Posted by Dayane Iglesias |

Fonte: Veja (março 2012)
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A vitrine é o primeiro contato do consumidor com o produto nas lojas de varejo. É ela que vai convidar o cliente a entrar e despertar nele o desejo de consumo. Portanto, é um elemento de marketing que interfere diretamente nas vendas e na lucratividade de um negócio.
Para Marcelo Ermini, professor de pós-graduação em comunicação no ponto de venda e trade marketing da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing), uma vitrine bem trabalhada funciona como um anzol, que fisga a atenção do consumidor e o convida a entrar na loja. Caso esteja mal organizada, o cliente pode criar uma opinião e uma imagem de valor equivocadas sobre o estabelecimento. “A primeira impressão é a que fica. Se não for atraente, ninguém vai notar a loja”, afirma.O UOL consultou especialistas em marketing e varejo para desvendar os segredos das vitrines e estabelecer 10 passos essenciais para montá-las. Além da criatividade, é necessário  contar uma história com manequins e objetos que estiverem disponíveis para criar uma empatia com público e reproduzir cenas de seu cotidiano.

Confira 10 dicas para montar uma vitrine atraente


IDENTIDADE
A vitrine precisa refletir a identidade da loja. Por isso, deve ser fiel ao seu público e ao seu estilo. Se sua loja é focada em produtos finos, não faz sentido deixar as mercadorias de populares expostas e vice-versa.
Rogério Canella/UOL


RENOVAÇÃO
 Renove os produtos e a organização de sua vitrine com frequência. Não deixe passar de 15 dias. Se ficar muito tempo sem atualização, a loja passará despercebida pelos consumidores e será parte integrante da paisagem local.
Juliana Lopes/UOL 



ILUMINAÇÃO
Aproveite as luzes da loja para valorizar seu produto. O branco ajuda a combater a ação do sol, no caso das lojas de rua, e destacam a mercadoria. Tons amarelados dão um ar de sofisticação ao ambiente, mais indicados para estabelecimentos em shoppings e galerias.
  Tiziana Fabi/AFP


VARIEDADE
Exponha mercadorias diferentes, contrastando cores, mas dentro do estilo da sua loja. Você pode também variar as opções expostas por preço. Assim, você consegue agradar a um número maior de consumidores e aumentar a quantidade de peças adquiridas por eles. 
Rahman Roslan/The New York Times


COMPOSIÇÃO
Seja criativo, utilize tudo o que estiver ao se alcance. Crie ambiente, insira os manequins em uma situação do cotidiano, etc. As vitrines devem contar uma história e não apenas expor os produtos. 
AFP


PREÇO
Deixe os preços dos produtos bem visíveis para os consumidores. A omissão fere o Código de Defesa do Consumidor e pode causar constrangimento e desconforto ao cliente. Muitos podem deixar de entrar na loja se não souberem o valor do produto. 



COMUNICAÇÃO
Tenha clara a mensagem que quer passar. Se não souber onde quer chegar, não tente mudanças radicais em sua vitrine. Faça mudanças leves e fique atento à aceitação do público. 
Carolina Vasone/UOL


DECORAÇÃO
Aproveite datas comemorativas e estações do ano para promover uma decoração temática de sua vitrine. Isso ajudar a dar uma "cara" diferente à loja e cria uma empatia maior com o público.
Júlio César Guimarães/UOL


POLUIÇÃO
Não sobrecarregue as prateleiras com o máximo de produtos que couber. A vitrine não é o depósito da loja. Você pode demosntrar sua diversidade de mercadorias fazendo boas composições com as peças disponíveis. 
Divulgação

CONSERVAÇÃO 
Fique atento ao estado de conservação dos manequins expostos na vitrine. Substitua-os assim que notar rachaduras ou áreas descascadas. Um manequim em mal estado de conservação tira o foco do produto e o desvaloriza. 
Gabriel de Paiva / Agência O Globo 

Uma prática comum de muitas lojas é expor o máximo de produtos possíveis em suas prateleiras para mostrar sua diversidade de opções. Segundo Ermini, esta estratégia é equivocada e pode poluir o ambiente, além de confundir o consumidor. “A vitrine não é o depósito da loja”, declara.

Vitrines devem ser renovadas com frequência

A busca constante dos consumidores por novidades obriga os lojistas a estarem sempre atualizados com os produtos em exposição. Uma vitrine pode ser atraente num primeiro momento, mas depois de uma ou duas semanas ela se torna velha. Se não houver uma renovação, a loja passa despercebida pelos consumidores e torna-se uma peça integrante da paisagem local.
Na opinião de Wagner Campos, diretor da True Consultoria e especialista em varejo, uma vitrine deve ser atualizada em, no máximo, a cada 15 dias. Acima deste prazo, o risco de perder clientes é maior. “Se na sua casa aparece uma rachadura, você a percebe logo no primeiro dia. Depois de uma semana, você se acostuma, ela passa a fazer parte do ambiente e não é mais percebida. Com a vitrine é a mesma coisa, se não renovar, ninguém vai notá-la”, diz.
Para realizar esta renovação não é preciso investir muito, pode-se utilizar peças da mesma coleção, apenas alterando as cores e as combinações, assim como a posição dos manequins, os acessórios utilizados e o ambiente de fundo. Datas comemorativas e estações do ano também podem ser aproveitadas pelos lojistas para criar uma empatia maior com o público.

