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Você sabe preparar seus arquivos para a impressão? Este guia pode te ajudar.
Quem nunca se enrolou ao finalizar um trabalho e mandar para a gráfica? Erros básicos como não transformar a fonte em curva, não prestar atenção na resolução de imagens, não tomar cuidado com as margens… Estes e muito mais detalhes não podem passar despercebidos por um designer gráfico.
Como saber o que não ficou de fora da lista?
Este guia de impressão, criado pelo pessoal da Gráfica Printi, é muito útil para a finalização de arquivos. Didático, objetivo e super bonitinho, é interessante para os mais entendidos, como forma de lembrete, e para os iniciantes, que querem também saber o porquê de cada detalhe.
Sistema de cores, retículas, dpi, vetor e bitmap, sangria e margens, formatos de papel, paginação e fechamento de arquivos são alguns dos temas tratados no guia.
Achei a iniciativa do pessoal da Printi ótima, principalmente por disponibilizar este tipo de conteúdo de forma gratuita.
E nada mais de enviar arquivos abertos em Corel
Posted by Dayane Iglesias |
Vale a pena conhecer os novos cursos em vídeo disponíveis gratuitamente no portal Empreende.vc. 
Plano de negócios, planejamento financeiro, Modelo de negócio Canvas etc. são alguns dos conteúdos disponíveis.

Link: http://empreende.vc/











Posted by Dayane Iglesias |
O “jeito Apple de ser” moldou a maneira com que as empresas hoje pretendem alcançar seus potenciais consumidores. Inspiradas no mantra da Apple, o que as empresas procuram é provocar desejos (ao invés de decifrar tendências) e criar necessidades (em vez de apenas atender expectativas). Mas será o consumidor assim tão manipulável?
O termo pode variar — manipulação ou influência — mas o objetivo permanece o mesmo. A psicologia do consumo já entendeu que as pessoas tendem a agir no default, ou seja, no padrão convencional. Se há fila na porta do quadrado de vidro da Apple em Nova York para comprar o mais recente lançamento, isso é fruto do self herding – a imitação do que os outros fazem, também conhecida como efeito manada, simplesmente porque as pessoas normalmente não sabem o que querem e então são conduzidas a agir coletivamente, sem pensar muito. “Eu preciso ter um desses”. Mas sou eu que digo, ou o marketing da marca?
Criar efeitos dramáticos para incrementar as vendas é técnica bem conhecida. Bares que seguram a entrada de clientes até que se forme uma fila do lado de fora querem levar a crer que, nossa!, se esse bar tem uma fila tão grande, deve ser bom e eu quero ir lá!
Outro dos comportamentos default é… a inércia. Sim, as pessoas tendem a não fazer nada, a ficar paradas. Já imaginou se, por padrão, todos fossem doadores de órgãos, a menos que se manifestassem contrariamente? Comoas pessoas tendem à inércia – ou seja, não contestariam o fato de ser doador — haveria um número muito maior de doadores. No entanto, a legislação determina que é você quem tem que dizer sim (“opt-in”), mesmo que seja para o bem coletivo.
Esse sim pode ser induzido de várias maneiras. O professor de psicologia e economia comportamental americano Dan Ariely, autor de “Predictably Irrational”, cita a estratégia do New York Times para conseguir mais assinantes. O jornal não conseguia atrair interessados para sua assinatura web + impresso, que custava praticamente o dobro do preço da assinatura somente web. Ardilosamente, criou uma alternativa entre as duas (a opção 2, abaixo):
Slide1
Na verdade, o jornal nunca pretendeu ter assinantes na opção 2. Ela foi colocada ali somente para induzir o leitor a pensar “puxa, pelo mesmo preço eu levo dois tipos de assinatura, então vou preferir a opção 3” – e assim, coma ilusão de que estava levando alguma vantagem, o consumidor escolhia a versão mais cara.
A maior parte das pessoas pensa que é sinal de liberdade ter à disposição uma gama variada de opções para escolher. Ao mesmo tempo, isso leva aoparadoxo da escolha, termo cunhado pelo psicólogo Barry Schwartz para explicar a sensação de desconforto e stress das pessoas quando estão diante de inúmeras opções. Quanto mais complexa a escolha, mais difícil é a decisão (“preciso escolher o melhor, mas qual será?”) e mais forte é a tendência a não escolher nada – o default de inércia que mencionei acima. Por isso, é muito tênue a linha que separa as vantagens da variedade de produtos (com suas inúmeras possibilidades e atrativos) dos riscos de provocar ansiedade, indecisão e, o pior dos mundos, a paralisia e a não-compra.
O fato é que normalmente tomamos decisões pensando nos benefícios a curto prazo, e tendemos a sofrer quando o custo desse benefício vem também na mesma hora. Explico: se você vai abastecer o carro, você vê imediatamente o marcador da bomba no posto aumentando o preço à medida em que mais combustível é colocado. O “sofrimento” é imediato. Por outro lado, quando você consome luz ou gás na sua casa, cujas contas só vêm no fim do mês, não percebe o gasto e não sofre. Essa é uma das razões pelas quais hoteis all-inclusive parecem tão atraentes – você gasta sem perceber (porque as bebidas, por exemplo, são à parte). Isso não deixa de ser uma forma de manipulação.
As ferramentas para induzir o consumo estão todas aí, mas nem sempre as pessoas têm discernimento para enxergá-las. Cabe a cada um abrir os olhos, avaliar se o bem ou produto é realmente necessário ou se vale o que custa, e tomar uma decisão consciente, ainda que às vezes emocional.

