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Nos últimos 30 anos o mercado tem passado por várias transformações as quais têm gerado a necessidade do produto se destacar ainda mais para conquistar os consumidores.

O poder de negociação, antes centralizado em sua grande parte nas indústrias está sendo direcionado aos varejistas, que desenvolvem suas próprias ações de mercado, produzindo uma imagem diferenciada junto ao consumidor final, não mais dependendo de se fortalecer apenas com a marca de um determinado produto.,

Os varejistas têm adotado uma postura altamente agressiva pois há grande semelhança nas características dos produtos oferecidos por todos e não há como centralizar esforços apenas em promoções de preços, mas também agregar valor através dos serviços prestados (prazo de entrega, montagem, pós-venda, etc.) e relacionamento com o cliente.

Há então certa independência dos varejistas, junto aos fornecedores. Os varejistas passaram a se fundir, formando grandes redes, com maiores poderes de negociação, obtendo melhor possibilidade de comercialização e com grandes condições de exigirem uma atenção diferenciada também junto aos produtores.

As indústrias produtoras, para manterem sua competitividade e não perderem mercado junto aos concorrentes, deverão atuar com um Trade Marketing que terá suas ações exclusivas através do Business to Business, buscando três situações em particular:

Concentração de vendas: a concentração de vendas no B2B gera dependência ao produtor. Tal dependência enfraquece o poder de negociação e em caso de crise financeira poderá afetar diretamente os resultados da empresa, causando inadimplência. Neste caso, a tarefa do Trade Marketing é buscar evitar a centralização de vendas dos produtos em um único cliente ou em poucos clientes.

Valor: todo varejista compra um determinado produto e o revende obtendo sua lucratividade. O Trade Marketing deverá desvincular a idéia de que o preço é o único fator decisivo e desta forma agregar valor apresentando todos os benefícios e vantagens que seus produtos oferecem à revenda do varejista (ex:agilidade, garantia, marca). Se o preço sempre for compreendido como uma condição determinante as negociações poderão se tornar muito desgastantes pois não estará existindo um verdadeiro relacionamento de parceria entre a empresa e o varejista.

Rentabilidade: o Trade Marketing deve avaliar o valor de acordo com o cliente e identificar as margens de resultado em cada um deles. O foco em vendas de grandes volumes irá ampliar os resultados financeiros finais, obtidos com a oferta de valor feita ao cliente.

O papel do Trade Marketing é conquistar o consumidor final no ponto-de-venda garantindo que a empresa produtora consiga não apenas expor seus produtos mas também fazer com que as estratégias de marketing adotadas se mantenham atrativas despertando o interesse de compra.

Fonte: http://www.administradores.com.br/
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A principal executiva de uma empresa de serviços financeiros do Reino Unido foi a uma concessionária para fazer um leasing de um carro da empresa. O vendedor a cumprimentou dizendo: "Eu não sabia que a empresa XYZ estava oferecendo carros a secretárias".
Esse fato foi relatado por Tom Peters, um dos consultores de empresas mais famosos do mundo, em seu livro Reimagine!, no qual afirma que as mulheres são a principal oportunidade de negócios do momento. Será?
É fato: em muitos setores da economia, as compras feitas por homens são minoria. E a balança pende mais para o lado delas. Mesmo quando não assinam o cheque, são responsáveis por mais de 80% das decisões de compra. E não compram só para elas. As mulheres influenciam a compra de outras mulheres em categorias como roupas, acessórios, produtos de beleza e cuidados pessoais; influenciam as compras dos homens em vestuário e acessórios (ao comprar para seus maridos e companheiros); influenciam as compras dos seus filhos e cada vez mais assumem papéis decisivos nas aquisições da família, como automóveis e investimentos financeiros.
O público feminino cresce e aparece na carteira de clientes de empresas de previdência privada. No Itaú, a fatia chega a 55%; na Sul América, 47%; na Caixa Vida & Previdência, 50%.Os dados mostram mudança na previdência no Brasil, onde os planos sempre foram majoritariamente contratados por homens.


