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19/11/2012


Os varejistas da internet devem faturar R$ 3,25 bilhões no Natal, acréscimo de 25% frente ao mesmo período do ano anterior, segundo um relatório do e-bit. A cifra representa 15% de toda a receita prevista para 2012, que é de R$ 22,5 bilhões.

Os smartphones devem liderar as vendas no período. De acordo com Rodrigo Borer, vice-presidente de Comparação de Preços do Buscapé, estes aparelhos podem apresentar variação de preços de até 187,15%. “Nessa época, tudo tende a ficar mais caro devido à grande procura, por isso é necessário pesquisar muito antes da compra”, explica.

Televisores de LED, tablets, consoles de videogame e alguns itens da categoria de moda também estarão na mira de grande parte dos compradores.

Segundo Pedro Guasti, presidente do e-bit, os varejistas se prepararam para atender a forte demanda desta época do ano, reforçando sistemas de processamento de pedidos, logística, atendimento, treinamento profissional e contratação de equipes temporárias. “Devemos ter um excelente Natal esse ano, tanto em faturamento quanto na melhoria dos indicadores de satisfação”, explica.


Fonte: E-Commerce News 
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Uma estimativa do instituto de pesquisa ZenithOptimedia prevê que os meios digitais deverão ser a maior mídia em faturamento publicitário este ano, perdendo apenas para a televisão.


Já uma pesquisa da Magnaglobal aponta que o investimento publicitário mundial nos meios online devecrescer 11,2% em 2012. Número menor que o registrado em 2011: 16,9%.

Os estudos integram o "Livro de Tendências da Mídia Global Digital 2012", publicado pela Word Newsmedia Network (WNMN), associação sem fins lucrativos com sede nos EUA e Reino Unido.

"Finalmente, internet, celulares e, logo, tablets vão desfrutar de um aumento nos gastos publicitários proporcional ao vasto uso que se faz deles", afirma Martha Stone, executiva da WNMN.

Com base nos últimos três anos, os dados também apontam que o uso de computadores de mesa está diminuindo, porém, o de tablets está crescendo. Nos EUA, por exemplo, a penetração dos aparelhos como iPad e Samsung Galaxy Tab deve alcançar 19% este ano, ante 10% em 2011.

"O aumento do uso de tablets, leitores digitais [e-readers] e celulares tem inspirado editores e anunciantes a repensar suas estratégias editoriais e de marketing", diz o estudo da WNMN.

O levantamento também mostra quais empresas mais faturam com propaganda on-line nos EUA. O Google lidera com US$ 12,7 bilhões. A disparidade do 2º e do 3º colocado em relação ao gigante das buscas chama a atenção. O vice-líder Yahoo faturou US$ 3,5 bilhões, já a rede de Mark Zuckerberg, apenas US$ 2,2 bilhões.

Veja o infográfico:








 


Fonte: AdNews
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43% dos e-consumidores latino-americanos compraram algum item de vestuário pela internet nos últimos três meses, sendo esta a categoria de produto online mais popular na região, segundo um estudo divulgado pela comScore. Na sequência da lista das categorias mais populares estão Informática (41%), Música, filmes ou vídeos (36%), Eletrodomésticos (35%), Hardware de computador (33%), Ingressos de Entretenimento (31%), Férias/Viagens (27%), Saúde & cuidados de beleza (27%), Livros e revistas (24%) e Esporte & fitness, com 15% dos entrevistados afirmando comprar mercadorias desse grupo.


O estudo, que contou com 1.100 participantes do Brasil, México, Argentina, Chile, Colômbia, Peru e Venezuela, também revela que os consumidores começam sua experiência de compra online pelo site da empresa, com quase 7 em cada 10 (68%) entrevistados confirmando este comportamento, seguidos por aqueles que realizam consultas em motores de busca (56%), clicam em anúncios online (36%), são influenciados por amigos / colegas / parentes (29%), utilizam redes sociais (26%) e sites de leilões online (26%). Anúncios off-line (25%) e cupons ou promoções (21%) também influenciaram mais de 20% dos consumidores.