Manequins não podem parecer bonecos de filme de terror

O lojista deve ter um cuidado especial com a apresentação de seus manequins. Em lojas de rua, eles ficam expostos à ação do sol, além disso, há o desgaste natural do material que pode gerar rachaduras ou áreas descascadas. Em tais condições, o manequim deve ser substituído imediatamente ou pode desviar o foco do produto. “Ele não pode parecer boneco de filme de terror ou estar quebrado, isso desvaloriza a mercadoria”, afirma Campos.
Segundo o especialista, a iluminação também pode se comunicar com o consumidor. O branco ajuda a destacar o produto, já tons puxados para o amarelo dão um ar de sofisticação ao ambiente. “O branco é melhor para lojas de rua e combatem a ação do sol. Já os tons amarelados, são melhores para lojas em shoppings ou galerias, onde há um requinte maior”, diz.
Fonte: http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/redacao/2012/03/19/monte-uma-vitrine-sedutora-em-10-passos.jhtm
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Advertising Age revela que 59% (agências e marcas) vão aumentar os gastos com mídias sociais nos próximos 12 meses



AdAge realizou uma pesquisa com 1.200 pessoas envolvidas com decisões deverbas de publicidade destinadas para mídias digitais. Do total cerca de 60% dos entrevistados trabalham para agências e 40% para as marcas. O estudo confirma que 59% dos entrevistados pretendem aumentar os gastos com mídias sociais nos próximos 12 meses. Somente 4% disseram que iriam diminuir os gastos em plataformas sociais. A pesquisa também descobriu que, em média, a publicidade em mídias sociais irá tornar-se cerca de 27% dos orçamentos digitais ao longo dos próximos 12 meses, em comparação com 22% nos últimos 12 meses. 

Fonte: http://www.proxxima.com.br/proxxima/redes_sociais/noticia/2012/03/09/Midias-sociais-no-foco-de-investimentos.html
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O enquadramento específico do comércio eletrônico é a principal novidade do anteprojeto de atualização do Código de Defesa do Consumidor, entregue nesta quarta-feira ao presidente do Senado, José Sarney, pelo ministro Herman Benjamin, do Superior Tribunal de Justiça, presidente da comissão de juristas encarregada do trabalho.

Novidades
Dentre as principais novidades da atualização do CDC — que o ministro Benjamin qualifica de “cirúrgica” — está a inclusão de seção que, ao cuidar do comércio eletrônico, dispõe que as informações sobre o fornecedor, inclusive endereço físico, sejam apresentadas em destaque, com fácil visualização, tendo o consumidor o direito de receber confirmação da transação, e corrigir eventuais erros na contratação a distância.
Spams
Outra sugestão da comissão é a proibição de o fornecedor de produtos e serviços enviarspams e mensagens eletrônicas não solicitadas a consumidores com os quais não possua relação de consumo prévia, ou que tenham manifestado recusa, diretamente, ou em cadastros de bloqueio.
Assédio de consumo
E também se propõe a criação da figura do “assédio de consumo” — pressão ao consumidor, principalmente se for idoso, doente ou em “estado de vulnerabilidade agravada”, para a contratação do fornecimento de produto, serviço ou crédito. Sobretudo com oferecimento de “prêmios”.

Fonte: http://www.jb.com.br/informe-jb/noticias/2012/03/15/reforma-do-codigo-de-defesa-do-consumidor-enquadra-comercio-eletronico/
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Se antigamente o consumidor perdia horas ao telefone para reclamar de produtos com defeito ou de serviços mal prestados, e ainda assim não tinha o problema resolvido, atualmente esse caminho pode ficar mais curto com o avanço das redes sociais. Um alívio para os consumidores e um sinal de atenção para as grandes empresas.
 


Por muito tempo as opiniões dos consumidores sobre as empresas ficaram dispersas e constavam somente nos processos judiciais ou em reclamações nos PROCONs.

Porém, agora, há meios rápidos e eficientes de agrupar essas opiniões e de divulgá-las, devido à explosão de redes sociais como Orkut, Facebook e Twitter.

Se alguém faz um comentário negativo a respeito de determinado produto ou serviço nessas redes, o assunto corre como um rastilho de pólvora. Em instantes, milhares de pessoas passam a expressar sua posição sobre o comentário. Uma crítica simples é conectada com outras críticas, gerando uma enxurrada de opiniões.

