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Segundo o Direct Marketing Association, a maior entidade de marketing direto dos EUA, 87% dos profissionais de marketing digital utilizam o email marketing como estratégia de comunicação naquele país.  As demais estratégias utilizadas são SEO (73%),  Links Patrocinados (59%),  e Publicidade Online (54%).
Apesar da relevância que as redes sociais têm obtido, muitos dos profissionais ainda são reticentes em utilizá-la. Só 37% dos entrevistados confessam ter usado essa estratégia, entretanto, o número sobe para 51% quando o Facebook é citado.
A inclusão de estratégias envolvendo dispositivos móveis foi citada por 9% dos entrevistados.
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Recentemente, a agência F/Nazca divulgou uma pesquisa sobre hábitos do público brasileiro na internet onde a maior parte das pessoas com 35 anos ou mais preferem o email como forma de compartilhamento de informação mais utilizada.
Mediante essa conclusão, podemos afirmar que essa faixa etária é a que sofrerá maior impacto em ações de relacionamento que envolvam email marketing. Entre 25 e 34 anos, o email é a segunda forma de compartilhamento mais utilizada, perdendo apenas para a rede social Orkut.
Veja abaixo a apresentação completa :
 
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Pesquisa TRU Study, da TNS Research International, mostra ainda o perfil da Geração Z


Pesquisa mostrou que jovens de hoje estão mais tolerantes e menos preconceituosos
São Paulo - A Geração Y deu origem a um novo perfil de consumidor. Durante o HSM Management, em São Paulo, Jorge Kodja, Diretor da TNS Research International, apresentou o resultado da pesquisa TRU Study, feita com 1.500 jovens nascidos entre 1980 e 1990. No Brasil, esse grupo representa 14% da população, com 32 milhões de pessoas.
Apesar da forte presença das tecnologias na vida dos consumidores Y, 43% deles pertencem à classe C. Ainda assim, os gastos anuais dos jovens aficionados por TV e internet atingem a marca de R$ 32 bilhões. O perfil deles pode ser baseado em comportamento, mas poucas companhias conseguem desenvolver uma estratégia efetivamente voltada somente para este grupo.
Em média, os consumidores Y gastam até R$ 49,00 por semana. Se olharmos para o sudeste, veremos a região com o maior ticket médio do país com relação aos valores semanais de consumo, com R$ 54,00. No nordeste o número chega a R$ 31,00. Apesar disso, o dinheiro provém dos pais em 76% dos casos, contra 16% dos que trabalham nesta idade.
Conflito de gerações
Não importa de onde vem o dinheiro. A pesquisa aponta que os principais gastos destes consumidores são roupas e acessórios, higiene e beleza, e só depois a diversão. O sinal de novos tempos surge quando a Geração Z, os filhos dos consumidores Y, que preferem sair com seus pais ou fazer atividades em família do que estar entre amigos. “Oitenta e quatro por cento dos pesquisados preferem estar com seus familiares na hora do lazer”, afirma Jorge Kodja, Diretor da TNS Research International.
Essa geração nasceu entre os anos 1990 e 2000 e o Z é principalmente por conta do “zapear”. Ou seja, varia de perfil de consumo com facilidade. Outro forte elemento presente no dia a dia dessa geração são as redes sociais. Se por um lado é preciso que os pais se preocupem com os crimes na web, por outro, o alívio é grande ao saber que a pesquisa aponta os jovens de hoje como menos transgressores.
Além disso, os jovens de hoje estão mais tolerantes e menos preconceituosos. Prova disso é que para 95% dos que responderam ao estudo da TNS, os idosos merecem respeito. Do total, 80% têm amigos de outras raças e 40% mantém amizade com pessoas com outra orientação sexual. Por outro lado, não há novidades sobre o canal que eles preferem usar para obter informações. A TV ainda é o principal já que 84% deles citaram o aparelho, contra 43% que preferem a internet”.
Hábitos de consumo e comportamento
Para as empresas que atuam em um mercado de produtos voltados para estes jovens, a boa notícia é para o setor de telefonia. Perguntados sobre o objeto que possuem em casa, 81% citaram o aparelho celular e 43% o computador. Entre os sites, o Orkut é acessado por 72% dos que participaram da pesquisa, apesar do forte crescimento do Facebook.
Definir o consumidor Y é difícil porque as variações podem ocorrer a qualquer momento, com apenas um clique no mouse. Mas, para atingi-los, é preciso jogo de cintura e habilidade para saber onde e como encontrá-los. “Eles são um alvo móvel”, define Kodja.
De acordo com o Diretor da TNS, é possível que estejamos vivendo um conflito de gerações, já que os mais velhos de hoje invejam as facilidades e a liberdade dada aos teens. A quantidade de informações que a geração Z recebe diariamente é muito grande, porém, com pouco conteúdo, o que pode ser a vantagem dos Y. “Eles obtém informações em cápsulas. Cada vez mais informação com cada vez menos analise”, completa.
Fonte: Thiago Terra, do 
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Acessar redes sociais, falar ao celular e fazer compras pela internet são os hábitos mais comuns dos jovens hoje

Dossiê da MTV Brasil aponta que sucesso está em criar contatos em diferentes plataformas


Onipresença. Esta é a palavra que rege as marcas que pretendem atingir os jovens no Brasil. Em mais um Dossiê Universo Jovem, a MTV Brasil buscou conhecimento sobre o comportamento destes consumidores diante das telas de seus aparelhos. Estar conectado e receber informações novas o tempo todo são as máximas desta edição da pesquisa.