Oficiais de compras
Os homens são a minoria dos compradores. No entanto, mais de 80% do varejo é projetado para eles. Será que ninguém percebe isso? Confira na tabela a seguir alguns números:

Tipo de bem Porcentagem das decisões de compra tomadas por mulheres
Bens de consumo 83%
Móveis para casas 94%
Férias 92%
Novas residências 91%
Kits e produtos "faça você mesmo" 80%
Cuecas 80%
Produtos eletrônicos 51%
Carros 60%
Camisas de times 35%
Chuteiras 23%
Novas contas em bancos Escolhem em 89% dos casos
Assistência saúde 80% das decisões vêm delas
Fonte: Reimagine! , Tom Peters e Blog Oficial Tecnisa

Além disso, em 1970, apenas 1% dos passageiros que viajava a negócios eram mulheres. Hoje, elas representam 50%. Não é à toa que a Gol, por exemplo, criou banheiros exclusivamente femininos em suas aeronaves.
Pesquisas apontam milhares de reclamações nesse quesito. Quando acompanhadas por homens, as mulheres são ignoradas pela maior parte dos vendedores, principalmente de produtos/serviços considerados "masculinos".


Respeitando as diferenças
É fato que homens e mulheres são diferentes, que têm necessidades diferentes e respondem a estímulos de formas diferentes. Rosana Braga, palestrante e consultora em relacionamentos, acredita que quanto mais os vendedores puderem compreender a dinâmica feminina melhor atenderão suas clientes e mais conseguirão se identificar com elas, aumentando seu poder de influência. "Saberão que podem até não vender determinado produto, mas que terão conquistado essas mulheres e que, em uma próxima oportunidade, elas certamente voltarão."
A Body Systems, que desenvolve programas de exercícios nas academias, detectou que 60% das matrículas são feitas por mulheres. Diante desse mercado promissor, as empresas de artigos esportivos abriram os olhos.
Como a Nike, que criou uma equipe cuja meta é uma mudança total na forma como os homens vendem, projetam e comunicam-se com mulheres. Rosana afirma que as mulheres vão além do tradicional "qualidade X preço". Beleza, "poder de sedução" do produto, exclusividade e personalização contam. Elas preferem aquilo que evidencia seus próprios atributos, seja como compradora, seja como usuária.


Racionais ou emocionais? ? O publicitário Luiz Alberto Marinho acredita que ambos utilizam tanto o pensamento racional quanto o emocional. "Em uma loja de roupas, por exemplo, as mulheres são mais emocionais e os homens mais racionais. Mas em uma loja de eletrônicos ou computadores esse panorama pode se inverter."
Sammy Roger, diretor geral da Pierre Alexander, afirma que a mulher tem o lado emocional mais desenvolvido que o do homem, por isso seu interesse por marcas ? elas ligam marcas a valores emocionais. Para ele, a mulher tem mais sensibilidade, consegue identificar valores que passariam despercebidos à maioria dos homens. Apesar das emoções, o produto em si é muito importante. "Elas são muito racionais na hora de avaliar resultados. A mulher confere, compara. O homem, por ser mais conservador no consumo, não é tão propenso a experimentar novidades. Um argumento para utilizar com as mulheres é a possibilidade de mudar ou experimentar outra marca." E, fazendo-as se apaixonarem pela marca, o resultado vale muito a pena.
A futuróloga Faith Popcorn, no seu livro Público-Alvo: Mulher, comenta que as mulheres têm três vezes mais probabilidades que os homens de recomendar marcas para amigas: 70% das mulheres ficam sabendo mais sobre um produto através de alguém que já o possui. Isso é transmissão de marca no melhor estilo.
Para Reinaldo Polito, mestre em Ciências da Comunicação, só o contato inicial com as mulheres deve ser mais emocional: "Quem ficar só na emoção, esquecendo de levar em conta a razão na hora de argumentar, corre o risco de perder a venda".


Como vender para elas ? Vamos ver algo que ocorre todos os dias nos shoppings centers. Os homens entram lá, compram o que querem e saem. Já as mulheres entram, ficam o dia todo, experimentam "estoques" de roupas e, muitas vezes, não compram absolutamente nada! Que vendedor ou vendedora agüenta um suplício desses? É preciso ter muita calma nessa hora.

Márcio Miranda, presidente da Workshop Seminários Práticos, reconhece que a melhor arma para vender para uma mulher é a paciência. "O ritmo é diferente e todo o ritual para uma compra também. É preciso cuidado para não menosprezá-las, principalmente quando o assunto é mais técnico."
No ponto de vista de Edmundo Brandão Dantas, doutor em Ciências da Informação e mestre em Engenharia de Produção, as mulheres têm uma sensibilidade muito mais aguçada para a qualidade, um senso estético muito mais acurado e uma capacidade de negociação muito mais completa do que a maioria dos homens. "Sabem escolher produtos de melhor qualidade, buscar alternativas de negociação e pesquisar preços mais interessantes." Além disso, Dantas chama a atenção para o outro lado: "Quando uma mulher decide o que comprar, dissuadi-la é quase impossível, porque ela já analisou tudo".
O palestrante e autor do curso-DVD A Nova Mulher de Sucesso, Marcelo de Almeida, diz que equipes de venda treinadas para vender para mulheres são diferentes das equipes treinadas para vender para homens. "A mulher tem mais paciência para comprar. Ela toma mais tempo do vendedor. A equipe deve ser paciente e ter a capacidade de argumentar emocionalmente." Marcelo diz também que a aparência da equipe de vendas ajuda: roupa, perfume e higiene devem estar em ordem. Marcelo de Almeida chama a atenção para a grande capacidade olfativa das mulheres: "Investir em aromas é importante para vender para mulher".

