastro em seu site ou por meio de ofertas em troca de dados (downloads, promoções...) ou até mesmo para que os visitantes de seu site recebam notícias atualizadas sobre sua empresa, produtos e serviços. Peça permissão antes do envio. Use sempre o opt-in, ou melhor, invista nodouble opt-in. Para evitar e-mails inválidos, solicite ao seu futuro contato que confirme a inscrição.

Mantenha uma higienização regular de contatos

De tempos em tempos, promova uma limpeza da sua base de contatos. Revise eventuais endereços de e-mail inválidos ou com erros de grafia. Analise as métricas e veja quem interagiu com suas campanhas, quem não demonstrou interesse.
Remova da sua lista os contatos inativos ou transfira-os para uma ação posterior de recuperação.

Planeje a frequência de envios das campanhas

Por mais tentador que possa parecer à primeira vista, não deixe o Inbox de seus destinatários lotado. Lembre-se daquela velha máxima de que “menos é mais”. A partir daí, pense em uma frequência de envios que não sature, nem aborreça quem irá receber.
Seu objetivo é agradar e conquistar a atenção do leitor. Por isso, saiba dosar a quantidade de e-mails.

Acrescente em todas as campanhas a opção de opt-out


Se você quer manter um contato na sua lista com base na permissão, dê a ele a opção de livre-arbítrio. Ao final de sua campanha, acrescente o opt-out para que ele possa se descadastrar se quiser. Respeite a solicitação de cancelamento e conceda o quanto antes.
Ofereça também informações de contato. Isso aumenta o grau de confiança na sua empresa e ainda deixa à disposição uma forma de contatá-lo para o caso de dúvidas, por exemplo.

Mostre relevância já na linha de assunto

Não faça rodeios, nem promessas. Vá direto ao ponto. Revele no título por que aquele leitor está recebendo sua campanha e aproveite também para despertar a curiosidade através de chamadas atraentes e, o item principal, condizente aos interesses dele.
Aplique estas técnicas e aumente a taxa de entregabilidade, anulando as chances de classificação como spam. Demore o tempo que for para tornar cada e-mail o melhor.

Equilibre texto, códigos e imagens no HTML

Como mostramos neste post, o equilíbrio é essencial para que seu e-mail marketing alcance a Caixa de Entrada de forma adequada, seguindo as regras do mercado de relacionamento digital. Deixe o HTML puro e simples, e evite CSS em arquivos externos. Invista em um template leve e aposte no CSS Inline (incorporado no HTML) para qualquer novo parágrafo, tags, links, cor de fundo e cor de fonte, entre outros.
Insira Alt Tags (descrições) em cada imagem de sua campanha. Se o provedor de e-mail não carregá-la, ao menos seus leitores saberão do que se trata. Mapeie e insira hiperlinks.

Use uma plataforma de envio de e-mail marketing

Através de uma ferramenta própria para disparar campanhas, você tem o controle de todas as ações, desde o envio até os relatórios com as interações (taxas de aberturas, cliques e conversões) que seu e-mail provocou em seus leitores.
Você também consegue segmentar seus contatos de acordo com as preferências de cada um, integrar contas em redes sociais, acompanhar as estatísticas do Google Analytics, preparar e-mails automáticos, avaliar o ROI, além de contar com um IP Dedicado que lhe concede o direito exclusivo de fazer seus envios através dele. Isso contribui para uma boa reputação.
Entretanto, nem todos os serviços citados acima estão disponíveis em todas as ferramentas de e-mail marketing, como aparecem no emailmanager, por exemplo.
Em suma, o marketing por e-mail é uma estratégia altamente recomendada para aumentar a fidelidade de seus clientes, desde que você retribua sem recorrer ao spam e sempre oferecendo conteúdo relevante, de qualidade e, principalmente, de interesse do seu leitor.
Na próxima semana, vamos apresentar um complemento para este post através de um manual de boas práticas, que será muito útil toda vez que você enviar uma campanha de e-mail marketing. Não perca!