No entanto, quando levado em conta apenas os consumidores brasileiros, a pesquisa aponta uma predileção para iniciar o processo através de sites comparadores de preços e anúncios online, em comparação com o resto da região, enquanto os peruanos são mais inclinados a sofrer influência das redes sociais e anúncios off-line. Além disso, os gastos online foram maiores entre os participantes do Brasil e da Venezuela.

A pesquisa também revela que a conveniência se posicionou como principal motivo pelo qual os consumidores escolhem comprar online na América Latina, enquanto as preocupações com privacidade foram a principal barreira para as compras online.


Fonte: E-Commerce News 
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PhotoImage Brazil | 20ª Edição

14 à 16 de Agosto de 2012 | das 14h às 21h
Expo Center Norte - Pavilhão Vermelho | São Paulo – SP | Brasil

Em 2012, a PhotoImage Brazil chega a sua 20ª edição de grande sucesso. Isso comprova sua relevância no mercado ao reunir os principais fabricantes nacionais e internacionais e uma audiência qualificada composta por fotógrafos profissionais e compradores de todo o Brasil. A PhotoImage Brazil é a maior feira de fotografia e imagem da América Latina envolvendo tecnologia, inovação e negócios e trazendo os principais lançamentos e tendências do mercado.
E neste ano não será diferente, pois traremos para você a melhor qualidade em produtos, serviços e equipamentos digitais para foto e vídeo - câmeras, filmadoras, impressoras e acessórios da mais alta tecnologia estarão aqui. Participe e conheça um mundo de cores, imagens e emoções repleto de oportunidade e negócios.
Simultaneamente ocorrem os Seminários e Workshops PhotoimageBrazil, que proporcionam aos profissionais de fotografia e filmagem técnicas e tendências internacionais de aprimoramento ao seu trabalho. Clique aqui e saiba mais informações sobre os seminários e workshops.
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Novo estudo aponta Brasil como o país mais empreendedor do G20.

A GeM (monitora global de empresas) divulgou uma pesquisa que consta um cenário positivo para o empreendedorismo brasileiro, apontando que somos o país mais empreendedor do G20 inclusive. Segue abaixo um infográfico com alguns dos dados desse estudo e desenvolvido pelo blog loja de consultoria.





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Um apanhado bem bacana sobre algumas “redes sociais” que passam do remoto ano de 1960 e navegam até os dias de hoje, com o Facebook caminhando para a sua glória de 1 bilhão de usuários pelo mundo. A maioria dos nomes são conhecidos depois da virada da década de 90. No Brasil, com a internet comercial já quase no ano 2000, foi possível pegar boa gama dessas ferramentas. Confira no infográfico abaixo:



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1. Como escrever para a web (Guillermo Franco)
2. Web 2.0: erros e acertos (Paulo Siqueira)
3. Para entender a internet (org. Juliano Spyer)
4. Redes sociais na internet (Raquel Recuero)
5. Informação e persuasão na web (org. Paulo Serra e João Canavilhas)
6. O marketing depois de amanhã (Ricardo Cavallini)
8. Grandes Marcas Grandes Negócios (José R. Martins)
9. Blogs.com: estudos sobre blogs (org. Raquel Recuero, Adriana Amaral e Sandra Montardo)
10. Semiótica: a lógica da comunicação (Antônio Fidalgo)
13. Comunicação multimídia (org. Maria Jospe Baldessar)
14. Design e ergonomia (Luis Carlos Paschoarelli)
15. Design e planejamento (Marizilda do Santos Menezes)
17. Marketing 1 to 1 (Peppers&RogersGroup)
22. Comunicação e marketing digitais (orgs. Marcello Chamusca e Márcia Carvalhal)
23. Design e planejamento (Marizilda Menezes e Luis Paschoarelli)
24. Design e ergonomia (Marizilda Menezes e Luis Paschoarelli)
25. Design, empresa, sociedade (Paula Landim)
26. Marketing de guerra (Al Ries e Jack Trout)
27. Os 8 Ps do marketing digital – capítulo 1 (Conrado Adolpho)
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A turma do Receba em Casa  criou um infográfico sobre o crescimento do e-commerce no Brasil. 