Fonte: Exame
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A Importância da Retenção de Clientes no E-commerce. 41% da receita online vem de compras repetidas, que representam apenas 8% de todos os visitantes. E um aumento de 5% na retenção de clientes pode aumentar os lucros em 25% a 125%.

Infográfico: A Importância da Retenção de Clientes no E-commerce

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O que é: Os 4 P’s de marketing, também conhecidos como Marketing Mix ou Composto de Marketing, são os 4 elementos básicos que compõe qualquer estratégia de marketing: Preço, Praça, Produto, Promoção. Como o nome já diz, elas são as definições fundamentais que uma empresa deve fazer para atingir um determinado público-alvo. 

Como fazer: A construção do seu Marketing Mix é relativamente simples, mas deve ser apoiada em um conhecimento profundo do mercado que se está atuando. Por exemplo, um bairro de cultura alternativa no Rio é totalmente diferente de São Paulo e assim por diante. Antes de mostrar um caso, vamos ver mais à fundo as definições:
a) Preço: Refere-se a quanto e como será cobrado do cliente. Neste quesito, o produto pode ser barato ou de luxo. Pode ser cobrado uma só vez ou por mensalidade. Entre outras tantas estratégias como preço psicológico, pague quanto quiser, leilões, etc.
b) Praça ou Ponto: Refere-se ao local que o produto estará disponibilizado. Neste caso, pode ser on-line ou em lojas físicas. Mas também sobre os prazos de entrega e de atendimento. Em muitos casos, é interessante pensar em utilizar praças de serviços/produtos complementares. Por exemplo, vender material esportivo em clubes ou academias.
c) Produto: Refere-se às características e atributos que o produto ou serviço da sua empresa terá. Aqui deve-se decidir tamanhos, cores, etc. Funcionalidades de maneira geral do que está sendo oferecido.
d) Promoção: Refere-se às estratégias de divulgação utilizadas. Isso vai envolver tanto estratégias on-line como links patrocinados, Fanpage, quanto estratégias off-line como anúncios, rádio, entre outras possibilidades.
exemplo 4 P's
Entendendo na Prática: A definição do composto de marketing é essencial para implementar o posicionamento estratégico da empresa e conseguir impactar o público correto. Embora seja simples, para muita gente ainda é um conceito abstrato. Portanto, vamos mostrar um exemplo prático com um produto bem conhecido de todos nós: Água de Garrafa.
caso de 4 ps ou marketing mix
a) Água Vendida em Engarrafamentos
Já viu a situação acima? Então, essa é a típica cena do vendedor ambulante de engarrafamento. Vamos ver os 4 P’s aplicados à esse mercado?
Mercado Alvo: Clientes que estão mortos de sede em engarrafamentos ou estádios de futebol.
Produto: Água mineral com suspeita constante de ser direto da “bica”.
Preço: Entre R$1,00 e R$2,00 (dependendo da concorrência entre os ambulantes).
Praça: Os melhores engarrafamentos e filas de ingresso.
Promoção: Ignora-se a marca da água. Promoção feita pelo próprio ambulante gritando ou segurando cartazes.
caso composto de marketing
b) Água Perrier
A foto acima é uma das campanhas de marketing da Perrier. Vamos ao composto de marketing deles?
Mercado Alvo: Segmento de clientes de alto padrão de consumo.
Produto: A água mais gaiseificada naturalmente do mundo.
Preço: Entre R$3,00 e R$15,00 (dependendo de ser vendida num mercado ou boate)
Praça: Restaurantes, Mercado e Boates de luxo.
Promoção: Propagandas com Dita Von Teese, dançarina burlesca.
E, Quem está certo?
Ambos estão certosA definição dos 4 P’s tem a ver com posicionamento dentro do mercado e harmonia entre todos os elementos. O que não pode é tentar vender produtos caros em lugares que desvalorizam ele, nem produtos para mulheres com promoções para homens e assim por diante!