Sentido Mulheres Homens
Visão Periféricas Focados
Olfato Sensíveis Relativamente insensíveis
Audição O nível de desconforto das mulheres é a metade do dos homens
Tato O homem mais sensível é menos sensível ao tato do que a mulher menos sensível
Fonte: Martha Barletta, Marketing to Women


Como ganhar dinheiro vendendo para mulheres? 
"Conquistando a confiança delas", responde Rosana Braga. As mulheres gostam de sentir que o vendedor está interessado em saber do que ela precisa, do que ela gosta e, principalmente, o que combina com ela. Um vendedor que não se envolve, que não dá palpite e que deixa a mulher se sentindo "sozinha" na compra dificilmente conseguirá atraí-la novamente. O segredo está no equilíbrio. Também não adianta tentar empurrar o produto quando ela já esboçou que não gostou ou que não é aquilo que ela estava procurando.
Vinicius Silva Daniele, gerente de marketing das marcas de supermercados populares CompreBem (São Paulo) e Sendas (Rio de Janeiro) do Grupo Pão de Açúcar analisa que a mulher consumidora deixou de ser passiva e se tornou muito exigente e reivindicativa. Ele conta que é comum elas levarem os maridos ao Procon para registrar uma queixa: "Muitas das conquistas alcançadas atualmente pelos consumidores no Brasil se devem às mulheres".
Rosana Braga lembra que existem vendedores que tentam "ludibriar" a consumidora, avaliando sua delicadeza como "incapacidade de avaliação", e isso é um enorme equívoco. "As mulheres podem até se comportar de forma mais delicada, mas geralmente sabem muito bem o que querem, como querem e quando querem."
Edmundo Brandão Dantas diz que uma forma de ganhar dinheiro vendendo para mulheres é tratando-as, de fato, como consumidoras, com capacidade de tomar decisões e com discernimento para escolhas. "Muitas vezes, um café, uma água ou bolachinhas podem fazer toda a diferença, pois elas se sentem acolhidas, cuidadas. É importante associar o tipo de produto ao ambiente da venda, pois alguns produtos podem demandar mais tempo para serem vendidos. Durante esse tempo, o modo como elas são tratadas conta muito para que voltem ou não à loja", finaliza Rosana Braga.


Produtos para elas
Quem pensa que mulher não sabe apreciar uma boa cerveja errou. Segundo o Ibope, o público feminino já responde por 33% do consumo brasileiro de cerveja, e 81% das mulheres que consomem a bebida se mostram muito preocupadas com a imagem pessoal (leia-se silhueta), mais do que as mulheres em geral (74%).
Jeroen de Winter, gerente geral da Boxer do Brasil, importadora das principais marcas de cervejas européias para o mercado nacional, confirma os dados: "Elas são mais exigentes, mais requintadas e preferem cervejas que também possuam essas características".
E mexer em carro também é com elas. A empresa londrinense MRX lançou amplificadores de som para o mercado feminino em março do ano passado. Marco Alécio Pagnan, diretor-executivo da empresa, conta que nos eventos de tunning pelo Brasil a participação das mulheres era cada vez maior: "Na maioria das vezes, elas pintam alguns acessórios de rosa. Portanto, concluímos que seria bom oferecer produtos personalizados de fábrica".


19 DIFERENÇAS NAS VENDAS PARA HOMENS E MULHERES
Mulheres Homens
São exploradoras São objetivos
Gostam de conversar e de conselhos Não gostam de bajulação nem vendedor no pé
Gostam de lojas coloridas, cheirosas e bem decoradas Gostam de lojas tecnológicas e bem sinalizadas
Pesam mais o impacto daquela compra em


seu meio social
Pesam mais o preço
Adoram falar Falam silenciosamente consigo
Falam emotivamente São literais e ouvem como estátuas
Gostam de novidades Gostam de repetir produtos que já compraram antes e dos quais gostaram
Não se importam em passar mais tempo


na loja se receberem atenção dos vendedores
Exigem rapidez
Pensam mais na hora de comprar São mais impulsivos
Salvo raríssimas vezes, compram o que é importante Preferem supérfluos
Negociam Não pechincham
São mais estrategistas (pensam no futuro) São imediatistas (pensam em curto prazo)
Desconfiam do vendedor Acreditam mais no vendedor
Seduzem (Homens! Cuidado para não se deixar seduzir por pedidos de descontos!) Deixam-se seduzir
Pensam na sobrevivência Não têm um bom sentido de sobrevivência
Poupam Gastam
Questionam, perguntam e se informam até entenderem Quando não entendem algo, para não parecerem ignorantes, não manifestam que não entenderam
Insistem ao máximo Não costumam insistir
Quase sempre conseguem o que querem Nem sempre conseguem o que querem


