Posted by Dayane Iglesias |
A Exame edição 978 do dia 20/10/10 publicou uma excelente matéria chamada ‘A Classe C Cai na Rede’ que fala sobre a digitalização da nova classe média brasileira como a utilização da internet está mudando suas vidas.
Os dados foram plotados com base em estudos realizados pela Razorfish, Agenciaclick Isobar, FGV, Data Popular e e-Bit.

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Estudo da Sophia Mind mostra que 21% delas acessam essa rede social no Brasil e 47% seguem empresas ou marcas
Durante o mês de julho de 2010, a Sophia Mind, empresa de pesquisa e inteligência de mercado do Grupo Bolsa de Mulher, entrevistou 737 brasileiras, com idades entre 18 e 60 anos, para entender os motivos pelos quais elas seguem empresas no Twitter. O objetivo da pesquisa é entender o que elas esperam dessa interação com as marcas, já que as redes sociais estão sendo cada vez mais usadas como ferramentas de marketing pelas empresas. Em pesquisas anteriores, a Sophia Mind constatou que 93% das usuárias de internet utilizam algum tipo de mídia social e que o Twitter é acessado por 21% delas.
A frequência de acesso é elevada: 39% das usuárias do Twitter lêem as mensagens ao menos uma vez por dia. O principal acesso é feito diretamente pelo site do Twitter (86%), sendo baixo o uso de outros aplicativos e mobile.
Quarenta e sete por cento das usuárias do Twitter seguem empresas ou marcas. Algumas empresas se destacam, como: Submarino, Saraiva, Natura, Nestle e GNT. O principal interesse das mulheres são as promoções diretamente no Twitter (40%). Praticamente o mesmo percentual de usuárias é atraído pelo conteúdo enviado por empresas e pelas promoções de preço.
As mulheres esperam interação com as empresas. Esperam que elas as sigam e respondam seus tweets, ou seja, comunicação de mão dupla. Este é o desejo de 83% das usuárias do Twitter. Empresas e marcas que mantêm contas apenas para divulgação de produtos ou monitoração de mensagens não são atraentes para as mulheres.
Para as empresas que pretendem entrar e/ou ter sucesso no contato com clientes e prospectsvia Twitter, pode-se destacar as dicas:
  • siga seus clientes;
  • atualize o perfil da empresa constantemente e dê informações relevantes paras as usuárias;
  • faça do Twitter uma ferramenta de relacionamento e não apenas um canal de divulgação.

    Fonte: www.sophiamind.com
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Estudo da Sophia Mind revela que elas movimentam R$ 1,3 trilhões por ano, ainda assim, 89% das entrevistadas estão insatisfeitas com pelo menos um segmento de produto ou serviço
Responsáveis pelo consumo anual de U$ 20 trilhões, valor maior do que duas vezes os mercados de India e China juntos, as mulheres são hoje o maior mercado consumidor do mundo. Por aqui, elas também ocupam o topo quando o assunto é consumo. Um estudo realizado pela Sophia Mind, empresa de pesquisa e inteligência de mercado do grupo Bolsa de Mulher, com 1.917 mulheres das cinco regiões do país, no primeiro trimestre de 2010, revelou que elas são responsáveis pela decisão de compra de nada menos que 66% de tudo o que é consumido pelas famílias brasileiras. Ou seja, dos R$ 1,972 trilhão gastos anualmente com bens e serviços no país, R$ 1,3 trilhão são decididos por elas, valor que transforma o Brasil em um dos maiores mercados femininos no mundo. O estudo faz parte do livro “Poderosas Consumidoras – o que quer e pensa a nova mulher brasileira”, que o Bolsa de Mulher lança em julho.
“Administrando um montante superior à sua massa salarial, as brasileiras não apenas decidem e compram diretamente, mas também influenciam e controlam os gastos masculinos. E, mais do que a própria renda, elam gerenciam o orçamento familiar como um todo”, afirma Andiara Petterle, CEO do Grupo Bolsa de Mulher.

Mercados – O estudo da Sophia Mind identificou quatro grupos de mercado, que juntos somam 79% do consumo total das famílias – os outros 21% referem-se a gastos que não implicam em decisão de compra, como impostos e contas de serviços públicos como luz, gás e água.
O primeiro deles agrupa os segmentos em que predominam as escolhas femininas. Produtos específicos para mulheres (vestuário, beleza e cuidados pessoais), produtos para o domicílio (alimentação, produtos de limpeza, decoração) e bens e serviços ligados à educação dos filhospossuem 83% de suas decisões de compra em mãos femininas. Desse total, o controle feminino chega a 93% em gastos nos salões de beleza, 82% na alimentação familiar e 73% na educação dos filhos.
O segundo grupo contempla os mercados em que a participação feminina é maior do que a masculina, somando-se compra direta (total controle do processo decisório) e influência (parte que cabe a ela das decisões em conjunto com outros membros da família). Estão nessa categoria lazer e entretenimento, saúde, serviços para a família (telefonia, internet) e gastos de maior valor, como reforma da casa ou compra de eletrodoméstico, por exemplo. As mulherescontrolam 67% desses mercados. Elas são responsáveis por 66% dos gastos em restaurantes e 63% nos com planos de saúde e na telefonia celular.
O terceiro grupo é formado pelos mercados cujas decisões de compra são equilibradas. Dele fazem parte os serviços bancários e a compra de produtos eletrônicos. As mulheres são responsáveis por 53% dos gastos no segmento. Elas controlam 58% dos gastos com TVs, sons e DVDs e 51% dos com vestuário masculino e bebidas.
O quarto e último grupo reúne os mercados com menor participação feminina nas decisões de compra. São eles os serviços ligados ao setor automobilístico, ao cuidado pessoal masculino e à manutenção de aparelhos domésticos. As mulheres decidem 36% do total gasto no segmento. Mesmo assim, 43% da decisão da compra de carros já são controlados por elas e 46% dos serviços de concertos de eletrônicos e eletrodomésticos também.
Ocupando os três primeiro lugares no ranking dos principais gastos familiares estão a compra de alimentos, a manutenção de veículos e a alimentação fora de casa. Com base nesses dados, é importante ressaltar que os poucos mercados onde o homem ainda tem maior domínio nas decisões de compra são mercados em que as despesas familiares são significativas – caso específico do mercado automobilístico. Mesmo assim, o estudo mostra que as mulheres ganham cada vez mais espaço em setores antes dominados pelos homens, como a compra de automóveis e a escolha dos serviços financeiros.
Insatisfação feminina – Em pouco tempo, a participação feminina no consumo das famílias brasileiras deve crescer em grandes proporções. Mas, apesar de representarem o mais importante mercado consumidor do país, as mulheres não estão felizes com os produtos e serviços disponíveis atualmente para elas. Nada menos que 89,25% delas se disseram insatisfeitas com pelo menos um segmento de produto ou serviço.
Os mercados de planos de saúde (38%), fitness (29%) e serviços financeiros (28%) são apontados por elas como os setores que menos entendem as necessidades femininas e que não conseguem atendê-las de forma satisfatória. A maior parte das reclamações está relacionada à oferta de produtos e serviços que não são planejados levando em consideração suas necessidades, tais como a falta de tempo e uma comunicação mais eficiente e atenta.

Fonte: www.sophiamind.com
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Estratégia com base na geografia
O geomarketing é hoje uma peça fundamental para a tomada de decisão. Com a utilização de um sistema baseado em mapas digitais, softwares GIS e bases de dados diversas, as informações são distribuídas graficamente, podendo-se, por exemplo, analisar as tendências de mercado, monitorar a concorrência, visualizar oportunidades e lançar campanhas de marketing. Imaginem o caso da área de marketing da FIAT, que tinha a missão (quase impossível) de analisar relatórios gerados pelo banco de dados da corporação com cerca de 28 milhões de veículos vendidos, 5561 municípios, 150 pontos de atendimento e 300 concessionárias. Com a implantação de um projeto de inteligência competitiva utilizando o geomarketing, as pilhas de relatórios foram substituídas por consultas via Web em tempo real. Isso significa o acesso a informações sempre atualizadas e a garantia de preservação dos dados gerados em sua forma nativa. O resultado não poderia ter sido melhor: aumento da eficiência e da rapidez das análises !
Veja o exemplo do Pão de Açúcar. A marca principal do Grupo é direcionada para o consumidor que busca alta qualidade, atendimento diferenciado, diversificação selecionada, além de soluções eficientes e inovadoras. Por outro lado, a bandeira Compre Bem/Sendas identifica-se com a mulher batalhadora, de orçamento restrito, que gerencia o lar, e o supermercado geralmente está localizado nas periferias. Já o Hipermercado Extra oferece variedade a preços competitivos em diversas regiões de uma mesma cidade, enquanto o Extra-Eletro é especializado em eletroeletrônicos, móveis e itens de bazar. Há ainda o Extra-Fácil e o Extra-Perto, que são supermercados de fácil acesso para atender bairros específicos, além da marca Assai, cujo foco são pequenos varejistas e atacadistas.
Outra empresa que não viveria sem o Geomarketing é a Domino's Pizza. Eles usam o conceito para poder tangibilizar o posicionamento: "Entrega em 30 minutos ou a pizza é de graça". A rede norte-americana, que foi adquirida pelo Grupo Umbria em 2004 no Brasil e ganhou espaço no Rio de Janeiro, agora tem como foco a expansão no mercado paulistano. De acordo com um estudo de Geomarketing do Umbria, a cidade oferece 51 regiões com potencial para a Domino's. Hoje com três lojas em atividade e quatro em obras em São Paulo, o Grupo busca implementar a marca com a característica do estado, como a massa "paulista" - mais fina que a tradicional - adaptando assim o mix de produtos para o consumidor local.
Como a missão da empresa é conseguir entregar pizzas quentinhas em até 30 minutos, estar no trânsito caótico da maior cidade da América Latina é um desafio a mais. Por isso, os pontos de venda são escolhidos com base no Golden Mile, um formato de medida americana, para atender os domicílios presentes em um raio de 1,6 km. Desde o layout da loja, até a linha de produção, tudo é feito neste raio que abrange cerca de 20 mil casas. Este número poderia até parecer tímido não fosse a contribuição que o Geomarketing dá ao indicar o potencial de consumo de milhares de residências juntas.
O geomarketing não é simplesmente um novo modismo como os inúmeros emaranhados de siglas que surgem a cada dia como o CRM (Customer Relationship Management), RTE (Real Time Enterprise), BAM (Business Activity Monitoring) e DCM (Demand Chain Management). É um novo conceito para auxílio no processo de tomada de decisão que veio para ficar. Cabe aos departamentos de marketing, amparados pelas áreas de TI, entender as diferenças entre as ferramentas e escolher as mais eficientes para atender os desafios a serem enfrentados, levando em consideração fatores importantes como relação custo-benefício, retorno sobre o investimento, facilidade de uso, escalabilidade e integração com os sistemas existentes. Afinal, a melhor parceria tecnológica é aquela de longo prazo e seu sucesso só é possível com soluções que gerem resultados e respeitem os investimentos já realizados.

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“ – Mas eu amava ele de verdade.

- Grande coisa. Você se apaixonou por uma pessoa e daí? Não entende o que aconteceu ? esse cara tocou um lugar no seu coração mais profundo do que você pensava que era capaz de alcançar. Em outras palavras, você foi fisgada, menina. Mas esse amor que você sentiu foi só o começo. Isso é só o amor mortal, limitado, café com leite. Espere para ver como você é capaz de amar mais profundamente do que isso. Nossa, Sacolão... você tem a capacidade de um dia amar o mundo inteiro. É o seu destino, não ria.

- Não estou rindo – Na verdade, eu estava chorando- E, por favor, não vá você rir de mim agora, mas acho que o motivo pelo qual é tão difícil para mim esquecer esse cara é que realmente achava que o David fosse minha alma gêmea.

- Provavelmente era. O problema é que você não entende o que essa expressão significa. As pessoas acham que alma gêmea é o encaixe perfeito e é isso que todo mundo quer. Mas a verdadeira alma gêmea é um espelho, a pessoa que mostra tudo que esta prendendo você, a pessoa que chama a sua atenção para você mesmo para que você possa mudar a sua vida. Uma verdadeira alma gêmea é provavelmente a pessoa mais importante que você vai conhecer, porque elas derrubam as suas paredes e te acordam com um tapa. Mas viver com uma alma gêmea para sempre? Não. Dói demais. As almas gêmeas só entram na sua vida para revelar a você uma outra camada de você mesmo e depois vão embora. Acabou, Sacolão. A missão do David era acordar você, tirar você daquele casamento do qual você precisava sair, destroçar destroçar um pouquinho do seu ego, mostrar para você os seus obstáculos e vícios, despedaçar o seu controle que você fosse obrigada a transformar sua vida, e depois apresentar você a sua mestra espiritual e sair fora. Essa era a função dele, e ele foi ótimo, mas agora acabou. O problema é que você não consegue aceitar isso, que esse relacionamento tinha um prazo de validade bem curto. Você parece um cachorro cheirando lixo, baby... fica lambendo uma lata vazia, tentando tirar mais comida La de dentro. E, se você não tomar cuidado, essa lata vai ficar presa no seu focinho pra sempre e tornar sua vida infeliz. Então largue isso.”
(...)

- (...) Se você liberar todo esse espaço na sua mente que está usando agora na sua obsessão por esse cara, vai descobrir um vazio ali, um espaço aberto... um entrada. E adivinhe o que o universo vai fazer com essa entrada ? Ele vai entrar... Deus vai entrar... e vai encher você com mais amor do que jamais sonhou. Então pare de usar o David para fechar essa porta. Esqueça isso.”
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Um trecho do livro "Comer, rezar, amar", quando a Liz estava na Índia, dedicando-se à meditação:
“Todas essas perguntas tornaram a surgir em minha mente esta tarde, quando descobri um banco tranqüilo em um dos jardins do ashram e decidi ficar sentada meditando durante uma hora (…). Infelizmente eu havia me esquecido do que “pinta” na Índia ao entardecer: mosquitos. Assim que me sentei naquele banco em meio ao crepúsculo, pude ouvir os mosquitos voando em minha direção, roçando em meu rosto e aterrisando – em um ataque coletivo – na minha cabeça, tornozelo, braços. E, em seguida, senti suas picadas pequenas e vorazes. Não gostei daquilo. Pensei: “Esta é uma hora ruim do dia para praticar meditação Vipassana”.
Por outro lado – quando seria uma boa hora do dia, ou da vida, para ficar sentada em alheia imobilidade? Quando é que não existe nada zumbindo em volta, tentando distrair você e provocar alguma reação? Então tomei uma decisão. (…) Propus uma experiência a mim mesma – e se eu agüentasse isto, para variar? Em vez de tapas e beliscões, e se eu agüentasse o desconforto sentada durante apenas uma hora de minha longa vida?
Então foi o que fiz. (…) Era uma tentativa amadora de auto-controle. Se eu conseguisse agüentar sentada aquele desconforto não-letal, então que outros desconfortos poderia um dia vir a agüentar sentada? E quanto aos desconfortos emocionais, que considero ainda mais difíceis de suportar? E o que dizer de ciúme, raiva, medo, decepção, solidão, vergonha, tédio? (…)
Mas houve algo de levemente emocionante para mim ao perceber que, durante meus 34 anos na Terra, nunca deixei de dar um tapa em um mosquito que estivesse me picando. Fiz isso automaticamente, assim como reagi a milhões de outros sinais ao longo da vida, grandes ou pequenos, de dor u de prazer. Sempre que alguma coisa acontece, eu reajo. Mas ali estava eu – ignorando o reflexo. Eu estava fazendo uma coisa que nunca tinha feito antes. Uma coisa pequena, tudo bem, mas quando foi que eu pude dizer isso? E o que serei capaz de fazer amanhã que ainda não sou capaz de fazer hoje?
Quando tudo terminou, levantei-me, andei até meu quarto e avaliei o estrago. Contei cerca de vinte picadas de mosquitos. Meia hora depois, porém, todas as picadas haviam diminuído de tamanho. Tudo passa. Depois de algum tempo, tudo acaba passando.”
Comer, rezar, amar – Elizabeth Gilbert – Editora Objetiva
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Estudo aponta que consumidores usam propaganda como informação Segundo estudo divulgado ontem pelo Ibope, em parceria com o Target Group Index, a classe C está disposta a pagar caro por itens de melhor qualidade no setor de cosméticos e higiene pessoal. O levantamento aponta que 75% dos consumidores com renda entre R$ 600 e R$ 2.099 preferem gastar mais dinheiro por um produto de marca já conhecida. 
O estudo também apontou que o consumidor com esta faixa de renda utiliza a propaganda como fonte de informação sobre os produtos.
Segundo a pesquisa, 42% das pessoas da classe C2 (mais próxima da D do que da B) acreditam que os anúncios comerciais apresentam imagem verdadeira das marcas e dos produtos.
Fonte: Jornal Metro 08/10/2010
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Sua calça jeans já rasgou de tanto usar? Veja o que aconteceria com vc se estivesse no comercial da Gap O filme divulga um programa de reciclagem da empresa - quem levar sua calça jeans velha em uma das lojas da marca nos EUA ou Canadá ganha desconto num par novo. O desconto é maior para quem é fã da Gap no Facebook e também para quem fizer check-in na loja usando o Foursquare. O material gerado através da reciclagem é doado para comunidades carentes, e pode servir para aquecer casas, por exemplo. A criaçao é da Mekanism.


Fonte: BlueBus

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0,8% do orçamento familiar do brasileiro é gasto em perfumes, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
O percentual é considerado elevado se comparado com outros países.
Se os primeiros consumidores de perfumes foram os faraós há 2 mil anos a.C., hoje o mundo dos aromas
faz parte do cotidiano de homens e mulheres em todo o mundo. O consumo brasileiro dispara e pode
render bons ganhos aos amantes das fragrâncias secretas.
O Brasil atingiu no ano passado o segundo lugar no ranking mundial de venda de perfumes. Em 2010, deve
se equiparar aos Estados Unidos, seu principal concorrente.
Fonte: Euromonitor e jornal Metro.
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