Posted by Dayane Iglesias |
Há bastantes informações na web sobre várias técnicas de design de interfaces e padrões que você pode usar quando elabora suas interfaces e web sites, soluções para problemas comuns e recomendações gerais sobre usabilidade. Seguir as dicas dos especialistas certamente levará você a desenvolver boas user interfaces (UI) – ou interfaces com o usuário (IU) – mas o que, exatamente, é uma boa interface? Quais são as características de uma boa user interface?
Aqui estão 8 características que uma boa UI precisa ser:
  1. Clara;
  2. Concisa;
  3. Familiar;
  4. Responsiva;
  5. Consistente;
  6. Atrativa;
  7. Eficiente;
  8. Capaz de “Desfazer”
Este é um artigo traduzido do original “8 Characteristics Of Successful User Interfaces“, do blog Usability Post, e a tradução foi feita com autorização do autor, Dmitry Fadeyev, e sofreu pequenas adaptações.

Clara

Clareza é o elemento mais importante para uma interface com o usuário. Na verdade, o propósito maior de uma user interface é permitir que as pessoas interajam com o sistema, comunicando significado e função. Se as pessoas não descobrirem como sua aplicação funciona ou onde ir em seu web site, elas ficarão confusas e frustradas.
Clareza - umas das 8 características de User Interfaces (UI) de sucesso.
O que isso faz? Passe o mouse sobre botões em WordPress e vai uma dica pop-up explicando as suas funções.

Concisa

Clareza em uma user interface é ótimo, entretanto você deve ter cuidado para não cair na armadilha do “excesso de clareza”. É fácil acrescentar definições e explicações, mas cada vez que você faz isso você “incha” o sistema; suainterface cresce. Incremente sua interface com muitas explicações e os usuários terão de gastar muito tempo para ler tudo.
Mantenhas as coisas claras, mas, também, mantenha as coisas concisas. Quando você conseguir explicar uma característica em uma sentença, ao invés de três, faça isso! Quando conseguir rotular um item com uma palavra, ao invés de duas, faça isso! Economize o valioso tempo de seus usuários mantendo as coisas concisas.
Manter as coisas claras e concisas ao mesmo tempo não é fácil; leva tempo e esforço para conseguir, mas as recompensas são grandes.
Concisão - uma das 8 características de User Interfaces (UI) de sucesso.
O controle de volume no OS X usa pequenos ícones para mostrar cada lado da escala de baixo até alto.

Familiar

Muitos designers empenham-se para deixar suas interfaces intuitivas. Mas o que “intuitivo” realmente significa? Significa algo que, natural e instintivamente, pode ser entendido e compreendido. Mas como você pode fazer algo intuitivo? Você faz isso o tornando familiar.
“Familiar” é somente isso: algo que se aparece com alguma outra coisa que você já encontrou antes. Quando você estiver familiarizado com algo, você sabe como esse “algo” se comporta; você sabe o que esperar. Identifique as coisas que são familiares para os usuários e integre em sua user interface.
Familiaridade - uma das 8 características de User Interfaces (UI) de sucesso.
Interface com abas do GoPlan. Tabs são familiares porque imitam guias de pastas. Você “descobre” que, ao clicar sobre uma aba, você vai navegar para essa seção; e que o restante dos separadores permanecem lá para mais navegação.