Acessar redes sociais, falar ao celular e fazer compras pela internet são os hábitos mais comuns dos jovens brasileiros atualmente. Entre maio e julho deste ano, a MTV Brasil e a agência A Arte da Marca entrevistaram duas mil pessoas em São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Brasília, Recife, Belo Horizonte e Porto Alegre, das classes ABC, entre 12 e 30 anos.
Os jovens de hoje não consideram os meios para obter a informação. Se antes as empresas escolhiam as mídias para veicular o seu conteúdo, hoje vai depender do perfil que ela quer atingir.  “Os jovens consomem todos os meios, mas com diferentes intensidades. O que prende ele é o conteúdo. A tecnologia quebrou barreiras de classe social, de idade e de fronteiras geográficas”, diz Cecília Novaes, Sócia-diretora da A Arte da Marca.
Internet unifica padrões de consumo
De 2008 – ano em que foi feito o último dossiê – para cá, o acesso à internet cresceu dentro e fora de casa. No ambiente online o que se percebe é que os internautas da classe C possuem os mesmos padrões de referência para consumo de conteúdo que os da classe A. “As diferenças sociais cairam por terra em alguns aspectos. O desejo de uma pessoa do interior é o mesmo que o de outra que vive nas grandes capitais. Do Brasil mais distante até o mais cosmopolita”, aponta Wagner Gorab, diretor de marketing da MTV Brasil.
Os jovens consomem tudo ao mesmo tempo e captam todas as informações. Com este cenário o que resta para as empresas é ampliar seus horizontes. Se a relação deles com os meios mudou, as marcas precisam estar presentes em todos os formatos para atingi-los em todos os lugares, ao mesmo tempo, a toda hora. “O desafio é estar presente em todos os momentos e em plataformas que chegam a esses jovens. Devemos estar preparados para produzir de diversas maneiras, com mobilidade”, ensina Gorab.
Para se adaptar à velocidade dos jovens, algumas companhias aderem à ‘juniorização’. Desta forma, as empresas acreditam que estes consumidores receberão um atendimento mais informal, de acordo com a linguagem que usam no dia a dia. Mesmo assim, ainda há quem discorde. “Não é essa a questão. Quem não é dessa geração não pode fechar os olhos e não entender essa demanda. É preciso olhar para essa geração e entender a dinâmica deles”, acredita Cecília.
Geração das telas
Com todos os olhares voltados para o celular, que é cada vez mais usado por jovens para acessar a internet, o que ainda dificulta o consumo deste serviço no Brasil é o preço. No estudo da MTV Brasil ficou comprovado que os jovens usam todas as funções dos aparelhos. Porém, os serviços menos usados são os que têm adicional na conta. “À medida que esses serviços forem barateando, eles vão explodir”, alerta a sócia-diretora da A Arte da Marca.
Mesmo com o sucesso de outros aparelhos, o celular será uma das principais ferramentas móveis dos jovens. Isto porque os serviços mobile não são necessariamente apenas o aparelho celular. Além dele, o iPad, o iPhone, o notebook e o netbook também podem ser utilizados em lugares diversos. “O mais importante é entender qual o conteúdo de interesse e a moeda de troca que ele quer. Para cada empresa haverá um caso diferente. Não existe mais soluções prontas que podem ser usadas de uma marca para outra”, afirma Cecília.
O Dossiê Universo Jovem 5 – Screen Generation, denominou os jovens como os protagonistas da geração das telas. A principal mudança no comportamento deles passa por imediatismo, diminuição da percepção do tempo, portabilidade e acesso. Junto à isso estão as redes sociais, hoje uma das fontes mais ricas em informações para o marketing. “Esta é a grande janela de relacionamento das marcas e tem papel fundamental para obter informações sobre o comportamento do jovem. Estamos há 20 anos estudando o jovem com propriedade e sabemos que estamos no caminho certo, falando a língua deles”, completa Wagner Gorab.

Fonte: Thiago Terra, do 
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Popularização dos smartphones, do iPad e dos tablets possibilita novas formas de publicidade


Em 2011, iPad, tablets e smartphones merecem atenção
São Paulo - Seguindo o exemplo da economia, 2010 foi o ano em que a internet bateu recordes no Brasil. O número de internautas no país ultrapassou os 80 milhões, o equivalente à população inteira da Alemanha ou duas vezes a da Argentina. O e-commerce fechou o ano com faturamento de R$ 15 bilhões e 40% de crescimento em relação a 2009, um dos maiores índices já registrados, e os sites de compra coletiva tornaram-se um fenômeno de marketing: 246 deles no ar em menos de um ano, com previsão de faturamento de R$ 300 milhões.
Por sua vez, os investimentos em marketing digital atingiram 10% do orçamento de marketing das empresas, com estimativas de aumento de 90% até 2014. Mas é bem possível que essa previsão se concretize até mesmo antes, tal a importância que essa área vem ganhando, conforme revelam as pesquisas realizadas em 2010:
- 94% dos internautas fazem compras online no Brasil (ComScore).
- Consumidores acessam a internet três vezes em média para pesquisar o produto que pretendem comprar (McKinsey).
- Na nova classe média digital na América Latina, 33% das mulheres preferem internet à TV (Razorfish/Terra).
- 60% dos internautas aprovam que empresas usem redes sociais (Ibope Mídia) para divulgar seus produtos e serviços.
- Para 25% dos usuários, redes sociais ajudam na decisão de compra (Ibope Mídia). 
Diante de tais perspectivas, investir em marketing digital em 2011 deixou de ser uma questão de se (vale a pena), quando ou quanto, mas de como. O intuito aqui é apresentar os principais pontos a serem considerados em 2011, principalmente para as empresas de pequeno e médio porte (PMEs). São elas:
e-Commerce: as plataformas de e-commerce são cada vez mais acessíveis, seguras e com vários recursos para administração, controle de estoque, vendas e formas de pagamento. O desafio atual para o sucesso no comércio eletrônico está no atendimento, logística (tanto na entrega quanto na devolução e troca de mercadorias) e segmentação.  
Publicidade online: à medida que mais e mais empresas intensificam sua atuação na internet, todos também querem e precisam aparecer para conquistar a atenção dos consumidores e clientes. Diante disso, os investimentos em publicidade online também precisam ser aprimorados. Não se trata necessariamente de aumentar a verba, mas atuar de forma diferenciada para destacar a empresa. Para tanto, é preciso buscar formas criativas de utilizar ferramentas tradicionais, como links patrocinados, otimização e e-mail marketing, e avaliar o investimento em sites de compra coletiva e programa de afiliados.
Redes socias: torna-se quase obrigatório estar presente nas redes e mídias sociais devido a abrangência entre os internautas e crescimento em importância nas decisões de compra. Mas para se obter resultados efetivos é necessário considerar duas variáveis essenciais: seu público-alvo e a forma como ele interage em cada rede social. A partir desta avaliação é possível definir a melhor forma de atuação, que pode ser promover seus produtos, prestar serviços ou atendimento, tirando dúvidas ou prestando esclarecimentos aos consumidores.   
Tendências: na internet, as novas tecnologias e tendências surgem a todo o momento. Umas evoluem aos poucos, outras parecem surgir do nada e tornam-se fenômenos rapidamente. Em 2011, a tendência que merece mais atenção é o mobile marketing. Acompanhe a popularização dos smartphones com conexão à internet, do iPad e tablets (computadores sem teclado), que possibilitam novas formas de publicidade, como aplicativos (apps) e games.
Profissionalização: o último e talvez mais importante aspecto a ser considerado é a profissionalização da gestão do marketing digital. Seja por meio de profissionais próprios ou de uma agência, é necessário ter a orientação e suporte especializado para planejar, executar e acompanhar as diversas ações, que além de tudo precisam estar alinhadas e integradas a outras atividades comerciais e de marketing da empresa.
*Fonte: Silvio Tanabe, consultor de marketing digital da Magoweb e autor do blog Clínica Marketing Digital
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Hoje, quatro em casa 10 clientes de telefonia móvel possuem duas ou mais linhas
São Paulo – De acordo com uma pesquisa do instituto Data Popular, especializado em consumo emergente, a classe C já representa 54,9% do total de usuários de celular no Brasil. 61% dos gastos de R$40 a R$100 em telefonia móvel por mês vêm desta classe social.