See more at: http://blog.luz.vc/marketing/o-que-sao-os-4-ps-marketing-mix-ou-composto-de-marketing/#sthash.W8cxMxFy.dpuf
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Crescer no mundo digital é um grande desafio. Para quem está começando, os recursos são escassos e, às vezes, não se pode contratar um departamento de marketing inteiro para dar conta de fazer a marca ter voz na internet. Como achar seus clientes? O que falar com eles? Como gerar tráfego e aparecer nas buscas? Com algumas ferramentas - grátis ou baratas - é possível acertar o tom e alavancar as vendas do seu serviço ou produto. Selecionei 10 softwares que funcionam na nuvem (online), sem a necessidade de instalar no computador, para te ajudar neste serviço importante para projetar sua marca no futuro.
1) LaunchRock - Em breve!
Ainda nem começou, mas quer saber o interesse das pessoas pelo seu negócio ou por um conceito. Faça uma página rápida e simples com o Launch Rock e comece a capturar leads. Tem também o Launch Soon.
2) WIX – Site fácil
Sua marca está pronta, seu produto ou serviço é de primeira classe, mas você não tem um site para ser encontrado na internet - ou o seu é antigo, ultrapassado. O Wix é um serviço de criação de site, hospedagem e domínio. Oferece muitas categorias de templates e é possível editar ali mesmo, na plataforma. Veja também o Yola!
3) PowToon – Vídeos animados
Às vezes um vídeo com uma animação simples faz milagres para o entendimento do seu produto ou serviço. No PowToon você não precisa de muito talento pra se resolver sozinho. Teste também o Video Scribe.
4) Survey Monkey - Pesquisas
Nada melhor como ouvir seus cientes para oferecer um produto - ou serviço - cada vez melhor a eles. A versão gratuita do SurveyMonkey permite até 100 respostas por questionário. Se você precisar de mais, os planos começam em US$ 24 por mês. Para uso mais geral de formulários online, tente o Wufoo.
5) Quick Sprout - Análise de sites
Não sabe avaliar se seu site está se saindo bem em buscas ou se tem boa performance? O Quick Sprout faz isso para você, aponta erros, sugere correções e ainda compara com três concorrentes para você melhorar seu tráfego orgânico. Use também o MOZ Open site Explorer.
6) Mail Chimp - Envio de e-mails
Você construiu um bom mailing e gostaria de mandar novidades para esse pessoal, mas não sabe como fazer isso sem pagar uma empresa especializada em disparar e-mails marketing. O MailChimp dispara para até 2.000 emails e disponibiliza templates que te ajudam a construir uma newsletter profissional - incluindo testes A/B. Tente também o Mad Mimi.
7) SEM Rush – Análise de palavras chave
Descubra que palavras chave os seus concorrentes estão comprando e monte um plano de Adwords a prova de bala com o SEM Rush. O SpyFu é uma ótima alternativa
8) Resultados Digitais - Marketing digital
Plataforma brasileira completa que ajuda a criar tráfego para seu site, a entender seu público e a criar conteúdos de interesse para ele. Indicado para geração de leads e vendas. Uma alternativa ainda mais completa, e bem mais cara, é o HubSpot.
9) Fábrica de Aplicativos - Para fazer um app mobile
A Fábrica de Aplicativos é uma plataforma online brasileira que te ajuda a criar aplicativos simples (conteúdo, localização, preços, etc.) e você nem precisa entender de código e programação. Assim sua marca estará mais acessível aos clientes. Teste também o Mobile Roadie.
10) Zendesk - Atendimento ao cliente
Montar um sistema de atendimento ao cliente pode sair muito caro, por isso soluções como o Zendesk, uma plataforma de atendimento via múltiplos canais (chat online, e-mail e redes sociais), ajudam a manter um contato cuidadoso com quem faz sua empresa crescer. Tente também o Desk
Antonio Carlos Soares é co-fundador do Runrun.it e trabalha há mais de 20 anos na gestão de empresas de alto crescimento.