Responsiva

“Responsivo” significa duas coisas. Primeiro de tudo, significa respostas rápidas. A interface, se não o software que está por trás, deve trabalhar rápido. Esperar as coisas carregarem e usar interfaces pesadas e lentas é frustrante. Vendo as coisas carregarem depressa ou, pelo menos, uma interface que carrega rapidamente (mesmo se o conteúdo ainda está para aparecer) melhora a experiência do usuário.
“Responsivo” também significa a interface prover algum tipo de feedback. A interface deve comunicar ao usuário e informar o que está acontecendo. Você apertou aquele botão corretamente? Como você sabe? O botão deve ter um estado “pressionado” para dar esse feedback. Talvez o texto pudesse mudar para “Carregando…” e o botão ficar desabilitado. Será que o programa “agarrou” ou está carregando? Coloque um imagem de “Carregando” ou exiba uma barra de carregamento para manter o usuário informado.
Responsibilidade - uma das 8 características de User Interfaces (UI) de sucesso.
Ao invés de carregar a página gradualmente, o Gmail mostra uma barra de progresso quando você faz login. Isto permite à toda página ser exibida instantaneamente quando tudo estiver pronto.

Consistente

Há um artigo sobre a importância do contexto (“Context Over Consistency”) e como isso deve orientar as decisões sobre o design. A adaptação a um determinado contexto é inteligente, porém existe ainda um nível de coerência que uma interface deve manter ao longo do processo.
Interfaces consistentes permitem que os utilizadores desenvolvam hábitos de uso – eles aprendem sobre os diferentes botões, abas, ícones e outros elementos da interface e os reconhecem e percebem o que eles fazem em diferentes contextos. Os utilizadores também aprendem como certas coisas funcionam e serão capazes de trabalhar a forma de operar novas funcionalidades mais rápido, com base em suas experiências anteriores.
Consistência - uma das 8 características de User Interfaces (UI) de sucesso.
A interface do usuário do Microsoft Office é consistente por uma razão.

Atrativa

Este pode ser um pouco controverso, mas uma boa interface deve ser atrativa. Atrativa em um sentido que torna o uso dessa interface agradável. Sim, você pode fazer a sua interface simplesfácil de usar, eficiente e ágil, e vai fazer o seu trabalho bem – mas se você pode ir para a etapa extra e torná-la mais atrativa, então você vai fazer a experiência de utilização dessa interface verdadeiramente gratificante. Quando o software é agradável de usar, os seus clientes ou funcionários não vão simplesmente usá-lo, eles ficarão ansiosos para usá-lo!
Existem, naturalmente, muitos tipos diferentes de software e web sites, todos produzidos para diferentes mercados e públicos. O que parece “bom” para qualquer audiência, em particular, varia. Isso significa que você deve projetar/desenvolver a aparência de sua interface para o seu público. Além disso, a estética deve ser utilizado com moderação e reforçar a função. Acrescentar um nível de “sofisticação” à interface é diferente de abarrotá-la com supérfluos.
Atratividade - uma das 8 características de User Interfaces (UI) de sucesso.
Google é conhecido por suas interfaces minimalista que se concentram em função em detrimento da forma, mas, como pode ser visto no Chrome, eles também se importam com elementos como botões e ícones, como fica evidente pelos detalhes de degradê e “ajustes finos”, em geral.

Eficiente

Uma user interface é o veículo que faz você chegar aos lugares. Esses “lugares” são as diferentes funções de um softwareou web site. Uma boa interface deve permitir desempenhar essas funções mais rapidamente e com menos esforço. Agora, “eficiente” soa como um atributo bastante vago – se você combinar todas as outras características de user interfaces de sucesso dessa lista, certamente que a interface vai ser eficiente? Quase, mas não é bem assim.
O que você realmente precisamos fazer para tornar uma interface eficiente é descobrir exatamente o que o usuário está tentando alcançar e, depois, deixá-lo fazer exatamente isso sem maiores complicações. Você tem que identificar o modo como a sua aplicação deve “trabalhar” – quais funcionalidades precisam existir, quais os objetivos que você está tentando alcançar? Implemente uma interface que permita que as pessoas facilmente consigam o que querem ao invés de simplesmente prover acesso uma lista de características/funções.
Eficiência - uma das 8 características de User Interfaces (UI) de sucesso
Apple identificou as três principais coisas que as pessoas querem fazer com fotos em seu iPhone e forneceu botões para realizar cada uma delas no Controle de Fotos.