Um dado que reforça a nova configuração deste mercado com o acesso da baixa renda a esse tipo de serviço é a quantidade de linhas por usuário. Segundo o Data Popular, quatro em cada 10 pessoas da classe C possuem duas ou mais linhas de celular.

Muitos desses consumidores são motivados pelo grande número de promoções lançadas pelas operadoras, na tentativa de fisgar novos clientes. Outros, ainda, preferem utilizar aparelhos que funcionam com dois chips como uma forma de separar o contato comercial do pessoal.
O estudo mostrou ainda que nas residências da classe C, o telefone fixo já perdeu espaço para aparelhos móveis. A penetração do celular alcança uma taxa de 84% entre domicílios emergentes, contra 60% de telefones fixos na mesma classe. Dos 84% que possuem celular, 81% são usuários de planos pré-pagos e 19% de pós-pagos.

Fonte: Cris Simon, de 
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Consumidor mobile: experiências vão desde busca por descontos até publicação de experiências de compra nas redes sociais
São Paulo - Mudança é a palavra de ordem no varejo dos Estados Unidos e um eco que se ouve em todo o mundo. Ainda abalado pela crise econômica iniciada em 2008, o congresso anual da National Retail Federation começou neste domingo em Nova York sob a ordem da transformação. A meta comum é ser mais sustentável e interagir com o consumidor pelos dispositivos móveis, dois temas que, por mais debatidos, ainda são pouco desenvolvidos no Brasil, país com a maior delegação internacional do evento nos Estados Unidos.
Se durante 100 anos os profissionais de marketing, tanto do varejo quanto da indústria, tentaram por todos os meios disponíveis convencer o consumidor a comprar cada vez mais, agora, no entanto, eles vivem um dilema, pois um mundo mais sustentável pressupõe menos consumo. A regra é procurar saídas inteligentes e criativas e a tecnologia tem ajudado neste desafio.
Desde o ano passado, os kits de apresentação dos carros da Hyundai foram substituídos por apresentações no Ipad e grandes casos de sucesso em posicionamento verde como a Whole Food têm perdido espaço na mente dos consumidores. Isso porque o Walmart vem investindo em uma série de ações mais sustentáveis e já representa a vanguarda para os norte-americanos.
Mais pessoas compram produtos mais sustentáveis
O conceito de sustentabilidade tem sido fortemente o foco da educação no mundo todo. “As crianças já sabem como os produtos são criados e como são desperdiçados”, afirma Paco Underhill, para quem a tecnologia ajudará a comprar melhor. Talvez apenas o necessário, no caso de um aplicativo que avise o que precisa ser reposto na dispensa na quantidade certa. “O varejo mudará mais nos próximos 10 anos do que nos últimos 100”, aponta o especialista.
Muita coisa mudou no mundo da sustentabilidade em dois anos. Segundo uma pesquisa da McMillan Doolittle, mais pessoas compraram produtos sustentáveis em 2009 do que em 2007. De 49%, o número de consumidores adquirindo itens que ajudam o meio ambiente passou para 60%.
Na outra ponta, o preço mais caro continua sendo o fator que dificulta a compra daqueles que ainda não aderiram ao movimento. Mesmo assim, os “consumidores verdes” não pagam mais de 10% de diferença. Ao mesmo tempo, 75% das pessoas entrevistadas utilizam sacolas reutilizáveis. Outro destaque da pesquisa mostra que as pessoas estão percebendo cada vez mais o posicionamento sustentável das marcas. Por isso, a transparência passou a ser um fator determinante, assim como o mundo dos celulares inteligentes.
Interação do varejo com o mobile é obrigatória
Isso porque os consumidores estão dando mais atenção aos varejistas que dão possibilidade de interação e compra mobile. Segundo Arunabh Das Sharma, diretor sênior da Whirlpool Corporation Ad Center, e William Rosen, Presidente da Arc Worldwide, a integração do varejo com os dispositivos móveis é cada vez mais importante porque ajuda as pessoas a comprar, aponta um extenso estudo realizado pela dupla.
O levantamento mostra que, enquanto há uma parcela dos compradores que somente compara preços e busca a localização de lojas, outra busca por descontos e publica nas redes sociais sobre suas experiências. Essas pessoas estão procurando novidades. É o que proporcionou o aplicativo da Volkswagen para o GTI, baixado por mais de seis milhões de pessoas, porque o lançamento do carro foi via iPhone.
Hoje, um smartphone é uma ferramenta que pode ajudar na compra. O aplicativo do GTI gerou milhares de test drives. Para os brasileiros, a mensagem é começar a ter aplicativos relevantes para as pessoas, como o da Starbucks que indica as informações nutricionais de seus produtos. O que determina o sucesso é a integração entre informação, diversão, entretenimento e customização.
Bruno Mello, do 
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Anunciantes procuram cada vez mais oportunidades para figurar em redes como Twitter e Facebook