Fonte: http://www.endeavor.org.br/artigos/marketing-vendas/marketing-de-conteudo/10-ferramentas-de-marketing-online?__akacao=1976143&__akcnt=a06a5998&__akvkey=a4d8&utm_source=akna&utm_medium=email&utm_campaign=BR_Conteudo_27.06.2014
Posted by Dayane Iglesias |
Indico o Klout como ferramenta para medir a influência de alguém nas mídias sociais. Fiquei curioso e repasso o texto aqui com alguns comentários e acréscimos pessoais.

Você usa o Klout ? Ele mostra mesmo sua influência ? Ele pode ser burlado ?

O Klout se intitula " medida da sua influência online", mas o que eles estão, realmente, querendo fazer ? Para entender o objetivo do KLOUT é preciso entender a dificuldade de se medir o ROI ( retorno de investimento ) nas mídias sociais.

No começo, media-se apenas seguidores e fans e a vida era uma #coisalindaddeus. Mas a coisa foi mudando, muitas empresas foram aderindo e a quantidade de dinheiro investida foi aumentando, além da quatidade de ferramentas que ajudam a burlar a quantidade de seguidores e fãs.

E agora, se não podemos mais usar a quantidade de fans e seguidores como saber se uma pessoa é influente mesmo ou não ?? Cadastre-se no Klout  e vamos entender como ele funciona:

O KLOUT no começo usava o Twitter e o Facebook ( e agora, há pouco tempo, também o Linkedin) com um algorítimo com mais de 35 variáveis diferentes para determinar seu alcance e influência nas mídias sociais. O Klout avalia seus dados em 3 diferentes métricas: Alcance real ( True Reach ), Probabilidade de Amplificação ( Amplification Probability ) e Influência em sua rede de contatos ( Network Influence ).

O Alcance Real avalia com quantas pessoas reais você realmente se relaciona e quantas pessoas são contas de spammers ou inativas, que só fazem número. Ele avalia isso pela quantidade de pessoas que expressam alguma reação ao conteúdo que você compartilha no twitter ( replies e RT ) e no Facebook ( like e comentários ). Leva em consideração quantas pessoas seguem você e em quantas listas você está presente.

probabilidade de amplificação é uma métrica do Klout que leva em consideração o que acontece com o conteúdo que você compartilha, após você envia-lo. Vai ser retuitado ou simplesmente ignorado ? Suas mensagens geram conversações ou você simplesmente está falando sozinho ? Além das métricas anteriores, o Klout avalia a quantidade de mensagens que você envia e as que recebe, dando prefêrencias a marcas ( ou pessoas, dependendo do perfil que você está avaliando ) que possuem uma quantidade de mensagens enviadas e recebidas, ou seja, que geram conversações.

A Influência em sua rede de contatos é a versão online do qual legal seus amigos são ! Esta métrica mede o quão influente você é e se seus seguidores são engajados e determina se você está realmente influenciando seus amigos ou se você está apenas numa camera de eco.

É aqui que o Klout fica um pouco impreciso. O Klout usa sua pontuação no próprio Klout para decidir se a sua rede é influente. Pense nisso: Como o algorítimo do  Klout pode definir sua pontuação primeiro se ele depende da pontuação de outros Klouts ? O que vocês acham disso ?? Quero ler nos comentários... 



Porque o KLOUT é importante ? Simplesmente porque como profissionais de comunicação e marketing somos obrigados a medir o retorno de nossos investimentos, o alcance da campanha e o KLOUT é o índice que temos, que nos diz isso de maneira mais direta.

Pense nisso, se você diz para seu cliente que não pode avaliar o sucesso de sua campanha só pelo número de seguidores ou amigos, o que fazer ?

Existem várias métricas que são importantes, mas nenhuma definitiva, exata, com um número apenas.  O KLOUT está tentando fortemente nos convencer que podemos utilizá-lo como métrica definitiva e assim, todos ficam felizes.

Então devemos ignorar o KLOUT ?

O Autor do texto diz que é normal algumas pessoas desconfiarem do que foi falado no paragrafo anterior. E ele explica o porquê: Infelizmente o KLOUT é muito fácil de se burlar e colocar os números que você quiser.

O autor do texto ainda reforça na dificuldade de acreditarmos em apenas um número para avaliar odesempenho de uma campanha de marketing digital integrada.

Houveram algumas situações em que pessoas foram classificadas como influentes em assuntos que elas nunca nem tuitaram a respeito. Ontem mesmo eu tuitei a respeito disso. O Klout disse que eu sou influente sobre Robert Frost, e fui pesquisar no google para descobrir quem é ( ou foi ) um poeta. Nunca soube da existência dele, como ser influente ? Mas o Klout acerta que sou influente em Socialmedia, Marketing, Blogging...

Ainda é difícil julgar o KLOUT porque o trabalho está em andamento, mas a questão é, é eficaz ?

Infelizmente você deve avaliar a palavra eficiência para sua empresa. Por um lado o Klout lhe dá algumas boas regras para a presença online da sua empresa: Entre na conversa, conecte-se com pessoas importantes, certifique-se de estar enviando conteúdo relevante para o seu público e que sua presença seja consistente. Ninguém pode argumentar contra isso, não é mesmo ?

Se você é uma marca ou pessoa que está preocupado em avaliar estas métricas, o autor não vê o KLOUT como um índice tão deficiente assim não.

Se você é uma marca que pretende utilizar Klout para alcançar os influenciadores em um determinado nicho, então eu tenho que adverti-lo contra Klout. O algorítmo deles é bom, mas não é excelente!  Você deve avaliar se ele lhe é útil para ir usando enquanto aperfeiçoam seu algorítimo.

Agora eu ( @idegasperi ) ainda lhe apresento uma outra ferramenta que pode, junto com o Klout, lhe ajudar a decidir, no caso de precisar anunciar com alguém específico para determinado assunto.  OPeer Index, fala de capital social. E no gráfico abaixo, mostra por exemplo, que sou relevante na área de Tecnologia.



Estou estudando ainda o PeerIndex, e possivelmente farei um post só sobre ele.

Resumindo o post todo, use ferramentas para ter uma ideia do que está acontecendo, mas não basei-se cegamente em um único índice, seja ele qual for. Acho justo concluir isso. Mas quero saber a opnião deo vocês !
Posted by Dayane Iglesias |

No ponto de venda as empresas tem se empenhando em seduzir o consumidor nos mínimos detalhes.  
As pessoas não querem ver produtos, elas querem algo que alimente a imaginação.

mkt - sensorial

Pensando nas ações elaboradas pelas marcas para o seu PDV (ponto-de-venda) e concordando com a afirmação acima, declaro aqui que atualmente nenhum loja do segmento de moda vai sobreviver se não aceitar o fato de que ele não pode só vender, se pretende se diferenciar dos concorrentes.  Então, a pergunta que não que calar é: Existe alguma outra forma de atrair o consumidor do segmento moda sem ser só pela coleção? Sim!

picole
Que tal oferecer diferente na coleção?
Quando se trata desses produtos devemos acrescentar atrativos a mais para iniciar o processo de sedução, enfim de compra.

Estou mandando este texto para incentivar a aplicação de estratégias que exploram a “sensoralidade” no ambiente de loja. Chegou a hora de emocionar os consumidores através dos seus 5 sentidos. Entretanto, tenho certeza que essa forma de atrair pode afastar também.

flor

Flores (artificiais ou naturais) podem servir para decorar e perfumar a loja, ajudando o cliente a entrar no clima da coleção
O consumidor é receptivo a estas emoções no PDV, mas quando aplicamos esta estratégia que é denominada de MARKETING SENSORIAL sempre levamos em conta que estamos inserindo diferentes “ingredientes” num mesmo ambiente, e por um milésimo de segundo eles podem distrair e incomodar quem veio em busca de acessórios.

farm - vitrine

Vitrine da Farm, uma marca que sabe usar muito bem as estratégias do marketing sensorial
Considere que um bom plano deva ter o tema da coleção como ponto de partida para o seu desenvolvimento e desdobramento.  Todos os elementos que inspiraram e influenciaram na elaboração daquela coleção devem formar um tipo de “cerco” a todos que entrarem naquele varejo – atmosfera. O objetivo é fortalecer a idéia de que ao consumir aquele produto ele está se diferenciando, pois quer fugir de uma rotina de compras que havia se habituado a viver. 

O sucesso de um plano de MARKETING SENSORIAL está no reconhecimento de que ele é um grande incentivador do aumento de negócios.

Também podemos usar cheiros e sons.
Posted by Dayane Iglesias |
Talvez o maior portal gratuito para aprender um segundo idioma é o BBC Languages, que reúne 40 opções de idiomas. Aqui é preciso apenas ter algum conhecimento do inglês, afinal todos os conteúdos estão neste idioma. Existem opções de cursos online de grego, francês, italiano, mandarim, alemão e até romeno. São jogos, exercícios, vídeos, áudios e muito material didático para cada idioma; tudo de graça e muito bem organizado. ((BBC Languages))
Agora, claro, talvez antes de partir para uma segunda língua, o inglês normalmente é o primeiro passo. Este site, por exemplo, promete que com apenar cinco minutos de prática por dia, você aprende o básico do idioma britânico. ((englishtown)). Neste portal ainda maior, são mais de 56 lições do nível iniciante ao intermediário. Totalmente gratuito, uma ferramenta muito interessante são as dicas de pronúncias. Vale a pena conferir... ((Learn English Online)) E, pra quem tem pressa, este canal foi criado para quem quer aprender inglês de forma prática e rápida. O serviço promete preparar o aluno em até seis meses de curso. ((UrgentEnglish)).
Pra quem já domina o idioma da rainha, opção não falta para começar a aprender o terceiro, quarto, quinto idioma... Encontramos serviços gratuitos e praticamente todas as línguas. Começando pelo espanhol, em um curso introdutório de apenas 20 horas; mas passando também pelo chinês, francês, italiano, alemão... e até japonês. A maioria desses portais estão em inglês. Cada um trata o seu idioma de uma forma diferente: a maioria traz exercícios, áudios, vídeos e todas as ferramentas necessárias para você começar a arriscar um novo idioma.
Portais com cursos de idiomas menos populares também entraram na nossa seleção. Este blog totalmente em português ajuda quem quer aprender a falar russo. Com diversos recursos online como guias, notícias e dicionários, é uma ótima escolha para quem quer dar o primeiro passo no idioma. Em 10 horas, este outro site promete ensinar o básico do Latim. Até o Esperanto – conhecido como o idioma universal – tem curso online. Neste grupo você pode se tornar mais uma das duas milhões de pessoas que falam a língua.
Para fechar, vale destacar este curso de 35 horas com noções básicas da Língua Brasileira de Sinais (as Libras); o idioma utilizado por surdos. O curso traz gramática, formação de palavras e frases, alfabeto manual, entre outros. Ainda que gratuito, o curso oferece certificado para quem completa-lo. Que tal? Bom todos esses links você já sabe onde encontrar; estão todos logo abaixo do vídeo que acompanha esta matéria. Agora é só escolher e começar a estudar; nunca é tarde para aprender – e, melhor, aprender nunca é demais.

Fonte: Olhar digital
Posted by Dayane Iglesias |


Dados fazem parte do relatório Webshoppers, da E-bit, e aponta mais tendências números sobre o setor do varejo online em 2013
Um estudo divulgado hoje (12) pela E-bit, especializada em informações do comércio eletrônico, revelou que o número de consumidores de e-commerce no Brasil, no ano passado atingiu a marca de 51, 3 milhões. Destes, 9,1 milhões compraram através de lojas virtuais pela primeira vez. Essas números fazem parte da 29ª edição do Webshoppers.
De acordo com o relatório o comércio eletrônico brasileiro em 2013 cresceu 28% em relação ao ano anterior e faturou R$ 28,8 bilhões. Mesmo com a inflação e o crescimento econômico abaixo do esperado, o número de pedidos de compras na web aumentaram 32% e atingiram a marca de 88,3 milhões. A Black Friday, que se transformou em uma grande data para o e-commerce, conseguiu movimentar R$ 770 milhões em um só dia.
A popularização da banda larga também é apontada pelo E-bit como uma das responsáveis pelos resultados positivos. Segundo a empresa, os modelos de smartphones mais simples conseguiram trazer para o setor as pessoas das classes C E D, que ainda não tinham acesso à internet.
Em baixa
Por outro lado, o tíquete médio apresentou uma leve queda de 4,4% e ficou em R$ 327, o que resultou da participação de categorias que têm tíquete médio menor. A oferta de frete grátis (um dos principais motivadores para compras online) também caiu. Em dezembro de 2012 o número de entregas gratuitas era de 58%. Já no mesmo mês de 2013, a taxa ficou em 50%. Para o diretor executivo do Ebit Pedro Guasti, a previsão é que esta redução continue: “De acordo com o diretor executivo da E-bit Pedro Guasti, essa redução deve continuar. “As empresas estão buscando rentabilidade e entrega rápida tem custos. A conveniência tem o seu preço. Mas em compensação, o consumidor passará a ter mais opções de frete”.
Tendências
No ano passado o Mobile Commerce chegou com força ao e-commerce brasileiro. Em janeiro de 2013 as vendas via dispositivos móveis correspondiam a 2,5%. Já em dezembro esse número praticamente dobrou, ficando com 4,8% das vendas. A tendência é que esse tipo de comércio, por meio dessas plataformas, cresçam ainda mais.  “Atualmente, são poucas as lojas preparadas para as peculiaridades da navegação em telas de tablets e smartphones, mas, no decorrer de 2014, mais empresas devem começar a direcionar esforços para esse canal”, garante Guasti.
O que mais vendeu?
Em termos de categorias, “Moda e Acessórios” foi a mais procurada por e-consumidores brasileiros. Em seguida, ficaram:
2º Cosméticos e Perfumaria/ Cuidados Pessoais/ Saúde
3º Eletrodomésticos
4º “Livros/Assinaturas e Revistas
5º Informática
6º Telefonia/Celulares
7º Casa e Decoração
8º Eletrônicos
9º Esporte e Lazer
1oº Brinquedos e Games
Datas
A pesquisa também indicou que algumas datas podem afetar o varejo online em 2014. Segundo o E-bit, o carnaval tardio, o maior número de feriados prolongados, Copa do Mundo e eleições no segundo semestre do ano são colocadas como fatores. A empresa prevê um crescimento nominal de 20% para o setor, com faturamento na casa dos R$ 34,6 bilhões.
Trocas e devoluções
Em parceria com a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (Camara-e.net), da Fecomercio SP e da ABComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico), o estudo trouxe também números sobre troca e devolução de produtos no e-commerce. Uma análise também foi feita sobre os preços do setor com ajuda do Índice FIPE/ Buscapé, além de um estudo inédito feito com a Bain & Company sobre o indicador Net Promoter Score (NPS) que mede a satisfação e fidelização dos clientes.
O relatório pôde mostrar que 47% dos consumidores passaram a comprar menos pela internet após terem enfrentado problemas ao tentar devolver ou trocar uma mercadoria. Muitas pessoas nem tentam trocar ou devolver o produto por conta da burocracia dos processos oferecidos pelas lojas. Isso explica porque 63% dos consumidores acham mais fácil trocar ou devolver mercadorias em uma loja física.
Satisfação do consumidor
O chamado NPS começou 2013 com um índice de 45,94% e aumentou para 59,29% em outubro. Em dezembro o número caiu consideravelmente e fechou em 46,93%. Isso aconteceu por conta do registro de problemas de atrasos nas entregas de compras feitas durantes a Black Friday e Natal, por conta do maior volume de pedidos. “O principal fator que gera insatisfação é a falta de pontualidade na entrega”, afirma André Leme, sócio do escritório da Bain & Company, em São Paulo.
Ainda sim, o NPS de dezembro de 2013 (46,93%) foi melhor do que o índice registrado em 2012 (40,96%).
Índice FIPE/Buscapé
O Índice FIPE/Buscapé teve, em média, queda de -3,8%, mesmo com os bons resultados do e-commerce B2C brasileiro, que faturou R$28,8 bilhões e alcançou um crescimento nominal de 28%. Os dados mostram um crescimento real de 33% no faturamento do comércio eletrônico, valor muito superior ao do PIB, de 2,3%, de acordo com o IBGE, e do varejo tradicional.