As empresas, por sua vez, estão acompanhando essa realidade. Para evitar a publicidade negativa, adotam cada vez mais mecanismos para responder imediatamente às mensagens dos consumidores. Diversas empresas criaram contas em redes sociais, com o claro objetivo de se aproximar dos clientes. Por meio delas, divulgam suas atividades e, ao mesmo tempo, prestam esclarecimentos quanto a boatos e críticas.

A reclamação virtual pode também virar uma ferramenta de marketing para as empresas. Isso porque quando alguém posta comentários na rede, reclamando de um determinado produto, milhares de pessoas acompanham. Quando a empresa responde, muitas pessoas leem a resposta. É por isso que a reclamação virtual pode ser uma oportunidade para a empresa recuperar a boa imagem.

O dinamismo da internet propicia aos consumidores um cenário favorável. Amigos podem facilmente indicar se gostaram ou não de determinado produto, gerando uma divulgação direcionada. É a substituição do “boca-a-boca” pelo “clique-a-clique” e este tem um poder enorme. Com um clique é possível avisar a todos os seus conhecidos sobre uma promoção, um defeito ou um novo restaurante. Em segundos, viabiliza-se uma divulgação com potencial de atingir muito mais consumidores do que qualquer publicidade de televisão ou jornal (em outro próximo artigo, falarei sobre a responsabilidade do consumidor por essas críticas: é preciso ter cautela e agir sem exageros e ofensas).

Em uma propaganda de TV, o telespectador pode desconfiar da veracidade das informações e dos benefícios de um produto. Na internet, porém, tende-se a acreditar na qualidade da informação prestada por um amigo. Daí a preocupação das empresas com a conexão das opiniões no mundo digital.

O mercado consumidor tira proveito das mudanças trazidas pelas redes sociais. Trata-se de nova ferramenta para combater práticas abusivas e, também, valorizar os bons produtos e serviços. As antigas reclamações com baixo impacto social, como cartas ou ligações ao serviço de atendimento, estão se tornando coisa do passado. Agora, a grande arma do consumidor é o clique.

Autor: Gabriel Tomasete
Advogado, Pós-graduando em Direito do Consumidor, Colunista do Diário da Amazônia (Coluna Direito & Consumo) e Membro da Comissão de Defesa do Consumidor da OAB-RO.
Atuou no Procon de Presidente Prudente-SP. Advoga para ONG de defesa de consumidores desde 2004, em Porto Velho-RO.
www.twitter.com/gabrieltomasete
E-mail: gtomasete@gmail.com

Fonte: http://www.tudorondonia.com/noticias/o-consumidor-e-as-redes-sociais-,27294.shtml#.T2DgHYUsQzk.facebook
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Objetivo da pesquisa era entender como essas empresas lidam hoje com novos canais, como mídias sociais e plataformas móveis em seu mix de marketing


Um estudo recente conduzido pela Economist Intelligence Unit (EIU) e patrocinado pela Oracle Consumer Goods revela que as empresas de bens de consumo experimentam novas maneiras de estabelecer e aprimorar relacionamentos diretos e bilaterais com consumidores.

O relatório "New Directions: Consumer Goods Companies Hone a Cross-Channel Approach to Consumer Marketing" traz os resultados da pesquisa realizada com 221 executivos de CGs de todo o mundo e de uma ampla variedade de setores da economia. O objetivo era entender como essas empresas interagem hoje com novos canais, como mídias sociais e plataformas móveis em seu mix de marketing.

O relatório mostrou que o uso de canais móveis e sociais têm ajudado de forma intensa as CGs a ficarem mais familiarizadas com o modelo de vendas diretas ao consumidor, sendo que o número de empresas a adotar esse modelo deverá aumentar de 24% para 41% nos próximos 12 meses.

Os resultados também mostram que, nos próximos 12 meses, as CGs planejam utilizar as mídia sociais para inúmeras atividades de marketing, incluindo promoção de produtos (74%), obtenção de feedback do consumidor (63%) e atendimento ao cliente (62%). 

Além disso, 74% dos entrevistados de um universo de CEOs disseram que as mídias sociais são uma prioridade para aumentar a fidelidade nos próximos 12 meses. Dezessete por cento dos entrevistados declararam que as mídias sociais já são uma prioridade e quase o dobro desse percentual (33%) afirma que este será um dos principais temas nos próximos 12 meses. Mesmo com a crescente tendência de uso dos canais móveis e sociais, os entrevistados acreditam que ainda são incipientes os esforços de e-commerce, como iniciativas complementares, em relação aos atuais canais de varejo, comprometidos em expandir suas estratégias de contato direto com o consumidor.

Os resultados na íntegra do relatório podem ser acessados aqui.


Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/negocios/digital_news/noticias/estudo-empresas-de-bens-de-consumo-ganham-agilidade-na-interacao-com-clientes
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