São Paulo - As redes sociais tornam-se o canal direto dos anunciantes com consumidores, estes cada vez mais ávidos em colaborar com a criação de novos produtos e com a comunicação das marcas que admiram.

Segundo Kika Oncken, gerente de display do Google, o Brasil lidera mundialmente em número de usuários do Orkut, ficando na frente da Índia e dos Estados Unidos. No final do ano passado, a cantora Ivete Sangalo fez a primeira transmissão ao vivo no Orkut. A ação consistia em responder as perguntas sobre o lançamento de seu último DVD, que foram feitas pelos próprios usuários, dentro da sua comunidade customizada. A transmissão aconteceu dentro do próprio banner, para todos os usuários que entraram no Orkut durante a entrevista.
Apesar de o Orkut continuar na liderança dos sites de relacionamento, o Twitter, e principalmente o Facebook, ganham cada vez mais espaço na preferência do brasileiro. Fundado em fevereiro de 2004, em um dormitório da prestigiada Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, o Facebook reúne hoje 500 milhões de usuários no mundo. Sua marca está avaliada em US$ 50 bilhões e tem um faturamento estimado em US$ 2 bilhões. No último dia 3, o banco de investimentos Goldman Sachs Group Inc. e a russa Digital Sky Technologies investiram US$ 500 milhões no site.
O fenômeno da empresa fundada por Mark Zuckerberg, de 26 anos – o mais jovem bilionário do mundo –,  foi parar nas telas do cinema com o filme “A rede social”, do diretor David Fincher, que relata toda a trajetória da criação desse site de relacionamento, que começou sem querer.
Após o rompimento de um namoro e de uma bebedeira, Zuckerberg resolve hackear os computadores de Harvard e coloca as fotos de todas as garotas do campus, uma ao lado da outra, para votarem na mais bonita. Ele batiza o site de Facemash, que logo adquire um caráter viral, derruba toda a rede de sistemas de Harvard e cria uma grande polêmica no campus devido à suposta misoginia da página.
Pela criação do Facemash, Zuckerberg é acusado de violação de segurança, de direitos autorais e do direito à privacidade. Mesmo assim, naquele momento, nasce a estrutura básica do Facebook, que se expandiu do campus de Harvard para o mundo. Hoje, o Facebook emprega duas mil pessoas e a matriz está localizada em Palo Alto, na Califórnia, e conta com outros dez escritórios nos Estados Unidos e mais 11 no mundo: Irlanda, Alemanha, Inglaterra, Espanha, Itália, França, Suécia, Austrália, Japão, Canadá e Malásia.
O Twitter, criado por Biz Stone e Evan Williams em 2006, está avaliado em US$ 3,7 bilhões e já registra 175 milhões de adeptos no mundo. De acordo com um estudo realizado pela Boo-Box, de 100 ações realizadas por anunciantes no microblogging, houve 300 milhões de views. De olho no filão dos anunciantes, o Twitter lançou no ano passado o Promoted, um novo formato de publicidade.
Anunciantes aproveitam
No último ano, muitos anunciantes estenderam suas ações publicitárias para as redes sociais com o objetivo de se aproximar mais dos consumidores e permitir uma maior interação com eles, mesmo sabendo que correm o risco de serem criticados. Afinal, a internet oferece um espaço maior para o consumidor expressar livremente sua opinião sobre marcas, produtos e serviços.
No final do ano passado, a iThink criou um aplicativo para o Pão de Açúcar no Facebook que sorteia amigo secreto. Para acessar, basta o usuário entrar na página do Pão de Açúcar no Facebook e enviar convites para o amigo secreto, selecionando o dia do sorteio e da troca dos presentes. Depois de fechado o grupo, os participantes podem enviar mensagens anônimas e dicas de presentes.
Hoje, o Pão de Açúcar também está presente no Linkedin, Twitter e Orkut, além de ter um blog. Em recente campanha do Kuat, a RMG criou o “Kuat Oh Yeah Experience”, protagonizado por Marcelo Adnet. A campanha não tinha um site, apenas o brandchannel da marca. Para divulgar a ação, os internautas foram convidados a postar um vídeo de um momento marcante no Twitter, com a hashtag #KuatOhYeah.
A cada semana, blogueiros selecionavam o internauta que tivesse mandando o melhor vídeo e juntos com o apresentador Marcelo Adnet, faziam brainstorms. Esses pensamentos tornaram-se roteiros que foram gravados nas ruas sob o comando de Adnet. “Quando o segundo brainstorm foi ao ar, o número de views no YouTube aumentou de 10 para 100 mil. Resultado surpreendente para uma campanha exclusiva na web”, comenta Patrice Lamiral, diretor de planejamento da RMG.
Já a LG permite, por meio do Facebook, que usuários de toda a América Latina enviem ideias de produtos que melhorem a vida das pessoas. Também foi criado um vídeo inspiracional que ultrapassou um milhão de views no YouTube, além de um concurso de roteiros na plataforma, no qual o melhor roteiro será produzido e veiculado na internet.
E a Smirnoff, por meio de sua página no Facebook, pedia a colaboração dos internautas para a construção do Smirnoff Nightlife Exchange Project, que consistia em uma festa realizada na mesma hora em diferentes cidades do mundo com elementos culturais de outros países. Os anúncios impressos também conduziam  o consumidor ao perfil da marca no Facebook. No final da ação, a Smirnoff conseguiu se relacionar com 65 mil pessoas.
Fonte: Maria Fernanda Malozzi, do 
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E-mail marketing é uma das ações mais mensuráveis e assertivas para impactar a classe C
Hoje, a classe C é responsável por 50% das compras feitas na internet
São Paulo - O e-commerce é uma tendência de solidificação mundial e o Brasil não poderia ficar de fora quanto a sua participação nos crescentes números de faturamento representados pelo setor.