O que as mulheres compram e por quê
Martha Barletta, em seu livro Marketing to Women, afirma que não se trata de as mulheres exigirem melhores produtos e serviços que os homens. É que as mulheres enfrentam mais problemas para conseguir o que querem. Ela observa que o Wyndham Hotels coloca espelhos de aumento nos banheiros atendendo a sugestões de mulheres que sentiam sua falta para maquiar os olhos. Os homens nunca pensariam nisso, segundo Barletta, mas gostaram quando os espelhos foram instalados porque eles facilitam fazer a barba.
As mulheres, explica Barletta, querem a "solução perfeita". Os homens compram uma solução aceitável e disponível enquanto as mulheres continuam a procurar o perfeito. De vez em quando acham.


Afinal, do que as mulheres gostam? 
Está claro do que não gostam: "Mulher não gosta de grosseria, de tratamento condescendente e, principalmente, de argumentos inconsistentes que agridem sua inteligência. Quem agir assim com elas verá o gráfico de faturamento em vendas sempre no vermelho", enfatiza Polito.
Elas são mais difíceis de convencer, é verdade. Mas lembre-se: elas são mais leais quando convencidas. A jornalista Márcia Peltier afirma: "As mulheres gostam de ser olhadas como seres sensíveis e reconhecidas por terem uma identidade bem diferente da dos homens. Nós, mulheres, amamos demais, pensamos demais, falamos demais e, muitas vezes, sofremos mais do que deveríamos, por conta da nossa sensibilidade em relação ao mundo".
"A literatura sempre colocou que, para os homens, a mulher é um "mistério indecifrável". Será? Sei que temos nossas curvas e vãos arraigados em nossa alma, mas o que queremos mesmo é alguém que nos ouça como somos, sem nos idealizar ou cobrar. O homem que fizer isso entenderá muito bem as mulheres. Palavra de mulher. Eu assino embaixo!"


Fonte: http://www.alessandraassad.com.br/artigos_detalhe.asp?id=37
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Alguma vez você já se perguntou que aroma têm as marcas?

Por que o aroma de um creme solar lembra as férias? Por que o cheiro da fumaça da lenha queimada lembra uma imagem de inverno em família? Até há pouco tempo, ninguém parava para pensar nessas perguntas, e as empresas não tinham se dado conta do efeito que produz um aroma agradável na experiência do cliente. A maior parte das empresas baseia sua identidade corporativa na imagem (no logotipo, no patrocínio ou no mobiliário dos estabelecimentos) e no som (o fundo musical das lojas ou a melodia de um anúncio da televisão). Contudo, a emoção que evoca um odor pode ser decisiva na hora da compra e é possível identificá-lo com os valores que a marca pretende transmitir. Pode inclusive servir para melhorar a produtividade e as condições de trabalho de uma empresa. 

“Há uma mudança de tendência muito importante no processo de escolha do consumidor”, observa Roberto Álvarez del Blanco, professor de Marketing do Instituto de Empresa (IE). Isto se deve à neuroeconomia, “que é a combinação da neurociência, da economia e da psicologia no estudo do processo de escolha dos indivíduos. Esta ciência analisa o papel do cérebro quando a pessoa avalia uma decisão a tomar, quando examina os riscos e as recompensas e a forma como as pessoas interagem umas com as outras”, explica. De acordo com o professor do IE, esse conhecimento permite, por exemplo, “que compreendamos com exatidão a resposta humana diante das cores, da luz e dos aromas”. Contudo, Gerard Costa, professor de Marketing da escola de negócios Esade, diz que não estamos diante de uma mudança de tendência. “A experiência relativa à percepção dos odores corporativos, porém, requer uma técnica ainda muito incipiente”, observa.