Capaz de “Desfazer”

Ninguém é perfeito, e as pessoas estão sujeitas a cometer erros enquanto usam seu software ou web site. O quão bem você lida com esses erros é um importante indicador sobre a qualidade de seu software. Não “castigue” o usuário –construa uma interface que tenha a capacidade de desfazer os erros que possam surgir, isso é, que tenha a função “Desfazer”.
A função “Desfazer” numa interface pode salvar seus usuários de erros graves. Por exemplo, se alguém deleta uma informação importante, o quão fácil é para reaver essa informação ou desfazer a ação de deletar? Quando alguém vai para uma página quebrada ou inexistente em seu site, o que eles veem? Eles veem simplesmente um aviso de erro ou lhes é apresentada uma lista com destinos alternativos?
Capacidade de "desfazer" - uma das 8 características de User Interfaces (UI) de sucesso
Enviou uma mensagem para a lixeira por engano? Gmail permite que você rapidamente desfaça a última ação.

Para concluir…

Trabalhar com essas características de uma boa user interface pode fazer com elas entrem em conflito umas com as outras. Por exemplo, ao tentar fazer uma interface limpa, você pode adicionar muitas descrições e explicações, o que acaba fazendo a coisa toda grande e volumosa. “Cortar” as coisas com o objetivo de tornar uma interface concisa pode ter o efeito oposto e tornar as coisas ambíguas. Atingir um equilíbrio perfeito exige habilidade e tempo, e cada solução dependerá de uma análise caso a caso.
Posted by Dayane Iglesias |
Photoshop é, sem dúvidas, o aplicativo de maior destaque no mundo da fotografia e do design gráfico. Distribuído em todo o mundo, disponível em mais de 25 idiomas e com versões online e para tablets e smartphone, o programa recebe destaque por criar manipulações incríveis, ampliando as possibilidades de sua imagem.
Neste artigo, vamos abordar os principais aspectos da evolução deste software tão essencial e mostrar por que ele é o líder do mercado, sempre em busca de renovações e melhorias para seus usuários.

O começo

A história do Photoshop começa antes mesmo de ele ser um produto Adobe. No final dos anos 1990, os irmãos Thomas e John Knoll juntaram forças para criar um aplicativo inteligente, capaz de realizar retoques em fotografias e imagens.
John era supervisor de efeitos visuais para cinema e gostaria de poder explorar mais o mundo da manipulação digital. Thomas era um aluno da Universidade de Michigan, realizando seus primeiros estudos sobre um programa de edição de imagem — originalmente chamado Display.
Os irmãos uniram forças para desenvolver um programa comercialmente viável que recebeu o nome de ImagePro inicialmente, antes de se tornar Photoshop. No ano seguinte, uma apresentação oficial para a Adobe e Apple levou à compra do aplicativo pela primeira e ao lançamento do Photoshop 1.0 exclusivamente para Macintosh.

Adobe Photoshop 1.0

A primeira versão oficial do aplicativo foi lançada em 1990, em uma época em que simples retoques nas imagens poderiam custar alguns milhares de dólares e dependiam de programas e vários equipamentos que preparavam o conteúdo para a impressão.
Photoshop 1.0 (Fonte da imagem: Creative Overflow)

Rapidamente, o software se tornou popular, pois era capaz de fazer um trabalho de qualidade a um custo bem menor. A versão 1.0 pedia no mínimo 2 MB de memória RAM, fazia correção de cores com tons e saturação, além de trabalhar com curvas, níveis e a ferramenta Carimbo.
Gradualmente, melhorias foram apresentadas, modos diferenciados de cor e maior número de ferramentas foram incluídos. O Photoshop 2.0 já surgiu com suporte para Windows e a versão 3.0 trouxe o uso de camadas, o que facilitou ainda mais o trabalho da manipulação digital.
Junto com o crescimento do Photoshop, também assistimos ao desenvolvimento das câmeras digitais, que chegaram ao mercado da fotografia na década de 1990 e avançaram rapidamente na substituição das câmeras analógicas.