Podemos dizer que estamos vivendo a fase do amadurecimento do e-commerce no país. Fatores como insegurança, falta de confiabilidade ou mesmo informação para o mercado são pontos que, aos poucos, vão deixando de existir por conta dos investimentos do varejo online em promover uma nova cultura de consumo.
Aliado a isso, a praticidade e agilidade requeridas em dias como os que vivemos se tornaram essenciais em uma rotina corrida e atribulada. O e-commerce oferece tudo isso e facilita nossas vidas. É preciso apenas saber com quem interagir de forma que todas essas vantagens sejam revertidas em benefícios próprios.
O alto índice de crescimento conquistado pelo comércio eletrônico é fruto também das diversas condições de pagamento e descontos ou isenções no frete. Iniciativas como parcelamento e ações promocionais também vem atraindo atenção de um nicho de mercado antes dedicado a compras em tradicionais bairros populares. A Classe C é um dos setores que se beneficia desse universo e vem participando ativamente do comércio eletrônico, fazendo parte dos dados apresentados nesse semestre.
Hoje, é o maior público consumidor de e-commerce, representado por 50%, a outra metade pertence às classes A e B.
Fatos como esse demonstram uma evolução significativa, mas que não vem apenas acompanhada da página disponível na internet. É preciso muito mais que isso e, nesse sentido, as estratégias de marketing também devem ser alinhadas ao público que se deseja atingir. Sabemos que os formatos de comunicação entre os diferentes públicos devem ser aplicados também de forma diferenciada. As ações comerciais já praticadas nas lojas físicas devem, nesse momento, mais do que nunca, serem também transmitidas ao ambiente digital.
Para potencializar o e-commerce e atrair ainda mais receptividade junto a Classe C, uma das ações mais mensuráveis e assertivas é o email marketing. Uma pesquisa da Associação norte-americana de email marketing apontou que o canal traz o maior ROI entre todos os métodos de marketing direto. O ROI médio em e-mail marketing é de US$ 45,06 para cada dólar investido, mais do dobro do ROI conseguido com o marketing na internet, que é de US$ 19,94.
A ferramenta vem se tornando fator chave na comunicação entre o varejo e o atual ou futuro cliente. Isso porque permite o envio dos emails diretamente à caixa postal do destinatário, sem intermediários, além das tecnologias dispostas em plataformas automatizadas de envios, que trazem funcionalidades que permitem o acesso a cada clique feito pelo público alvo a partir da mensagem enviada.
É possível saber a exata taxa de abertura a cada ação enviada, mas, acima de tudo e o principal, quem clicou. Descobrir quem realmente interagiu com a campanha da loja virtual é algo como achar o “tesouro” no fundo do mar, em meio a tantos destinatários. Porém, não é somente o uso de plataformas para envios de email marketing que permite maior conversão de vendas a partir das mensagens eletrônicas.
Sabemos que já existe tecnologia para isso e é preciso utilizá-la em prol de nossa marca. Mas a estratégia e planejamento são fundamentais em cada campanha. A partir do momento em que você analisa os cliques e mede o perfil comportamental de seu público, já é capaz de elaborar campanhas ainda mais segmentadas para conquistar mais e mais esse nicho.
Diferente das Classes A e B, o público C tem suas particularidades. Seu hábito de compra não é semelhante ao das outras classes sociais. Ele vê preço, parcelamento e, além disso, busca algo que realmente atraia sua atenção, não compra por comprar e se precisar deixar de adquirir algo no virtual porque sabe que na loja física popular o valor é mais acessível, ele desliga o computador e não se preocupa se tiver que se locomover ao que antes já estava acostumado.
Nesse momento, até a peça promocional disparada por email tem que ser muito chamativa. As mensagens, preferencialmente, devem ter conteúdo e layout altamente promocionais, assunto do email extremamente atraente com referência a promoção/parcelamento de maior destaque, preços em letras atrativas, produtos em evidência e, principalmente, artigos que condizem com suas necessidades e jamais o que é supérfluo a sua realidade.
A equipe responsável por todo ciclo da campanha também é extremamente importante para essa comunicação. Estamos falando de um nicho de mercado com grande potencial e muita maturidade a ser conquistada. Quanto mais a comunicação elaborada tiver relação com suas necessidades, mais as chances de conquistá-lo.
Novamente aqui atribuo o cenário, além do crescimento constante da Internet e de internautas, às estratégias de marketing aplicadas. Não há como se destacar e ganhar vantagem competitiva se os planos de marca, produtos e serviços não forem cuidadosamente elaborados e colocados em ação. Anteriormente falamos do email marketing como uma das mais mensuráveis ferramentas e que aumentam as chances de conversão em vendas, se bem trabalhado, claro. Mas, junto a isso, investimento em links patrocinados, busca orgânica, banners em sites que falam com seu público, participação em redes sociais, parcerias com grandes marcas, entre outros inúmeros recursos digitais devem ser estratégias fundamentais para uma operação bem sucedida, seja com o público A, B ou C.
A constante ascensão tem relação com uma nova maneira de se aplicar um efetivo marketing baseado nas boas práticas digitais, com respeito e privacidade ao e-consumidor, fazendo da ética o ponto primordial para conquista real de um espaço significativo junto ao público e, consequentemente, no mercado.
Abriram-se as portas do comércio eletrônico para a classe C. Esse nicho de internautas continuará contribuindo fortemente para o panorama de crescimento surpreendente a cada ano. A nós, cabe um trabalho que faça jus ao cenário, ou ainda, melhor elaborado para fazer valer a nossa marca em relação à concorrência. Seremos capazes de dizer, a cada liberação de balanço do e-commerce: Faço apenas parte ou estou entre os principais fatores dessa evolução?
*Por Walter Sabini Junior, especialista em email marketing e CEO da VIRID Interatividade Digital