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Infográfico criado pela turma da Gaia Creative, através de uma pesquisa da Nielsen, que mostra o nível de confiança do consumidor em relação às propagandas em cada tipo de mídia.


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"Você é o que você compartilha": teoria levada a sério pelos empregadores. Sempre fui defensora dos que utilizam as redes sociais para compartilhar conteúdo relevante, mais do que para contar o que vai fazer no próximo minuto. É claro que publicar o que bem entender no perfil é de total liberdade de todos, mas o bom senso é sempre bem-vindo, até porque nunca se sabe quem está de olho.

Da mesma forma que nós, estudantes, analisamos os perfis das agências antes de nos candidatarmos às vagas oferecidas por elas, empresas também estão buscando as melhores ofertas de pessoas nas redes sociais, e a avaliação leva em conta o que o possível candidato anda compartilhando, sim! Colocando em números para entender melhor: 32% dos empregadores  usam dessa prática, e 11% pretendem começar a usar.

Os dados veem de um infográfico criado pela Online Colleges para expor o porquê de fazer do seu perfil, um currículo, e dá dicas para criar uma vitrine legal, como estar ligado às novidades, causar uma boa impressão (por isso a importância de estar sempre publicando coisas interessantes, já que a primeira é a que fica), e é claro: ter presença! Atualizar com frequência é um ponto positivo na hora da contagem.

Ficou curioso para ver as demais dicas? Basta conferir o infográfico:



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Quem são os consumidores 3.0? Ou os neoconsumidores? Um estudo, desenvolvido por Marcos Gouvêa de Souza, através de uma pesquisa feita em 11 países, incluindo o Brasil, analisa o comportamento do consumidor na era digital e toda a sua evolução até chegar à definição de consumidor 3.0. Os dados são bem interessantes e podem ser acessados aqui.

Para complemento de pesquisa, o Midiaria disponibilizou um infográfico que apresenta um perfil geral do consumidor 3.0, ou neoconsumidor, e o seu comportamento em relação ao consumo:


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magazine luiza

Magazine Luiza cria venda direta pelas redes sociais

Rede aposta no social commerce. Usuários poderão comercializar produtos da empresa no Facebook Magazine Luiza: social commerce para abocanhar novos consumidores

O Magazne Luiza promete revolucionar o varejo com o lançamento de uma venda direta pelas redes sociais, o clique a clique.Em um projeto inédito no Brasil, a rede criou um novo canal de venda em que qualquer pessoa poderá criar sua vitrine no Facebook e no Orkut com produtos da loja virtual da rede e vender a seus amigos. Chamado de Magazine Você, a novidade é uma aposta no social commerce.
No novo modelo, os consultores de vendas ganharam o nome de divulgador e receberão entre 2,5% e 4,5% de comissão por produto vendido aos amigos nas redes sociais.

As pessoas poderão personalizar suas lojas com seus nomes, como, por exemplo, MagazinedoJoão. Com o lançamento previsto para até o fim de agosto, o projeto que levou um ano para ser concretizado – entre pesquisas e desenvolvimento – começa pelos funcionários da empresa.
Nos primeiros três meses, apenas um parente de cada funcionário poderá criar uma vitrine, limitada a 60 produtos. Depois, será a vez dos clientes da rede que poderão ingressar no modelo de venda direta pela internet.

Somente no nono mês, já com 10 mil consultores de venda, é que será aberto para qualquer pessoa montar sua loja virtual com a chancela do Magazine Luiza. Enquanto isso, os interessados podem fazer seu cadastro.
Canal está de olho em 1 milhão de novos consumidores
A compra por recomendação não é novidade, mas ganhou força com a internet e, nos últimos anos, com as redes sociais.

“A venda pela rede social era um meio em que as pessoas trocavam informações. Agora, elas poderão comprar na própria rede social”, afirma Frederico Trajano, diretor de vendas e marketing do Magazine Luiza.