Photoshop CS

O lançamento da Creative Suite da Adobe representou uma nova fase para o programa de edição de imagem. A partir de sua oitava versão, o app passou a se chamar Photoshop CS, sendo o CS6 a sua 13ª versão.
Desde então, as atualizações têm demorado uma média de dois anos, e a cada lançamento mais uma leva de funcionalidades surge. A grande novidade a partir do CS foi a possibilidade de trabalhar com imagens em RAW, arquivos não processados pela câmera que permitem manipular conteúdo com maior qualidade.
(Fonte da imagem: Creative Overflow)

O Photoshop hoje

Atualmente, é indiscutível a liderança do aplicativo da Adobe no mundo do design e da fotografia. De acordo com um de seus criadores, Thomas Knoll, a importância do PS se dá pelo fato de que o projeto já está em um estágio de desenvolvimento que é impossível alcançar, já que ele tomou “sua própria personalidade”.
O desenvolvedor ainda afirma que “(...) para fazer tudo o que o Photoshop faz, você teria que fazer da mesma maneira que o Photoshop faz”. Sendo assim, não faria sentido criar um novo software para a mesma função.
O app já está no imaginário das pessoas — tem seu nome conhecido até por quem não trabalha com foto, design ou mesmo computadores —, e é responsável por verdadeiras obras de arte do design digital, assim como já se tornou notório por alguns erros grosseiros de manipulação de imagem — aparecendo em grandes campanhas de moda e capas de revista, inclusive.
Imagem famosa em que o então Primeiro Ministro italiano, Sílvio Berlusconi, aparece com um público muito maior em foto publicada em uma revista. (Fonte da imagem: Revista Galileu)
Mesmo assim, ele segue como líder de mercado, mas já não está mais nas mãos do time de desenvolvedores original. A nova “diversão” de Thomas Knoll é um novo aplicativo, um programa voltado para o tratamento de imagens que se tornou o queridinho dos fotógrafos.

O filhote Lightroom

Então não é possível criar um novo Photoshop, mas aprimorar suas características desenvolvendo novos apps é “muito divertido”, de acordo com Knoll. O Lightroom começou a ser pensado como um projeto de férias, há mais de dez anos, e hoje é o trabalho principal de Thomas.
O programa trabalha com imagens em lote de forma mais prática, utilizando ações que no Photoshop são apenas plugins. Foi pensado para o tratamento de foto (pele, iluminação, cores e tons) e traz a mesma qualidade de seu “pai”, por isso já está em sua quarta versão com muito sucesso.

E o futuro?

A equipe de desenvolvimento do Photoshop é atualmente muito grande, com equipes que trabalham novas funcionalidades à exaustão antes que elas cheguem ao consumidor. Uma das principais ideias dos responsáveis atualmente é fazer com que o aplicativo reconheça objetos e não apenas blocos de cor.
Por exemplo: você seria capaz de selecionar uma bola, uma pessoa ou uma árvore, e não necessariamente a cor verde, vermelha ou azul. Dessa forma, mover itens na imagem e adicionar detalhes por trás deles seria muito mais simples. Isso já aparece, de certa forma, com a ferramenta Content-Aware Move no CS 6, mas ainda está longe da perfeição que os desenvolvedores desejam.
A inteligência artificial do programa também tem sido trabalhada exaustivamente para que ele reconheça as ações do usuário. Dessa forma, podemos esperar funcionalidades ainda melhores e maiores para os próximos lançamentos do Adobe Photoshop.
Fonte: http://www.tecmundo.com.br/photoshop/37907-a-historia-do-photoshop-o-editor-de-imagens-mais-usado-no-mundo.htm