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Pesquisa aborda temas como alimentação, esportes, criatividade, diversidade entre outros


De acordo com a pesquisa, o estímulo à criatividade das crianças está dispersa em plataformas como vídeos online, blogs, Twitter
São Paulo - A Nickelodeon divulga a pesquisa "Geração 5.0 - Os Novos Pilares da Infância" na qual aborda alguns dos temas mais marcantes do universo infantil e adolescente da atualidade: alimentação, atividade física, sustentabilidade, criatividade e diversidade.
O estudo revela o impressionante dado que o Brasil é o país onde se menos pratica esporte nas escolas, em toda a América Latina. Também comparado aos nossos vizinhos, o jovem brasileiro também é o que menos se preocupa com o meio ambiente e sustentabilidade. Além disso, menos de 39% das nossas crianças tiveram contato real com a diversidade – fator que pode ser decisivo no desenvolvimento de comportamento violento, como o bullying.
Segundo a pesquisa, no quesito criatividade, ela faz muito bem às crianças pois promove relações abertas e positivas com a realidade, flexibilidade às novas situações e faz a criança lidar melhor com fracassos e provocações. Oitenta e quatro por cento das mães acham extremamente importante estimular a criatividade dos filhos, mas ainda são bastante tradicionais em relação às atividades criativas. Hoje em dia, o estímulo à criatividade dos filhos está em diversas plataformas, como vídeos online, blogs, twitter, etc. Setenta e oito por cento das mães afirmam que assistir programas infantis é uma atividade que estimula a criatividade dos filhos, 72% concordam que desenhos estimulam seus filhos e uma em cada duas mães acha que jogos interativos na Internet estimulam a criatividade dos filhos.
A pesquisa Geração 5.0 – os Novos Pilares da Infância ouviu crianças e mães no Brasil, Argentina, Chile, México, Colômbia, Venezuela e Peru.

Fonte: http://www.propmark.com.br/


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Brasil concentra 19,45 milhões de acessos à banda larga móvel
São Paulo - O número de usuários de banda larga móvel deve superar 1 bilhão em 2011, poucos meses depois de ter atingido a marca dos 500 milhões, segundo a Ericsson, fabricante de equipamentos para telefonia móvel. O uso de computadores portáteis, celulares e tablets, mais recentemente, impulsionou a internet móvel nos últimos anos.
A região Ásia-Pacífico deve representar a maior parte do número de usuários, cerca de 400 milhões, seguida pela América do Norte e pela Europa Ocidental, com mais de 200 milhões cada uma, segundo a Ericsson.
A companhia divulgou que, em 2008, usuários de internet móvel somavam 200 milhões. Até 2015, a Ericsson aposta em um crescimento para 3,8 bilhões, indicando uma aceleração no ritmo de expansão do setor.
Segundo os dados mais recentes divulgados pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), o Brasil concentra 19,45 milhões de acessos à banda larga móvel. Isso representa quase 10% da população brasileira, que, de acordo com os dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), chega a 190,7 milhões de habitantes.
Fonte: jornal Folha de S.Paulo
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Pesquisa revela que a classe C gastou R$ 242,9 bi em 2010

A Classe C foi responsável por 43,3% do consumo nacional do último ano, com gastos de R$ 242,9 bilhões

São Paulo - Segundo estudo realizado pelo Data Popular - empresa que atua no desenvolvimento de pesquisas e análises para entender como se comporta o mercado emergente - em 2010, as famílias brasileiras gastaram um total de R$ 560,7 bilhões com produtos e na contratação de serviços para a manutenção do lar.
A classe C se destaca nesse cenário, sendo responsável por 43,3% do consumo nacional do último ano, com gastos de R$ 242,9 bi.
O topo da pirâmide, apesar do maior poder aquisitivo, ficou atrás do mercado emergente. As classes A e B juntas gastaram R$ 217,4 bilhões, enquanto as classe C, D e E R$ 343,3 bi.
As classes média e baixas também ficaram à frente das classes A e B na evolução do consumo dos últimos 8 anos. Em um comparativo entre 2002 e 2010, a classe C teve gastos 11 vezes maiores do que em 2002, saltando de R$ 21,7 bilhões para R$ 242,9 bi. As classes D e E juntas consumiram quase 8 vezes mais e as classes A e B quase 5 vezes mais.
Em 2002 as classes altas eram responsáveis por 56,6% do consumo nacional de produtos e serviços para manutenção do lar, enquanto que a classe C representava apenas 26,9%. Em 2010 essa situação se inverteu, a classe média assumiu 43,3% do consumo e o topo da pirâmide 38,7%.