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a Coca-Cola Store e o social commerce além do comércio

Você aprendeu e decorou a lição número 1: social commerce é o comércio realizado dentro das redes sociais, uma nova tendência de e-commerce que cresce a cada dia. Está certíssimo!
Agora, chegou a hora da lição 2, que ensina que o social commerce não termina na definição acima. Na prática, ele vai muito além do simples ato de vender e comprar dentro de uma rede como o Facebook.
Veja o exemplo da Coca-Cola. Você vai concordar que a gigante dos refrigerantes não tem necessidade alguma de vender suas bebidas online, certo? E, convenhamos, não faria muito sentido focar tempo, equipe e energia vendendo latinhas e garrafas de refrigerante para saciar a sede dos usuários do Facebook…
Mas nem por isso a Coca-Cola ficou de fora do social commerce.
A empresa lançou uma loja no Facebook e está comercializando ali produtos que levam a famosa marca vemelha e branca. Se você visitar a Coca-Cola Store, vair encontrar bonés, canecas, copos, relógios, cadeiras, mesas, saleiros e até os famosos cartazes vintage que os colecionadores adoram. Os produtos, para fã nenhum reclamar, são mais do que simples itens de consumo: são um excelente veículo de comunicação e marketing para a Coca-Cola.
Entendeu, agora, por que a empresa aderiu ao social commerce? Não, não foi pelo simples comércio.
Segundo analistas da área de comércio eletrônico, a Coca-Cola tem como prioridade aumentar o engajamento dos fãs com a marca dentro das redes sociais. Não à toa, ela lançou recentemente uma campanha de anúncios no iPhone, com banners que levam os usuários diretamente para versão mobile de sua página no Facebook. Tudo para incrementar as visitas à loja na rede social e, assim, melhorar o envolvimento com a marca.
Mais uma vez: comércio, nesse exemplo, não foi o objetivo do social commerce.
Pense sobre essa tática se você tem uma empresa ou marca e ainda não descobriu como aproveitar totalmente as possibilidades do social commerce!
Fonte: http://blog.getnovelo.com/br/2011/09/dica-da-semana-leve-o-social-commerce-para-alem-do-comercio/
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Administrar uma empresa, atualmente, requer muito mais do que o
exercício das funções básicas de gerência, como planejar, organizar e controlar.
As ameaças às organizações, vindas dos clientes, da concorrência e em
decorrência das mudanças no contexto socioeconômico requerem habilidades
humanas em alto grau de refinamento.
Acompreensão do comportamento individual e dos grupos em situação
de trabalho constitui o campo de estudo do Comportamento Organizacional.
De modo particular investiga as questões relacionadas com lideranças e poder,
estruturas e processos de grupo, aprendizagem, percepção, atitude, processos
de mudanças, conflito e dimensionamento de trabalho, entre outros temas que
afetam os indivíduos e as equipes nas organizações.

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Os dados apresentados pelo estudo posicionam o Brasil no 63º lugar entre os 154 países mapeados, atrás da Grécia, Rússia e Argentina