Marketing olfativo 

A técnica do “marketing olfativo” é mais uma entre as várias técnicas do marketing emocional. Chegar às profundezas do cérebro do espectador está na moda. Trata-se de uma técnica cujos efeitos perduram por vários anos seguidos. “Ela surge do convencimento de que os objetos têm aroma. Partindo dessa premissa, descobre-se que as pessoas, as casas, as comunidades, as cidades, e até mesmo os países, têm seu próprio aroma”, observa Álvarez del Blanco.

Costa diz que o termo marketing olfativo entrou na moda há cerca de 15 anos, quando se começou a trabalhar com o neuromarketing. “A tendência chegou primeiramente pela publicidade subliminar e, desde então, estudam-se os estímulos que afetam positivamente o cérebro”. Além disso, somam-se ao estudo as recentes pesquisas acadêmicas de caráter científico, estabelecendo-se uma distinção entre “a associação de cheiros às lojas e o projeto de um odor corporativo”.

EUA e Japão são os países onde há mais empresas “olfativas”, isto é, companhias que investem em um cheiro próprio por meio de dispositivos que espalham perfumes nas lojas (ambientadores). A Muzak, provedora de trilha musical personalizada, produz agora também ambientadores para as empresas. A Singapur Airlines aposta no marketing dos cinco sentidos para atingir um público selecionado; a Disney utiliza essa ferramenta há 15 anos em seus parques temáticos. Primeiro, a produtora americana deu um toque de realismo a seu público de filmes de ação ao introduzir cheiro de pólvora e de borracha queimada nas salas. Depois, impregnou as ruas e parques com cheiro de pipoca para despertar o apetite dos seus clientes. O sucesso da técnica empregada pela Disney incentivou a cadeia de hotéis Hilton e Sheraton, os restaurantes Hard Rock, a linha de automóveis de luxo Lexus e a produtora de cinema Paramount a fazerem o mesmo.

Por que todos os carros novos têm o mesmo cheiro? 

Pense, por exemplo, no que acontece quando o vendedor de automóveis lhe passa as instruções sobre o novo carro que você acaba de comprar. Além de se referir à beleza dele, elogiar seu espaço interno, suas linhas modernas, o carro novo também cheira a novo, não é verdade? Não é coincidência o fato de que todos os carros novos “cheirem a novo”. Trata-se de um odor resultante de muitas horas de dedicação de um grupo de especialistas no assunto. “Há aromas específicos e outros que são universais”, explica Álvarez del Blanco. E acrescenta: “Não podemos nos esquecer de que o olfato é o mais primitivo de todos os sentidos. O ser humano tem mil genes relacionados ao olfato. Cerca de 60% estão hoje inativos. O ser humano pode distinguir entre dez mil odores distintos. Não é nada comparável aos cães, que são capazes de identificar cem mil, e aos ratos, que conseguem diferenciar entre 200.000 odores.”

Contudo, criar o aroma de uma marca não é nada fácil. Costa explica que “deveria ser um processo baseado no posicionamento que desejo dar à minha marca, além de ser algo integrado ao mix de marketing de minha empresa e coerente com ele”. O professor da Esade cita como exemplo o sucesso mundial da Singapur Airlines, que “soube construir um odor específico para sua marca em sintonia com outros aspectos do marketing da empresa tomando por base no posicionamento que queria dar à companhia: um toque oriental”.

Em 2003, o marketing de aromas movimentou cerca de 30 milhões de dólares em todo o mundo, e espera-se que chegue a 220 milhões em 2010. Na Espanha, o marketing do olfato é uma técnica ainda incipiente, embora o mercado de ambientadores para o lar e para o automóvel tenha crescido 74% nos últimos quatro anos. Ambos os professores concordam que esse marketing encontra-se ainda em fase inicial, e que ainda há um longo caminho a percorrer. “Nos EUA, o marketing de odores encontra-se mais avançado do que em qualquer outro lugar. Na Espanha, ainda é cedo para uma avaliação. O setor que mais investe nesse tipo de marketing é, principalmente, o de automóveis”, lembra Álvarez del Blanco.

A A de Aroma, uma empresa com um mês de funcionamento, trabalha com a identidade olfativa das empresas de alimento de preparo rápido Pans & Company, Rodilla e Dunkin’ Donuts, mas atua também em outros setores: ela tem entre seus clientes a Telefônica (telecomunicações), Cinesa (cinema), AC Hoteles y Mango (moda). A A de Aroma elabora fragrâncias personalizadas para cada empresa em função dos valores que a marca deseja reforçar, e implanta dispensadores de perfumes em seu estabelecimentos cujos cartuchos são trocados uma vez por mês. 
 