Fonte: http://exame.abril.com.br/
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Previsão é de que o digital passe a ter nos próximos anos de 15% a 20% do share

Massificação dos telefones celulares e o crescente acesso móvel à web favoreceram o aumento de investimentos
São Paulo - Mal começou o ano e o IAB Brasil já reuniu o mercado para apontar perspectivas animadoras para a internet em 2011. Em encontro realizado na manhã desta terça-feira, em São Paulo, a entidade prevê que o meio digital deve crescer 25% em receita e alcançar faturamento de R$ 1,5 bilhão. Em 2010, o crescimento foi de 30%.
Com a melhora, a internet passará a representar 6,5% do que é investido na mídia brasileira. Atualmente, o meio está à frente do rádio e da TV paga em investimento e, a manter o ritmo, passará em breve a ameaçar revistas e jornais.
Numa previsão mais espaçada, o potencial é que o digital passe a ter nos próximos anos de 15% a 20% do bolo publicitário. O IAB esclarece que os dados aferidos não incluem os ganhos com o modelo de links patrocinados, do Google, ou a propaganda feita em redes sociais. o que impulsionaria os números. Para o IAB, 2010 foi o ano da consolidação da internet. Redes sociais, o fenômeno dos sites de compras coletivas e o e-commerce foram o destaque. Este último segmento faturou R$ 7 bilhões durante o ano.
As massificação dos telefones celulares e o crescente acesso móvel à web também ditaram o evento. Das cerca de 200 linhas de celulares no Brasil, 80 milhões já se conectam à rede, sendo que 14 milhões de aparelhos já têm acesso 3G. Segundo dados apresentador, a ordem do interesse do usuário de internetmóvel é: redes sociais,  e-mail, buscas e jornalismo em quarto lugar.
Por fim, o evento que apresentou uma série de estatíscas também deixou uma questão: como fazer para acompanhar e mensurar toda a propaganda que se alastra rapidamente pelas redes sociais? O mercado ainda não tem a resposta definitiva para isso.

Fonte: http://exame.abril.com.br
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Público é cliente em potencial e Marketing deve se adequar ao perfil

Pesquisa demonstrou que este público da “melhor idade” é pouco explorado pelo marketing
Rio de Janeiro - Os idosos estão consumindo mais lazer, moda e alimentação saudável, aponta um estudo recém realizado pela Enfoque Pesquisa.
A empresa classificou o público em três perfis, de acordo com o estilo de vida que levam. O “Celebrators” são aqueles que não se entregam ao “cansaço da vida”, vivem a nova fase com alegria consumindo mais. O levantamento mostra também que este target é pouco explorado pelo marketing, que normalmente foca nos jovens para desenvolver produtos.
Este público da “melhor idade” representa consumidores em potenciais para as marcas que entendem suas demandas e anseios. Entre as atividades que valorizam estão a prática de exercícios, a alimentação equilibrada e saudável e o consumo de cosméticos. Os outros perfis se dividem em dois extremos. O primeiro deles abrange aqueles que assumem a imagem que a sociedade tem dos idosos, vivem cuidando dos netos e são quase invisíveis. Os demais se recusam a aceitar a idade que tem e comportam-se como jovens.

Fonte: http://exame.abril.com.br
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Ivete Sangalo: entre as celebridades preferidas da classe C
Rio de Janeiro - Os consumidores da base da pirâmide econômica brasileira fazem suas compras influenciadas por alguma personalidade da TV, como aponta uma pesquisa realizada pelo Data Popular.
Cerca de 33% das classes C, D e E formam sua opinião graças às celebridades que estampam os anúncios, sendo as mulheres mais influenciáveis do que os homens. Os preferidos são Luciano Huck, que passa uma imagem de família, Ivete Sangalo, pela alegria, e Regina Casé, por ter um perfil com que a massa se identifica.
Ainda segundo o levantamento, Rodrigo Faro e Ana Hickmann são promessas e devem cair no gosto da nova classe média em breve. A modelo chama atenção pela beleza e o apresentador por seu carisma.
De acordo com a pesquisa, mulheres são um pouco mais influenciáveis do que homens

Fonte: http://exame.abril.com.br/


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Sucesso a Qualquer Preço: você sabe incentivar a equipe?
Segundo a revista americana Forbes, Sucesso a Qualquer Preço leva os executivos a pensar em como estão motivando (ou não) sua equipe. A história gira em torno de um grupo de corretores de imóveis que luta para manter seu emprego. Para incentivá-los, a empresa oferece três prêmios pelo seu desempenho: o primeiro é um Cadillac; o segundo é um jogo de facas para churrasco. O terceiro é a demissão. O elenco conta com pesos-pesados da sétima arte, como Al Pacino, Jack Lemmon e Alec Baldwin. Na pele do personagem Blake, um bem-sucedido corretor, o ator protagoniza um dos diálogos cinematográficos mais citados pelos homens de negócios – recheado de provocações e muito mais.
Título original: Glengarry Glen Ross
Diretor: James Foley
Ano: 1992

Como Enlouquecer seu Chefe: para romper a mesmice
Esta comédia é para os que precisam de um empurrão para virar a mesa ou, pelo menos, mudar a rotina, de acordo com a Forbes. Lançado no auge da bolha da internet, Como Enlouquecer seu Chefe retrata o cotidiano entediante e exaustivo dos funcionários de uma empresa de software. Peter, o protagonista, resolve fazer terapia para melhorar seu ânimo. Em meio às sessões, descobre que o problema é o seu trabalho. Para mudar de vida, decide forçar a empresa a demiti-lo e, por isso, passa a sabotá-la – mas suas ações não surtem o efeito esperado.
Título original: Office Space
Diretor: Mike Judge
Ano: 1999

O Gângster: como tomar espaço da concorrência
O Gângster é baseado na história real de Frank Lucas, interpretado por Denzel Washington. Oriundo de uma família pobre da Carolina do Norte, Lucas foi tentar a vida em Nova York, onde se tornou um dos maiores traficantes de heroína dos Estados Unidos nos anos 70. O filme é baseado em uma reportagem do jornalista americano Mark Jacobson. OK. É claro que se espera que os homens de negócios façam sua carreira – e suas fortunas – dentro da lei, mas o filme é estimulante por outro motivo. De acordo com a Forbes, trata-se de uma aula sobre como identificar e explorar as ineficiências do mercado para ultrapassar os concorrentes já estabelecidos.
Título original: American gangster
Diretor: Ridley Scott
Ano: 2007