Cerca de 33% dos brasileiros têm acesso à internet em casa e quase a metade deles utiliza banda larga. Esse número deixa o Brasil em 63º lugar no ranking de 154 países nos quais o número de pessoas com acesso domiciliar à internet foi contabilizado, atrás da Grécia, Rússia e Argentina. E coloca o país exatamente em cima da média mundial de acesso à internet.
Os dados são da pesquisa Mapa da Inclusão Digital, divulgados nesta quarta-feira, 16/5, pela Fundação Getulio Vargas (FGV) e pela Fundação Telefônica. O trabalho é o primeiro de uma série de estudos sobre inclusão digital e mapeamento de diversas formas de acesso à tecnologia digital no Brasil produzido a partir de microdados do novo censo brasileiro do IBGE e de mais de 150 países.
A pesquisa, lançada 10 anos depois do primeiro “Mapa da Exclusão Digital”, publicado em parceria com o Comitê para Democratização da Informática (CDI), avalia a qualidade do acesso, seus usos e retornos, em uma perspectiva de atuação integrada que possibilitará elevar o nível de bem-estar social da população de maneira sustentável e que servirá de subsídio para o monitoramento dos indicadores que compõem a metas do milênio da ONU.
De acordo com o mapa, a cidade de São Caetano do Sul, no estado de São Paulo, apresenta o maior índice do país de acesso à internet em casa (69%). São Caetano do Sul é o lugar que apresenta também maior acesso a computador em casa (77,62% possuem computador, sendo 74,07% conectados à rede). Em seguida, aparecem Vitória, Santos, Florianópolis e Niterói, que estão incluídos, não por coincidência, entre as cinco cidades mais classe AB do país (em ordem diversa entre elas). Em contrapartida, São Lourenço do Piauí é a que apresenta a menor taxa de acesso a computador (0,43%). Quanto à internet, dos 20 municípios menos conectados (segunda tabela), 18 possuem acesso nulo (igual a 0%).
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TGV20menos
O mapa mostra também cidades em que o nível de acesso difere por regiões. No Rio de Janeiro, o percentual de acesso equivale ao da Islândia: 94% dos lares com computador em casa são conectados. A Lagoa se destaca no topo dos bairros com população com computador em casa (85,08%, sendo 82,87% deles ligados à internet), acompanhado por Botafogo e Tijuca como segundo e terceiro colocados. O mais excluído é o Complexo do Alemão (42,89%). Entre os subdistritos (localidades específicas dentro de bairros), a disparidade é ainda maior. A favela Rio das Pedras tem o menor percentual da cidade, 21%, semelhante ao do Panamá. Já a avenida Sernambetiba, na Barra da Tijuca, possui a maior porcentagem de domicílios com internet do município, com índices comparáveis aos dos países nórdicos, como a Suécia, líder do ranking mundial. “Lembrando Zuenir Ventura, estamos na cidade digital partida”, analisa Neri.
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Ainda segundo a pesquisa, a maior parte da população acessa a internet em casa, utilizando banda larga (46,92%). Depois, vêm os centros públicos de acesso pago (35,11%). Cerca de 31% acessam no trabalho, seguido da casa de amigos e parentes (19,7%) e instituição de ensino (17,5%). O acesso público gratuito é utilizado por 5,52% da população. Na pesquisa, os entrevistados puderam escolher mais de uma opção de acesso.
FGV2
A íntegra do novo “Mapa da Inclusão Digital” está disponível em www.fgv.br/cps/telefonica. No endereço também é possível encontrar um simulador que cruza diversos dados da pesquisa, como classe social, gênero e município.

Fonte: http://idgnow.uol.com.br/internet/2012/05/16/um-terco-dos-brasileiros-tem-internet-em-casa-diz-fgv/
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Estudo com ressonância magnética diz que falar sobre si próprio ativa centro de recompensa no cérebro e libera dopamina


Publicar comentários sobre diferentes temas nas redes sociais provoca um prazer no cérebro semelhante ao obtido com a comida e o sexo, concluiu um estudo publicado nos Estados Unidos.
Falar sobre si próprio libera dopamina, substância química vinculada aos sentimentos de prazer ou à antecipação de uma recompensa, destacou o estudo, realizado por neurologistas e publicado na edição de 7 de maio das Atas da Academia Nacional de Ciência dos Estados Unidos (PNAS, na sigla em inglês).
Segundo os cientistas, a maioria das pessoas dedica de 30% a 40% de seu discurso a "informar os outros sobre suas próprias experiências subjetivas", mas nos meios sociais, este percentual chega a 80%.
"As pessoas fazem confidências tão voluntariamente porque falar de si próprio é, em si, um ato com determinado valor, como são as atividades que geram uma recompensa imediata, como comer ou fazer amor", explicaram os pesquisadores.
O estudo, que não mencionou o Facebook especificamente, se concentrou na resposta do cérebro das pessoas "à oportunidade de comunicar seus pensamentos e sentimentos aos demais."
"À medida que os seres humanos são motivados a revelar o que pensam, a oportunidade de divulgar o que se pensa é vivida como uma forte forma de recompensa subjetiva", escreveram Diana Tamir e Jason Mitchell, do laboratório de neurociência da Universidade de Harvard, em Massachusetts (nordeste).
Segundo os cientistas, o estudo sustenta a ideia de que os seres humanos, assim como fazem alguns outros primatas, deixam de lado algumas recompensas para obter uma forte resposta cerebral.
O estudo ofereceu aos participantes da pesquisa uma recompensa em dinheiro para responder a algumas questões factuais sobre coisas que observavam e uma recompensa menor para dar seus próprios pontos de vista sobre um tema.
Em muitos casos, os participantes preferiram uma recompensa menor a fim de poder falar de si próprio.
"Assim, como os macacos estão dispostos a renunciar a recompensas para ver seus companheiros de grupo dominantes e os estudantes universitários, a pagar para ver membros atraentes do sexo oposto, os participantes do estudo se mostraram dispostos a renunciar ao dinheiro para falar de si próprio", destacaram os cientistas.
Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia/2012-05-11/prazer-nas-redes-sociais-e-semelhante-ao-obtido-com-sexo-e-comid.html
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Mais que a opinião de parentes e amigos, é a internet a maior influenciadora na hora de se decidir por uma compra