O ser humano é capaz de se lembrar de dez mil aromas diferentes 
Um estudo da Universidade Rockefeller (Nova York) revelou, em 1999, que o ser humano é capaz de se lembrar de 35% dos odores que sente, ante 5% do que vê, 2% do que ouvem e 1% daquilo que tocam. Além disso, a memória pode reter até 10.000 aromas distintos, ao passo que reconhece apenas 200 cores, de acordo com a pesquisa feita pelos cientistas Richard Axel e Linda Buck, vencedores do prêmio Nobel de medicina de 2004.

Comprovou-se também que uma empresa que tenha aroma próprio vende mais do que outra que não possui nenhuma fragrância específica. “Isto acarreta uma diferenciação extraordinária para a marca. Trata-se de uma singularidade que a afeta de modo cabal. As associações estereotipadas são valiosas, fidelizam o cliente e, principalmente, engendram uma qualidade que é tesouro de toda marca”, revela Álvarez del Blanco. Costa acrescenta alguns matizes: “Normalmente, os odores fortes vendem mais. Por exemplo, deixar aberto o forno com pães recém-assados em uma padaria é uma maneira de atrair o cliente que passa pela rua e que se deixa levar pelo aroma agradável que desprende do pão fresco.”

Assim, o odor de um creme solar lembra as férias; a torta de maçã quente evoca uma reunião de família e uma fragrância de brisa marinha é sinônimo de liberdade. Contudo, 83% dos investimentos publicitários se concentram em mensagens que procuram seduzir os olhos e os ouvidos, deixando de conquistar os demais sentidos. Álvarez del Blanco lembra que “o aroma percebido pelo olfato dever ser coerente com a atividade da marca para que o efeito seja agradável”. Portanto, quando se atinge esse objetivo, o cliente tem uma sensação “agradável, de ordem e de profissionalismo”. Contudo, é preciso levar em conta que “somente os odores relacionados com a natureza são odores globais”, lembra Costa. Não se deve esquecer também que, culturalmente, os odores são percebidos de maneira distinta de acordo com o lugar de origem do indivíduo. Contudo, os especialistas estão de acordo em relação ao fato de que os clientes compram experiências, e não produtos. “O odor se associa ao momento em que sinto o desejo de adquirir um produto ou serviço, e não à marca em si. Minha experiência com um determinado produto em casa vai muito além disso”, diz Costa.
 
 
Buscar a diferença 

O sucesso consiste em conseguir criar um aroma que lembre a marca. Os especialistas estão de acordo com o fato de que criar um “odótipo” eficaz requer vários meses de trabalho. “É preciso saber onde a marca se acha exposta, analisar o contexto em que ela é consumida e em que cenário os clientes se relacionam com ela”. “No caso da empresa, é preciso definir com o que exatamente desejo me identificar, e é muito importante pensar nos suportes para o odor: como vou difundi-lo, onde quero marcar presença com ele e onde não quero”, aconselha Costa.

Ambos os professores também acham que é “muito complicado” obter um aroma universal e que agrade a todos. Costa lembra que os odores são percebidos de maneira diferente “pelos homens e pelas mulheres, pelo país de origem, pela idade e de acordo com a experiência de cada um”. Por isso, é impossível que uma mesma fragrância transmita a mesma mensagem a todos. Para Costa, a melhor marca da história do mundo seria aquela que todos associassem a um odor onde quer que fosse. Por fim, lança uma pergunta: “Quem não faz a ligação do odor do incenso com a igreja católica?”
 
Publicado no site wharton.universia.net 
Posted by Dayane Iglesias |

Hábitos de uso e comportamento dos internautas brasileiros em mídias sociais

Posted by Dayane Iglesias |

Segundo dados da ferramenta Target Group Index, 10% do público feminino comenta suas últimas aquisições na internet e faz a avaliação dos produtos. Entre as categorias que recebem mais comentários estão as de telefones celulares, roupas, vida saudável e alimentação

O IBOPE Mídia, em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, traça os hábitos e comportamentos da brasileira quando o tema é consumo.

O levantamento é baseado nas informações da ferramenta Target Group Index e aponta que 67% das mulheres realizaram compras pessoais (excluindo bebidas e alimentos) nos últimos 30 dias, em contrapartida ao índice de 58% entre o público masculino. “As mulheres, de maneira geral,  gostam de variar marcas, procuram preços mais baixos e afirmam que vale a pena pagar um pouco mais por produtos de higiene pessoal de boa qualidade”, destaca Juliana Sawaia, gerente de marketing do IBOPE Mídia.

Entre as mulheres que foram às compras nos últimos 30 dias, 78% declaram ter comprado roupas femininas, 60% calçados, 43% roupas para homens e 39% roupas para crianças e bebês. As lojas de rua seguidas pelos shopping centers lideram como local preferido de compras pelo público feminino.

Vert%


A conectividade e o comércio eletrônico já são realidade no cenário brasileiro - 10% das mulheres revelam que comentam suas aquisições na internet avaliando a qualidade dos produtos. Vale ressaltar que este índice entre o público masculino – tradicionalmente mais interessado no tema tecnologia – é de 13%.

Para elas, as categorias mais comentadas são as de telefones celulares (31%), equipamentos de TV, vídeo, som (28%), roupas (23%), vida saudável, exercícios e alimentação (17%). Já o público masculino opina e faz avaliações das categorias de equipamentos de televisão, vídeo e som (41%), automóveis (32%) e telefones celulares (32%).

A forma de pagamento mais usada é o dinheiro (61%), principal moeda de compra, além dos cartões de crédito (32%), de débito (21%) e cheque (7%).

O estudo foi realizado nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Fortaleza, Brasília e nos interiores de São Paulo e das regiões Sul e Sudeste com pessoas de ambos os sexos das classes AB, C e DE com idades entre 12 e 64 anos. Para este levantamento específico, foram consideradas as respostas de mulheres e homens com 18 anos ou mais, obtidas entre agosto de 2008 e agosto de 2009.

Hábitos e atitudes do brasileiro


Fonte: Ibope
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A Nestlé dá prosseguimento a sua plataforma de branded content e lança uma série intitulada Galera Animal. A animação em 3D foi produzida pela Film Planet em parceria com a argentina Gizmo e será veiculada nos intervalos de Passione, novela das oito da Rede Globo, a partir desta quinta-feira, 16. O enredo traz nove filhotes que defendem o meio ambiente e a sustentabilidade. Não há exposição de marcas nos capítulos. Somente após a série ser concluída, em 30 de setembro, é que os personagens ganharão vida em outras ações da Nestlé.

O objetivo da série com sete capítulos é convidar a família a refletir sobre questões do seu cotidiano. A animação aborda temas como cuidados com a água, sustentabilidade das matas, trabalho no campo, reciclagem, utilização máxima dos alimentos, entre outros, sempre apoiados na importância da amizade, solidariedade e inclusão. A direção de cena é de Flávia Moraes e a trilha sonora dos episódios foi feita pela Satélite Áudio.

O planejamento de mídia desenvolvido pela Nestlé e a Rede Globo contempla o lançamento da série como se fosse um programa da grade, no intervalo, com direito a trailers antes da estreia e chamadas durante a programação.

O primeiro e o último episódios terão duração de seis minutos cada um. Já os episódios de número 2, 3, 4, 5 e 6 terão duração de quatro minutos. Os capítulos serão apresentados às terças, quintas e sábados, com direito à reprise no dia seguinte, na TV Globinho, a partir das 9h45.

Fonte: www.mmonline.com.br
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Quem é e o que faz na Internet a mulher dona-de-casa da classe C, de 25 a 49 anos? Até agora nunca foi possível isolar um público tão específico e descobrir assertivamente dados sobre elas, tais como:
x 40% passam mais de duas horas por dia conectadas;
x 83% se conectam todos os dias;
x 86% participam de alguma rede social;
x 23% já criaram ao menos uma comunidade;
x 33% consideram a Internet um passatempo melhor do que a televisão;
x 78% se sentem mais globalizadas na Web;
x 15% chegam a se sentir mais inteligentes;
x 26% declaram se sentir totalmente seguras em fazer compras online.
Esse é o novo mundo que está sendo aberto com o lançamento da Etnografia Digital, metodologia desenvolvida pela Predicta e MultiFocus. A força dessa ferramenta está demonstrada nos resultados do projeto piloto, que contempla os hábitos de navegação e como eles repercutem nas atitudes e comportamentos das donas-de-casa internautas de classe C. Confira algumas conclusões:
x Os registros de navegação apontaram para uma grande atividade desse público na Web: em 11 dias foram registrados 94.250 acessos em 2.700 URLs diferentes;
x Considerando o tipo de sites acessados, 44% da navegação foram em páginas de relacionamento; 38% em sites de informação; 10% em entretenimento; 6% em e-commerce e 2% em serviços.
Analisando as URLs acessadas percebe-se que, em sites de relacionamento, as redes sociais respondem por 94% dos acessos, sendo o Orkut o mais visitado. O acesso a chats foi significativamente menor, com somente 5%, e os blogs registraram 1%.
Outro dado interessante é que nos sites de busca de informação, apenas 34% dos acessos são para enviar ou receber e-mail, o que mostra a força dos contatos imediatos presentes nas redes sociais. Apenas 10% da procura por informações foram em portais, jornais e revistas, enquanto que “buscadores” foram responsáveis por 56% das visitas.
Já os acessos a serviços são mais distribuídos: Internet Banking foi responsável por 23% das visitas em portais de prestação de serviços, mas perdeu para a busca por emprego, que respondeu por 54% das URLs nessa categoria. O governo vem fazendo um bom trabalho, com 19% do total de navegação em sites de serviços na Web.
E do que essas donas-de-casa abrem mão ao se dedicar de maneira tão voraz à navegação, qualquer que seja a motivação?
Quem mais perde é a leitura, pois 66% confessam que estão lendo menos offline. Por outro lado, 60% delas dizem que diminuíram o tempo de pesquisas de preços nas lojas, pois o fazem pela rede. Portais de produtos usados estão em alta, já que 20% entram com freqüência e, 57%, eventualmente.
Para empresas e anunciantes cuidado com elas: 63% buscam informações sobre os produtos nos sites das empresas e 12% registraram participação em fóruns ou comunidades a favor ou contra uma marca.
A quantidade de dados e interpretações que pode ser extraída da Etnografia Digital é infindável, mas o que vale é saber que é possível desenvolver uma metodologia confiável, que olha e analisa o consumidor pelo lado de dentro, que pode ser aplicada para qualquer público predefinido e com diversos objetivos. Esse trabalho de análise de comportamento nada mais é do que uma evolução do que a Predicta faz há 10 anos. “Antes, analisávamos para as empresas como os internautas se comportavam dentro do site delas ou mediante campanhas. Agora mostramos como eles interagem com todo o universo online e o que pensam dele”, explica Claudia Woods, diretora de serviços da Predicta.
Quem teve papel fundamental no desenvolvimento da metodologia e desse primeiro painel foi a co-autora Ana Helena Meirelles Reis, presidente da MultiFocus. A pesquisa “Na Internet” já é uma realidade no mercado e a MultiFocus vem trabalhando com as ferramentas de pesquisa na Web de forma crescente nos últimos cinco anos. “A aceleração do número de usuários de Internet no Brasil, assim como a ampliação de uso do meio para atividades antes realizadas offline, nos fez perceber a necessidade de uma ferramenta de pesquisa “DA Internet” como um objeto de estudo e não somente um meio. A Etnografia Digital surgiu de uma adaptação do que a MultiFocus já fazia em pesquisa etnográfica offline para o meio online.”
Resumo da ópera: a Etnografia Digital irá revolucionar a forma como as empresas podem usar a Internet para conversar com seus consumidores, quaisquer que sejam, ou alguém imaginava que 32% das donas-de-casa de baixa renda entram em sites de games?
O que é Etnografia Digital?
É um método de pesquisa que monitora o público a ser pesquisado em tempo integral, visando acompanhar o comportamento dos pesquisados em tempo real e ambiente natural. No mundo físico seria o equivalente a ter um antropólogo 24 horas com uma tribo indígena, por exemplo, registrando todos os hábitos e atitudes, de modo a perceber comportamentos que os próprios índios não passariam em resposta a uma pesquisa convencional.
A Etnografia Digital é a adaptação de uma metodologia de pesquisa de observação interativa já bastante utilizada no ambiente offline para o meio Internet. Todas as mulheres que participaram da pesquisa tiveram seus acessos à rede monitorados por uma ferramenta e interagiram diariamente com os pesquisadores, por meio de questionários e chats. Em resumo, a pesquisa extraiu informações importantes decorrentes da análise da navegação e mostrou como as mulheres de baixa renda se relacionam com a Web nos dias de hoje.
Metodologia
A pesquisa foi realizada durante 11 dias corridos (16 a 27 de dezembro de 2009), com 50 donas-de-casa com Internet em domicílio, de 25 a 49 anos, residentes em São Paulo e com renda familiar de até 10 salários mínimos, ou seja, nível sócio-econômico C. Essa faixa de renda foi escolhida porque as famílias nesse patamar foram as que mais impulsionaram o crescimento da Internet, desde 2003, quando eram 2.165 domicílios até 2008, com 8.775 domicílios conectados, segundo Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD 2008), do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Todas as participantes receberam um usuário e senha para se logar nesse período, num site exclusivamente desenvolvido para esse produto, de modo que a navegação de outros membros da família não alterasse os resultados. Além disso, responderam a um questionário online por dia e ao final se submeteram a dois dias de chats.


Fonte: Multifocus, Predicta e http://blogs.abril.com.br/blogdojj/2010/03/que-fazem-na-web-as-mulheres-classe-c-25-49-anos.html