O Equilibrista: quando é preciso realizar o impensável
O Equilibrista é um documentário que conta como, em 1974, Philippe Petit surpreendeu o mundo ao atravessar o vão entre as torres gêmeas do World Trade Center, em Nova York, por um cabo de aço suspenso a 411 metros de altura. O filme é baseado no livro do próprio Petit, To Reach the Clouds. É verdade que os executivos podem se identificar com qualquer equilibrista por muitos motivos, como a necessidade de satisfazer as demandas mais díspares ao mesmo tempo – da família ao chefe, passando pelos subordinados. A Forbes, por sua vez, destaca outra lição: além de um planejamento meticuloso, realizar algo fantástico só é possível com paixão e visão.
Título original: Man on wire
Diretor: James Marsh
Ano: 2008

Risky Business: como atender à demanda do mercado
Tom Cruise ainda tinha idade para fazer filmes adolescentes quando protagonizou Risky Business, no início dos anos 80. A comédia mostra os apuros em que seu personagem se mete quando resolve chamar uma garota de programa para uma noitada, aproveitando que seus pais foram viajar. O jovem acaba se envolvendo com a prostituta e suas amigas, a ponto de transformar sua casa em um local para que elas recebam seus clientes. Sim, há belas mulheres no filme e a distribuidora o recomenda para maiores de 16 anos. Mas, entre as trapalhadas do jovem Tom Cruise, estão boas sacadas de como identificar uma demanda de mercado e atendê-la com competência, segundo a Forbes. Para quem gosta de cálculos de taxa de retorno, o filme também é um belo exemplo. Custou 6 milhões de dólares e rendeu 63,5 milhões só nos Estados Unidos.
Título original: Risky Business
Diretor: Paul Brickman
Ano: 1983

Assassinato em Gosford Park: você se antecipa ao mercado?
Assassinato em Gosford Park é um belo filme de mistério, recheado de diálogos espirituosos e vários enredos paralelos. A história principal gira em torno do aristocrata Sir William McCordle, que abre sua propriedade para uma grande festa. Temeroso de que alguém queira matá-lo, tranca-se no escritório com uma faca no casaco. E há muitos convidados com motivos para assassiná-lo. Preste atenção, contudo, na governanta da mansão, interpretada por Helen Mirren. Para a Forbes, ela dá uma das melhores definições sobre como orientar os serviços para os clientes: “Eu sei quando eles sentirão fome, e a comida está pronta. Eu sei quando eles ficarão cansados, e sua cama estará arrumada. Eu sei disso tudo antes mesmo que eles o saibam.” Dá ou não dá vontade de saber o mesmo sobre seus clientes?
Título original: Gosford Park
Diretor: Robert Altman
Ano: 2001

Session 9: o cliente tem sempre razão?
Assista a este filme de luzes acesas – ou não. Um empresário quase falido e sua equipe de quatro funcionários aceitam uma proposta sombria: limpar um abandonado sanatório no interior de Massachusetts. Seria apenas uma questão de esfregões e água, não fossem os espíritos que perambulam pelos corredores. Incomodada com as inusitadas companhias, a equipe decide acelerar o trabalho e fazer o que tinha combinado em apenas uma semana, em vez das duas semanas inicialmente previstas. Para a Forbes, a vida dos executivos é isso mesmo: há clientes que causam arrepios. E a mensagem é: nem sempre os negócios são bons, mesmo que você esteja com a corda no pescoço.
Título original: Session 9
Diretor: Brad Anderson
Ano: 2001

A Felicidade Não se Compra: a importância dos colaboradores
Em A Felicidade Não se Compra, um pequeno empresário arruinado enfrenta problemas com os credores e está à beira do suicídio, quando é socorrido por um anjo, Clarence. Com a intervenção sobrenatural, o protagonista, George Bailey, percebe sua própria importância para muitas pessoas. Ao se dar conta disso, passa também a ser ajudado por outros personagens. Para a Forbes, o filme é um lembrete aos executivos: cultive sempre um grupo de colaboradores leais e comprometidos. Só eles poderão ajudá-lo nos momentos mais sombrios – ou, então, apele para os anjos.
Título original: It s A Wonderful Life
Diretor: Frank Capra
Ano: 1946

I.O.U.S.A.: uma empresa não é uma ilha
I.O.U.S.A é um documentário patrocinado, em parte, pela Peter G. Peterson Foundation. Peterson é um investidor bilionário que também atuou como secretário do Comércio dos Estados Unidos. O filme trata da preocupante crise fiscal enfrentada pelos Estados Unidos, fruto do forte desequilíbrio orçamentário da maior potência do mundo. Essa irresponsabilidade fiscal, segundo a película, atrapalha todos os aspectos do país – incluindo as empresas. Para a Forbes, trata-se de um alerta para os executivos: nenhuma empresa é uma ilha, e qualquer planejamento dos negócios requer uma profunda compreensão das forças que estão além das paredes do escritório.
Título original: I.O.U.S.A
Direção: Patrick Creadon
Ano: 2008

Cidadão Kane: o que conta para você no final?
Há clássicos que servem a vários propósitos, desde conferir uma revolução na linguagem cinematográfica até documentar uma época. Para os homens e mulheres de negócios, Cidadão Kane é um retrato da busca incansável de poder e riqueza – e de como o protagonista descobre o que é mais valioso na vida, segundo a revista americana Forbes. O personagem principal, Charles Foster Kane, dono de uma rede de jornais, foi inspirado em William Randolf Hearst. Seu grupo chegou a controlar 28 jornais, 18 revistas, uma produtora de cinema e cadeias de rádio nos Estados Unidos.
Título original: Citizen Kane
Diretor: Orson Welles
Ano: 1941
Fonte: http://portalexame.abril.com.br