A internet se tornou, há algum tempo, um importante canal de vendas para empresas de todos os segmentos. Cada vez mais, os brasileiros trocam as lojas físicas pelo consumo em poucos cliques. Noventa e três por cento dos usuários de internet no Brasil já realizaram compras online, sendo que 62% o fazem todo os meses. Os dados fazem parte da pesquisa sobre o comportamento do e-consumidor brasileiro realizada pela Hi-Mídia, empresa especializada em venda de mídia online, e pela M.Sense, especializada no estudo do mercado digital. A pesquisa ouviu 1.214 pessoas das cinco regiões brasileiras, entre os dias 4 e 12 de abril.
De acordo com o estudo, a internet é a grande influenciadora na hora de o consumidor se decidir por uma compra. Mais do que ouvir a opinião de parentes e amigos, 77% dos entrevistados afirmaram que adquirem informações sobre os produtos em sites de busca, redes sociais, blogs ou sites institucionais das empresas. "E mesmo quando a compra não é realizada pela internet, a consulta de informações na rede é considerada essencial no processo de decisão, o que torna necessária a presença digital mesmo para marcas que não utilizam o canal de venda online diretamente", afirma Bruno Maletta, sócio da M. Sense. Outro dado revelado na pesquisa reforça a  necessidade da presença online: apesar da diferença no volume de investimento ainda ser muito grande, a publicidade online ganha cada vez mais importância junto aos usuários de internet – 47% a consideram muito influente, contra 38% que julgam que a publicidade na TV exerce muita influência na hora da compra.

Perfil do e-consumidor

Noventa e três por cento dos entrevistados das classes C/D/E já são e-consumidores, contra 90% dos pertencentes às classes A/B. Noventa e seis por cento dos entrevistados entre 25 a 29 anos consomem online, contra 94% dos que têm até 24 anos e 93% dos que possuem entre 40 e 49 anos. O Nordeste é a região campeã – 96% dos entrevistados realizam compras online, contra 92% dos habitantes das regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste/Norte. Entre os homens, 94% fazem compras online, contra 91% das mulheres entrevistadas. 

Preço e comodidade

Sessenta e oito por cento dos internautas compram online por causa do preço (principalmente entre os homens) e 56% por conta da comodidade (mais citado pelas mulheres). Variedade dos produtos, facilidade de pagamento e  busca de informações e dicas também foram apontadas pelos entrevistados como principais motivos para comprar online. A pesquisa aponta que praticamente todos os consumidores comparam preços na internet antes de fazer suas compras, independente se as realizarão em lojas físicas ou online.

Produtos

Eletrodomésticos e artigos de informática ainda são os campeões de compra, citados por 76% dos entrevistados, seguidos dos eletrodomésticos (56%), de livros e revistas (39%), de roupas, acessórios e calçados (34%). Americanas.com, lembrada por 22% dos entrevistados, e Submarino, com 16%, encabeçam o top of mind, tanto entre usuários das classes A/B quanto entre os da classe C. Já os alimentos e bebidas ainda sofrem rejeição, sendo apontados por 34% como um produto que eles não comprariam online, seguido de joias (29%), automóveis e autopeças (24%) e flores (23%). A alegação dos usuários é que precisam avaliar os produtos pessoalmente.

