Posted by Dayane Iglesias |

A Argyle Social publicou um infográfico onde investiga o social commerce, considerado a grande revolução para o e-commerce em todo o mundo. 
Foram pesquisados 566 vendedores e 28 pontos para cada um deles para verificar a audiência e as estratégias de marketing. 

Audiência e lucro

Há grandes variações nos tamanhos de audiência no Facebook e no Twitter, diz o estudo. O mais interessante é que o tamanho da audiência não está relacionado com o lucro – os pequenos em geral têm mais seguidores que os grandes.

Integração

Permitir que as compras sejam feitas diretamente na página do Facebook parece uma estratégia vencedora. Entretanto, poucos colocam seus catálogos por lá e menos ainda conseguem fechar a compra. A conclusão óbvia: a maior parte das compras online ainda não é uma experiência social.
Call to action
Qualquer bom vendedor sabe que tem que chamar para a venda. Os vendedores de e-commerce são muito bons nos anúncios e e-mail marketing, mas não são tão eficientes para gerar resultados usando a mídia social – eles têm dificuldades para encontrar boas maneiras de chamar para a venda no ambiente social.

Ofertas

Embora poucos vendedores usem o recurso de ofertas especiais para um determinado canal, elas são muito poderosas e aumentam a viralização do conteúdo, mas ainda sofrem com limites técnicos graves. Mais que isso: são estas ofertas e conteúdo exclusivo que vão aumentar as suas comunidades. Um bom caso no Brasil, que tem merecido destaque são os perfis do Ponto Frio, tanto no Facebook quanto no Twitter.

Conteúdo de marca

Os vendedores sabem bem como promover seus produtos, mas ainda não encontraram sua voz própria nas comunidades maiores, que vão além do que vendem. A dica aliás, faz parte de todos os bons cursos de uso de mídia social para negócios. Mesmo assim, o uso ainda é restrito (cerca de 66% só publicam conteúdo próprio enquanto 35% sabem fazer curadoria de conteúdo).

Conclusões:

  • Consumidores ainda não confiam na mídia social das marcas – 55% dos consumidores não se sentem tranquilos ao fornecer suas informações de cobrança nos sites sociais.
  • Vendedores não aprenderam a se comportar “como gente” – Eles agem como lojas em vez de construir uma personalidade em torno de suas marcas. Mídia social exige personalidade (não apenas boas ofertas) para construir comunidade e confiança.
  • Os vendedores precisam construir estratégias para a mídia social – O ambiente da rede deve complementar o que já existe em sua loja e não substituí-la. Sem um objetivo claro de como a mídia social pode melhorar/aprimorar o seu negócio online, seus posts ficam vazios de sentido…