E-mail marketing

Um em cada cinco usuários entrevistados sente-se irritado quando encontra publicidade em suas caixas de e-mail e 47% consideram-se invadidos quando recebem e-mails para os quais não deram autorização. Porém, 49% querem ter acesso a mais ofertas relevantes por e-mail e 54% afirmam que lojas e sites de compras coletivas deveriam enviar apenas ofertas personalizadas, indicando que o e-mail marketing pode ser uma das melhores formas de contato com o consumidor, desde que trabalhado corretamente. “O consumidor online deseja que as empresas entendam e respeitem seus hábitos de consumo. Nesse cenário, a segmentação e a personalização de ofertas e conteúdo se tornam cada vez mais relevantes para o sucesso da relação entre as marcas e os e-consumidores”, afirma Julien Turri, CEO da Hi-Mídia.

Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/negocios/digital_news/noticias/noventa-e-tres-por-cento-dos-usuarios-de-internet-no-brasil-ja-fizeram-compras-online
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O celular já supera em importância e escala o fenômeno da Internet. É o produto mais importante do século 21. Pense nisso. 
Fonte: http://gil.gd/Ivwx9A
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Integração com as mídias sociais reflete em aumento de público para a loja virtual. Contudo, é preciso que o lojista ou o responsável pela alimentação das mídias do empreendimento se prepare para estabelecer com o consumidor virtual um relacionamento que reflita no crescimento das vendas na loja.
Isso significa que além de estar dentro das mídias, é essencial que o conteúdo trabalhado esteja de acordo com o seu segmento e o seu público para conquistar a preferência dos internautas consumidores. Por isso, seguem algumasdicas que podem alavancar sua loja virtual e conquistar mais clientes através de suas postagens:
O conteúdo relevante: Publicar aquilo que seu cliente considera interessante é a receita fundamental para atrair consumidores e direcioná-los à sua loja virtual. Para isso, é preciso conhecer muito bem o segmento trabalhado e divulgar aquilo que interessa e o que pode gerar mais tráfego para a sua loja. Entre os assuntos postados, evite termos técnicos, pois isso dificultará o entendimento dos que lêem; desenvolva informações de simples entendimento e que tenham caráter comercial para despertar a atenção e o interesse dos consumidores;
O conteúdo agradável: Além do conteúdo relevante que deve ser trabalhado, como informações de produtos e serviços referentes ao segmento, que tal levantar questões interessantes para despertar comentários e boas risadas? É interessante desenvolver com o público informações com cunho de entretenimento para que o internauta se sinta motivado em participar das postagens, assim como conhecer mais os serviços de sua loja virtual;
O conteúdo circunstancial: O conteúdo que se refere a situações e circunstâncias é muito bem-vindo quando tais ocasiões dizem respeito ao seu segmento e seu público. É possível postar, por exemplo, informações do lançamento de um produto muito aguardado da marca trabalhada em sua loja virtual; isso despertará o interesse de seu consumidor por aquela informação, levando-o a interagir para saber mais sobre o assunto;
O conteúdo promocional: Esse tipo de conteúdo é o favorito entre os consumidores virtuais. Postar informações de promoções e descontos em produtos/serviços de sua loja é uma grande motivação para que o internauta participe mais das postagens e se dirija à loja para consumir. Da mesma forma, realizar sorteios interessa muito ao público e o motiva a interagir mais.
Trabalhar com mídias sociais não é tão simples quanto parece, principalmente, quando o objetivo é fazer dessas mídias uma ferramenta eficaz no e-commerce. No entanto, o conteúdo é a base de tudo, por isso, aposte nessas dicas e desenvolva em seus perfis sociais um relacionamento diferenciado com os e-consumidores visando a ampliação de suas vendas online.
fonte: http://www.comercioeletronico.blog.br/
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A Argyle Social publicou um infográfico onde investiga o social commerce, considerado a grande revolução para o e-commerce em todo o mundo. 
Foram pesquisados 566 vendedores e 28 pontos para cada um deles para verificar a audiência e as estratégias de marketing. 

Audiência e lucro

Há grandes variações nos tamanhos de audiência no Facebook e no Twitter, diz o estudo. O mais interessante é que o tamanho da audiência não está relacionado com o lucro – os pequenos em geral têm mais seguidores que os grandes.

Integração

Permitir que as compras sejam feitas diretamente na página do Facebook parece uma estratégia vencedora. Entretanto, poucos colocam seus catálogos por lá e menos ainda conseguem fechar a compra. A conclusão óbvia: a maior parte das compras online ainda não é uma experiência social.
Call to action
Qualquer bom vendedor sabe que tem que chamar para a venda. Os vendedores de e-commerce são muito bons nos anúncios e e-mail marketing, mas não são tão eficientes para gerar resultados usando a mídia social – eles têm dificuldades para encontrar boas maneiras de chamar para a venda no ambiente social.

Ofertas

Embora poucos vendedores usem o recurso de ofertas especiais para um determinado canal, elas são muito poderosas e aumentam a viralização do conteúdo, mas ainda sofrem com limites técnicos graves. Mais que isso: são estas ofertas e conteúdo exclusivo que vão aumentar as suas comunidades. Um bom caso no Brasil, que tem merecido destaque são os perfis do Ponto Frio, tanto no Facebook quanto no Twitter.

Conteúdo de marca

Os vendedores sabem bem como promover seus produtos, mas ainda não encontraram sua voz própria nas comunidades maiores, que vão além do que vendem. A dica aliás, faz parte de todos os bons cursos de uso de mídia social para negócios. Mesmo assim, o uso ainda é restrito (cerca de 66% só publicam conteúdo próprio enquanto 35% sabem fazer curadoria de conteúdo).

Conclusões:

  • Consumidores ainda não confiam na mídia social das marcas – 55% dos consumidores não se sentem tranquilos ao fornecer suas informações de cobrança nos sites sociais.
  • Vendedores não aprenderam a se comportar “como gente” – Eles agem como lojas em vez de construir uma personalidade em torno de suas marcas. Mídia social exige personalidade (não apenas boas ofertas) para construir comunidade e confiança.
  • Os vendedores precisam construir estratégias para a mídia social – O ambiente da rede deve complementar o que já existe em sua loja e não substituí-la. Sem um objetivo claro de como a mídia social pode melhorar/aprimorar o seu negócio online, seus posts ficam vazios de sentido…
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Mundo S/A fala sobre a participação das empresas nas redes sociais. Tem cases interessantes como da Kit Kat, Halls Uva Verde e Estrela com o Ferrorama.


Como a avaliação do público pode mudar a imagem da marca em minutos, é melhor estar presente para saber o que estão falando da sua empresa. A Nestlé, por exemplo, viu o desejo do público de ter de volta o Kit Kat, e trouxe o produto de volta.


Veja o vídeo em:
http://g1.globo.com/globo-news/mundo-sa/videos/t/todos-os-videos/v/participar-das-redes-sociais-e-o-mais-importante-para-empresas-diz-especialista/1886174
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Uma nova pesquisa da NMIncite, revela que existem inúmeros fatores que motivam as pessoas a adicionar alguém no Facebook ou removê-la, apesar de que conhecer alguém na vida real é a principal razão citada (82%) e comentários ofensivos é a principal razão para alguém acabar com a amizade no Facebook (55%).


A pesquisa deixou claro uma coisa que sempre defendo , quanto mais agitada for sua vida real, mais agitada será sua vida online. Ninguém surge do nada, a não ser é claro, os Memes das vida. Essa lição serve para outras áreas como o SEO, para você obter um desempenho bom nas redes sociais você precisa mante-los fortemente no mundo real.


Tirar o bumbum da cadeira e ir eventos, visitar fornecedores, propor novas parcerias é muito melhor que virar uma máquina de twittar e postar no Facebook, se souber conciliar os dois seu retorno em Social Media será extraordinário.


A pesquisa indica que os homens são mais propensos a usar as mídias sociais para carreiras / networking e namoro – enquanto as mulheres usam as mídias sociais para uma saída criativa, para obter cupons / promos ou para dar um feedback positivo. Homens adicionam amigos com base em redes de negócios ou atratividade física e as mulheres são mais propensas a amizades já existentes na vida real ou removê-los devido a comentários ofensivos.


Abaixo está o infográfico descrevendo as várias razões para adicionar ou remover amigos no Facebook: