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As mulheres estão mais conectadas e representam a maior parte da audiência das redes sociais, aponta um relatório divulgado nesta semana pela comScore. Segundo o estudo, batizado Mulheres na web: como elas estão dando forma à internet, usuárias da rede gastam 30% a mais de tempo em sites sociais por mês do que os homens.
Ainda de acordo com o relatório, as mulheres são mais engajadas no universo virtual do que seus colegas do sexo masculino e também mais motivadas a realizar compras on-line. A comScore analisou o comportamento feminino na rede em vários locais do mundo e concluiu que, embora representem apenas 46% da população global on-line, as mulheres são muito mais ativas em suas atividades virtuais.
O relatório na íntegra (em inglês) está disponível para download e mostra que, além das redes sociais, games on-line e vídeos estão entre as preferências digitais do público feminino. Curiosamente, a comScore identificou que as mulheres de meia-idade, ou seja, de 45 anos ou mais, são as principais responsáveis pela audiência das redes sociais.
Fonte: Veja
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Nas últimas décadas, com o surgimento e avanço das novas tecnologias, a informação e o entretenimento foram transportados para as múltiplas plataformas de comunicação que se multiplicam a cada dia. Uma revista impressa pode ser lida no site, enviada em formato PDF para o email de um colega ou até mesmo visualizada em celular. Este fenômeno é chamado por Eliana Pereira[1], editora de redação do jornal Meio & Mensagem, como transmídia.

Eliane define como:

“Transmídia é a criação de inúmeras ferramentas de acesso e a geração de novos focos de interesse, que são os atuais movimentos da indústria de entretenimento e publicidade. Tudo isto é pensando em termos estratégicos: abordar conteúdos em diversas mídias, gerar interação e envolvimento, impactar o maior número de pessoas das mais variadas formas e, com isso, obter o maior lucro possível”.

“Os tempos mudaram e as empresas sabem que é preciso inovar para capturar o olhar dos consumidores para seus produtos e marcas”, diz Jeff Gomez, fundador da Starlight Runner, que tem, entre seus clientes, gigantes como Disney, Coca-Cola, Microsoft, Fox e Mattel. O que atraiu todas essas empresas foi a capacidade de Gomez de criar histórias que possam ser desdobradas em diferentes mídias, a começar pela internet. E, assim, fortalecer suas marcas, angariar fãs e vender mais. Gomez é um pioneiro na criação de projetos de narrativa transmídia, em que uma história principal se desdobra em diferentes mídias, de um quadrinho a uma série online, de um filme a um game, ou vice-versa, se expandindo e ganhando, assim, novos contornos e intensidade.

Segundo ele, 
Transmidia é um terno que não gosto de usar de forma isolada. Porque há uma certa ambiguidade sobre o que ele significa e poderia ser o mesmo que multi-plataforma ou crossmedia. Quando você o usa de forma isolada, há esse problema. Entretanto, narrativa transmídia é o termo que me sinto mais confortável em usar, porque você estabelece a noção de que está comunicando mensagens, conceitos, histórias de forma que cada plataforma diferente de mídia possa contribuir com algo novo para uma narrativa principal. Além disso, ela convida o público a participar de alguma forma ou em algum momento. Então, uma boa narrativa transmídia é aquela que se espalha por diferentes mídias, sendo que uma delas é a principal em que a maioria das pessoas vai acompanhar e se divertir, sem a necessidade de seguir o todo, mas quem o fizer terá uma experiência mais intensa.


Fonte: www.artigonal.com e www.istoedinheiro.com.br
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Entender o comportamento do consumidor é a grande meta de qualquer plano de Marketing de uma empresa. Não faltam seminários, livros, reportagens, artigos e documentários que fazem sua parte ao tentar decifrar essa imprevisível e complexa troca que acontece entre quem compra e quem vende um produto. A novidade dos últimos anos é que até mesmo a ciência está estudando isso. O Neuromarketing ainda está dando seus primeiros passos, porém, diversas corporações preferem não perder tempo e já começam a realizar estudos nesta área.
O Neuromarketing surgiu no final da década de 1990 através de estudos acadêmicos de um grupo de pesquisadores nos Estados Unidos. Um deles, Gerald Zaltman, médico e pesquisador da universidade norte-americana de Harvard, teve a idéia de usar aparelhos de ressonância magnética para fins de Marketing, e não estudos médicos.
O termo “Neuromarketing”, no entanto, só viria a ser conhecido alguns anos atrás, cunhado por Ale Smidts,  um professor de Marketing na Erasmus University em Roterdã, Holanda. E foi no início desse século que esta “ciência” passou a ganhar maior atenção, de tal forma que a próxima década pode marcar a consolidação dessa ferramenta.
Fortalecimento do Neuromarketing
Isso ficou ainda mais forte com a divulgação de uma pesquisa científica no jornal acadêmico Neuron, da Baylor College of Medicine, em Houston, Texas. O estudo consistia na experimentação dos refrigerantes Pepsi e Coca-Cola. Em um dos casos, os experimentadores não sabiam qual era a marca a bebida que tomaram.
 
Quando perguntados qual dos dois refrigerantes era melhor, metade respondeu Pepsi. Nesse caso, a ressonância detectou um estímulo na área do cérebro relacionada a recompensas. Já quando elas tinham conhecimento sobre a marca, esse número caiu para 25%, e áreas relativas ao poder cognitivo e à memória agora estavam sendo usadas. Isso indica que os consumidores estavam pensando na marca, em suas lembranças e impressões sobre ela. O resultado leva a crer que a preferência estava relacionada com a identificação da marca e não com o sabor.
Com tal precisão, o Neuromarketing é possível monitorar as emoções vividas durante as experiências de consumo. Essa ciência estuda neurologicamente o estado cerebral de uma pessoa quando expostos a mensagens relacionadas com experiências de consumo, tornando possível a identificação das zonas do cérebro estimuladas. Os aparelhos de ressonância magnética fazem esse trabalho, conseguindo traçar as atividades cerebrais, a formação de sinapses e reações.
Vantagens e limitações
Entre as vantagens, está a possibilidade de descobrir que sentimento uma campanha de Marketing desperta nas pessoas. Isso permite que uma empresa saiba elaborar melhor suas ações, de forma que instigue nas pessoas o que ela deseja. Além disso, é uma fonte de pesquisa mais confiável, uma vez que as respostas dadas a consultores em questionários podem muitas vezes não ser sinceras, apenas refletir uma experiência recente ou influenciada pela resposta de outros (como acontece em sessões de grupo).
Apesar de mais confiáveis que as estatísticas tradicionais, não se pode dizer ainda que os resultados obtidos por meio do Neuromarketing são 100% verdadeiras. Afinal, descrever os sentimentos através de impulsos elétricos ou fluxo sanguíneo é afirmar que o ser humano possui resposta pronta a certos estímulos, equivalendo-o a um simples robô produzido em série. “Isso significa que teremos de admitir os limites do Neuromarketing, uma vez que esta técnica se centra, tantas vezes exclusivamente, no exercício resultante, assombrando erradamente modelos de representação da existência humana”, comenta Paulo Vieira de Castro, Diretor do Centro de Estudos Aplicados em Marketing do Instituto Superior de Administração e Gestão do Porto, em Portugal.
Emoções pessoais e sócio-culturais também entram em jogo, o que explica ainda mais a falta de exatidão. Entre outras limitações está a impossibilidade de prever as mudanças de comportamento ou mesmo de estabelecer um padrão perfeito para determinadas ações de Marketing, uma vez que uma série de fatores imprevisíveis influencia o resultado final.
O complexo comportamento do consumidor
Pensando por esse lado, pode-se afirmar que o Neuromarketing vem não para desvendar, mas sim atestar a complexidade da relação entre a empresa e o consumidor. Esta nova ferramenta atenta para a necessidade de uma abordagem mais íntima com o cliente, tratando-o como um verdadeiro fã da marca ou produto. Afinal, o consumidor não apenas avalia a utilidade de um produto ou a confiabilidade que uma marca o empresta. Há também uma série de fatores emocionais que podem influenciar o sucesso ou fracasso de um lançamento, desde o patriotismo até a simples aversão ao nome.
Essa limitação é melhor explicada por Paulo Vieira de Castro através de uma simples metáfora sobre um rio violento, onde são suas margens que o comprimem, explicando a sua violência. Segundo o especialista, o Neuromarketing falha ao ignorar as margens das relações humanas e desvaloriza o entendimento integral do ser humano. Isso explica porque ações como Marketing Social e Ecológico podem refletir em boas vendas. “Devemos refletir a propósito da idéia de Ray Jackendorff (co-diretor do Centro de Estudos Cognitivos na Tufts University), segundo a qual o essencial da nossa inteligência não está associado inteiramente à consciência. Penso que estamos muito longe da verdadeira consciência, isto no que ao consumo diz respeito”, conta Vieira de Castro, em entrevista ao Mundo do Marketing.
O Neuromarketing vale, portanto, como indicativo, e não prova, de um sucesso. Suas pesquisas podem avaliar as melhores cores a serem aplicadas em produtos e embalagens, examinar que reações um consumidor manifesta enquanto consume um produto, observar o subjetivismo na sua relação com a marca e produto, entre outros exemplos. Basicamente, ele testa se uma ação realmente desperta o sentimento desejado nas pessoas pela empresa e se ele influencia na sua decisão de compra. Ou seja, sua utilidade está em observar como o cérebro funciona e alinhar ações de Marketing ao funcionamento desejado, por mais que seja impossível controlá-lo, uma vez que estamos falando de pessoas.
Essa ciência também pode ser uma boa aliada na hora de enfrentar as artimanhas da concorrência. Uma empresa pode descobrir as falhas de comunicação de uma ação dos concorrentes e criar contra-campanhas em cima disso, de forma a evidenciar melhor esses “buracos” e contrapor com as vantagens do seu produto. “Se a sua mensagem não for passada corretamente, a campanha da sua empresa acabará servindo apenas à concorrência”, alerta Alex Born, autor do livro “Neuromarketing – O genoma do Marketing, o genoma das vendas”.
Neuromarketing é ético?
 O Neuromarketing também abriu uma nova polêmica: as ações de Marketing manipulam o consumidor? Alex Born (foto) acredita que, como toda ferramenta, esta pode ser usada com boas ou más motivações. “O Neuromarketing pode tornar o Marketing mais honesto ou talvez, mais perigoso, se utilizado sem escrúpulos”, conta. Há correntes que temem que empresas transformem os consumidores em simples robôs de compra. “Não acredito nisso. O Neuromarketing mapeia o processo mental em torno da excitação cerebral que poderá levar o cliente à decisão, mas não o pode obrigar a consumir”, conta Born.
As diversas variáveis que envolvem o mercado de consumo podem não possibilitar isso, mas a tática das mensagens subliminares, por exemplo, já se provou eficiente e, para muitos, antiética. Um consumidor, no entanto, pode não ficar feliz com a escolha, momentos depois, e se sentir lesado. “Há que se tomar cuidado com a força dessas ferramentas e os resultados que podem ser obtidos por elas”, alerta Born em entrevista ao Mundo do Marketing.
Grandes empresas e agências já anunciaram pesquisas de Neuromarketing, como Nielsen, Proper & Gamble, GE, Coca-Cola, McDonald’s e K-Mart. “Uma certa mega corporação já investiu mais de 22 milhões de dólares em pesquisas nos últimos três ou quatro anos”, relata Alex Born. “Sabe-se que o Neuromarketing é uma ferramenta com diversas potencialidades, contudo exige orçamentos demasiado generosos, isto para resultados que não são, ao contrário do que se imaginava há alguns anos atrás, a solução para todos os problemas do Marketing”, completa Paulo Vieira de Castro.
Ainda não é possível antever o impacto que o Neuromarketing causará no mercado de consumo para os próximos anos. Espera-se que o setor se consolide na próxima década. Porém, com certeza será um assunto a ser debatido fortemente a partir de agora, além de estar em processo de evolução. “Hoje, temos máquinas de ressonância magnética mostrando as áreas do cérebro em três dimensões. E estudos estão se aprofundando em estados mentais mais complexos, como o stress. Depois da era do conhecimento, vamos entrar na era da excelência humana”, adianta Alex.

Fonte: http://www.mundodomarketing.com.br
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Facebook

1. O usuário médio no Facebook tem 130 amigos.
2. Mais de 25 milhões de peças (links, notícias, posts, notas, álbuns de fotos, etc) são compartilhados a cada mês.
3. Mais de 300.000 usuários ajudaram a traduzir o site através da aplicação para traduções.
4. Mais de 150 milhões de pessoas se envolvem com Facebook em sites externos a cada mês.
5. Dois terços dos Top 100 sites da comScore E.U.A e metade dos Top 100 sites globais da comScore’s são integrados com o Facebook.
6. Existem mais de 100 milhões de usuários ativos atualmente acessando o site Facebook através de seus dispositivos móveis.
7. As pessoas que o acessam via celular o Facebook são duas vezes mais ativas do que os usuários não-móveis.
8. O usuário do Facebook está conectado em média com 60 páginas, grupos e eventos.
9. As pessoas gastam mais de 500 bilhões minutos por mês no Facebook.
10. Há mais de 1 milhão de empresários e colaboradores de 180 países no Facebook.
Estatísticas da assessoria de imprensa do Facebook .

Twitter

11. A plataforma web do Twitter representa apenas um quarto de seus usuários – 75% utilizam por aplicações de terceiros.
12. Twitter recebe mais de 300 mil novos usuários a cada dia.
13. Existem atualmente 110 milhões de usuários dos serviços do Twitter.
14. Twitter recebe 180 milhões de visitas únicas por mês.
15. Existem mais de 600 milhões de buscas no Twitter a cada dia.
16. Twitter começou como um serviço de SMS de texto simples.
17. Mais de 60% dos usuários do Twitter estão fora dos E.U.A
18. Existem mais de 50.000 aplicativos de terceiros para o Twitter.
19. Twitter doou o acesso a todos os seus tweets para a Biblioteca do Congresso para a pesquisa e preservação.
20. Mais de um terço dos usuários acessam o Twitter pelo celular.
Estatísticas do Twitter e Chirp Conference.

LinkedIn

21. LinkedIn é o mais velho dos quatro sites neste post, tendo sido criado em 05 de maio de 2003.
22. Há mais de 70 milhões de usuários no mundo inteiro.
23. Os membros do LinkedIn vêm de mais de 200 países de todos os continentes.
24. LinkedIn está disponível em seis idiomas nativos – Inglês, Francês, Alemão, Italiano, Português e Espanhol.
25. O Chief Financial Officer da Oracle, Jeff Epstein, foi contratado para o cargo através de seu perfil do LinkedIn.
26. 80% das empresas utilizam o LinkedIn como uma ferramenta de recrutamento.
27. Um novo membro se junta ao LinkedIn a cada segundo.
28. LinkedIn recebe quase 12 milhões de visitantes únicos por dia.
29. Executivos de todas as empresas da Fortune 500 estão no LinkedIn.
30. Os recrutadores são responsáveis por um a cada 20 perfis no LinkedIn.
Estatísticas da assessoria de imprensa do LinkedIn.

Youtube

31. O primeiro vídeo carregado foi chamado de “Me at Zoo”, em 23 de abril de 2005.
32. Em junho de 2006, mais de 65 mil vídeos eram enviados todos os dias.
33. YouTube recebe mais de 2 bilhões de espectadores por dia.
34. A cada minuto, 24 horas de vídeo são carregados no YouTube.
35. As contas dos E.U.A representam 70% dos usuários do YouTube.
36. Mais da metade dos usuários do YouTube são menores de 20 anos.
37. Você precisaria viver por cerca de 1.000 anos para ver todos os vídeos no YouTube atualmente.
38. YouTube está disponível em 19 países e 12 idiomas.
39. Vídeos de música representam 20% dos uploads.
40. YouTube usa a mesma quantidade de largura de banda que a Internet inteira utilizava em 2000.
Estatísticas da assessoria de imprensa do Youtube.

Blogs

41. 77% dos usuários de internet lêem blogs.
42. Existem atualmente 133 milhões de blogs listados no diretório principal blog Technorati.
43. 60% dos blogueiros estão entre 18-44 anos de idade.
44. Um em cada cinco blogueiros atualizam os seus blogs diariamente.
45. Dois terços dos blogueiros são do sexo masculino.
46. Blogs corporativos representam  14% dos blogs.
47. 15% dos blogueiros passam 10 horas por semana blogando.
48. Mais da metade de todos os blogueiros são casados e / ou pais.
49. Mais de 50% dos blogueiros têm mais de um blog.
50. Blogueiros usam uma média de cinco diferentes sites sociais para direcionar o tráfego para o seu blog.
Estatísticas do Technorati .
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Fiscais da Secretaria do Ambiente farão intensa vigilância ao comércio para garantir o cumprimento da Lei 5.502/2009, que determina, a partir desta sexta-feira (16), a redução do uso de sacolas plásticas em supermercados e estabelecimentos comerciais de médio e grande porte no Estado do Rio de Janeiro.
O Diário Oficial do Estado publicou na terça-feira (13) o veto do governador Sérgio Cabral ao projeto de lei que prorrogaria até janeiro de 2011 a entrada em vigor dessa nova legislação.
A lei marcou para 16 de julho o prazo final para que as grandes redes supermercadistas fizessem efetivamente a substituição das sacolas plásticas pelas retornáveis. A partir desta data, ela prevê a substituição das sacolas plásticas por outra de material resistente, porém reutililizável.
De acordo com a secretária do Ambiente, Marilene Ramos, inicialmente os fiscais não vão aplicar multas aos estabelecimentos, apenas orientá-los.
– Nossa fiscalização, neste primeiro momento, será educativa. Claro que vamos fazer blitzen com fiscais do Inea (Instituto Estadual do Ambiente) e do pessoal da nossa Coordenadoria Integrada de Combate aos Crimes Ambientais, mas sempre acompanhados de equipes de educação ambiental.
Os consumidores também serão alvo da campanha educativa, que distribuirá folhetos explicativos sobre as consequências negativas para o meio ambiente do uso de material não degradável como as sacolas plásticas.
Além disso, segundo a lei, quem optar por não usar esses sacos vai ganhar desconto nas compras. A cada grupo de cinco itens comprados, haverá um abatimento de R$ 0,03 do valor total da compra. O consumidor que devolver sacolas plásticas também será beneficiado: a cada 50 unidades, o cliente ganha um quilo de arroz ou feijão.
Desde que foram introduzidas no país, na década de 80, as sacolas plásticas passaram a ser reutilizadas pelos brasileiros para o acondicionamento do lixo. No Brasil, cerca de 12 bilhões de sacolas plásticas são distribuídas por ano. A reciclagem desse material é de difícil mensuração. Poucos sacos plásticos são corretamente destinados. Como geralmente estão misturados a outros resíduos, ficam contaminados e inutilizados para a reciclagem.
A Lei 5.502/2009 dispõe sobre a substituição e o recolhimento de sacolas plásticas em estabelecimentos comerciais localizados em todo o Estado do Rio, como forma de colocá-las à disposição do ciclo de reciclagem e proteção ao meio ambiente fluminense. Segundo a lei, o prazo para a substituição destas sacolas é de dois a três anos para microempresas e empresas de pequeno porte. Para as empresas de médio e grande portes, o prazo é de um ano.

Assista ao vídeo:

Fonte: http://noticias.r7.com/rio-e-cidades/
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Infográfico interessantíssimo sobre a situação das empresas brasileiras em relação às mídias sociais. 
Datado de 14/07/2010, realizado por Ralphe Manzoni Jr. 
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Foi realizado um estudo para descobrir quem são os brasileiros ativos nas mídias sociais, quais ferramentas eles mais participam, para qual uso e qual a influência dela em suas vidas. A pesquisa foi feita pela E.Life e a Inpress Porter Novelliu e chegou a conclusão que o perfil do internauta brasileiro é jovem de alta renda e residente das grandes capitais.
A grande maioria é heavy user da Internet e fica mais de 40h semanais conectados. O Orkut, o Twitter, o YouTube e o Blogspot são os serviços de mídias sociais mais populares e são utilizados quase todos os dias. A maioria utiliza o Twitter em busca de informações e notícias, o Orkut é mais utilizado para manter contatos com amigos, parentes e colegas. Já o YouTube e o Blogspot são utilizados como passatempo e para divulgar o conteúdo pessoal, respectivamente.
Em relação a hábitos de compras, os entrevistados utilizam a Internet para fazer pesquisas sobre os produtos/serviços antes de adquirí-los. A grande maioria também faz compra de produtos na Internet e também utiliza a rede para reclamar de produtos e serviços.
Fonte: Proxxima
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Brasil já é o 2º país em número de twitteiros






Fonte: Revista Super Interessante (Abril 2010)
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El privilegio de la vida..... AMAR
El don de la vida......SOÑAR
La conquista de la vida......LOGRAR OBJETIVOS
El objetivo de la vida.....DISFRUTAR
El reto de la vida......SUPERARSE A SI MISMO.
El propósito de la vida.......CAMBIAR.
La oportunidad de la vida.....ATREVERSE.
El desafío de la vida......ARRIESGAR
La aventura de la vida.....APRENDER
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Essa marca inglesa existe há mais de 300 anos e hoje é líder do segmento de speciality teas.Para apreciadores por todo o mundo, é sinônimo de chá. Desde 1837 a Twinings tem o privilégio de ser a fornecedora exclusiva de chá da realeza britânica, utilizando o selo de "By Appointment to Her Majesty Queen Elizabeth II" nas embalagens dos seus produtos. 
Twinings utiliza ingredientes de países como China, Himalaia, Ceilão, Índia, Sri Lanka, criando sabores diferentes e buquês requintados. O famoso Earl Grey é o sabor mais vendido no mundo. No Brasil, você encontra ampla variedade de sabores: desde os famosos chás pretos até exclusivos sabores de chás verdes e infusões de flores
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Fonte: Jornal Metro
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A Gigya , plataforma de otimização social para as empresas on-line, lançou semana passada pelo Mashable um infográfico sobre as múltiplias identidades na internet, mostrando a unificação dos logins e senhas para diversos serviços on-line. Além disso, é vê-se que existe uma preferência em uso de certos logins para certos tipos de serviço, mostrando que os usuários confiam identidades diferentesem diferentes serviços.
Veja abaixo o infográfico:

Fonte: http://midiaboom.com.br/
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Com um crescimento avassalador e chegando aos 500 milhões de usuários pelo mundo, o Facebook começa timidamente a crescer na América latina e principalmente no Brasil. Nenhum número dos dados que estão ai pela internet é um comunicado oficial do site e por isso a incerteza desse crescimento ainda existe.
O SMLatam, organização latino-americana que discute a mídia social da região, fez um mapeamento sobre esse crescimento e nos mostra que 4,60 milhões de usuários brasileiros estão cadastrados no Facebook – 54% são mulheres. O México domina 12,5 milhões.
Como falei, nenhum número nesse infográfico é um comunicado oficial da rede social de Mark Zuckerberg. Para chegar a esses dados o pessoal da SMLatam fez a pesquisa baseado no cadastro feito no campo “informações pessoais” aonde podem definir país e cidade.

Fonte: http://midiaboom.com.br/


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Estudo da Robert Ralf mostra que o monitoramento da marca é a principal atividade

As redes sociais entraram definitivamente na estratégia de Marketing das empresas brasileiras. É o que diz um estudo da Robert Half feito com 139 profissionais da área. Do total, 74% dos gerentes e diretores de Marketing usam as redes sociais como ferramenta estratégica. A pesquisa ouviu profissionais da indústria (49%), de serviços (29%), do varejo (9%) e do mercado financeiro (3%).
Somando todos os segmentos, 57% dos entrevistados afirmaram já terem feito ou que pretendem fazer algum tipo de treinamento em mídias sociais. Das atividades elaboradas nestes canais, o monitoramento da marca é a mais adotada pelos profissionais, com 20%. Em segundo está a divulgação de lançamentos (14%), seguido por pesquisa sobre os concorrentes (13%) e criação de perfis para interagir (13%). Empatados com 11% das atividades feitas nas redes sociais estão concursos e o recrutamento de profissionais.

Apesar do investimento de diversas empresas nesta ferramenta, apenas 24% dos entrevistados disseram ter verba fixa para o monitoramento da marca. A maioria deles (45%) destina somente 5% do orçamento de Marketing Digital para as redes sociais. 
Por Thiago Terra (Fonte: http://www.mundodomarketing.com.br/)
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  1. Hello Kitty vira marca de óleo para carros
    http://www.bolsademulher.com/estilo/hello-kitty-para-maiores-101693.html

  2. Shrek faz as crianças americanas comerem mais cebola
    http://bit.ly/bTm4B6
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Alex Bogusky defende o fim da publicidade para o público infantil - 'Não é justo' com as crianças

Alex Bogusky, sócio fundador da agência Crispin Porter & Bogusky, surpreendeu o mercado publicitário mundial esta semana ao anunciar sua saída da publicidade e seu objetivo de "participar da revoluçao cultural que está acontecendo em sua maior parte fora da publicidade". Na semana anterior, no entanto, durante o Festival de Publicidade de Cannes, Bogusky publicou em seu blog um longo post contra a publicidade para crianças. Abre seu texto propondo a criação de um novo prêmio no Festival, mais importante que todos os outros, para destacar a empresa que decidir parar de usar o poder da publicidade contra as crianças.

Bogusky argumenta que as crianças não estão prontas para lidar com a publicidade em função do estágio de desenvolvimento em que estão. "Seus cérebros são fundamentalmente diferente (dos adultos), a principal diferença é que o desenvolvimento do lado direito do cérebro não começa realmente antes dos 12. Isso é importante porque sem o lado direito envolvido, todas as decisões e conceitos são muito ou preto ou branco", descreve. As crianças dividem as coisas entre boas e ruins, diz ele, não entendem o cinza, e por isso não estão equipadas para entender a publicidade da mesma maneira que um adulto.

Segue imaginando o que aconteceria se a publicidade para crianças simplesmente acabasse. Sugere que o relacionamento entre pais e filhos melhoraria, já que não haveria mais a publicidade levando as crianças a fazer pressão para os pais comprarem isso ou aquilo. "Mais de 10% das crianças de 12 a 13 anos admitem pedir mais de 50 vezes aos seus pais para comprarem produtos que viram em anunciados. Só isso já basta para fazer todos os pais assinarem uma petição". Bogusky acredita também que sem a publicidade, as crianças melhoraria sua auto-estima. "Mais da metade das crianças pesquisadas (53%) disseram que comprar certos produtos fazem com que elas se sintam melhor sobre si mesmas", diz.

E o que aconteceria com, por exemplo, os canais de TV para crianças? Cartoon e Nickelodeon desapareceriam, imagina Bogusky. A garotada lamentaria, mas conseguiria conviver com isso. "As crianças seriam forçadas a levantar do sofá e pensar em novas maneiras de se divertir. Algumas dessas brincadeiras poderiam até mesmo incluir atividade física", propõe, sem esquecer que o computador e os videogames também seriam uma opção ("pelo menos têm um pouco de interação").

E o mercado publicitário, como fica? O dinheiro destinado a publicidade para crianças não some, ele migra para outras ações, prevê. Mas para quem tem negócio especializado em publicidade para crianças, Bogusky avisa - "seu negócio será uma baixa". Segundo ele, uma estimativa moderada de quanto o marketing para crianças movimenta chega a US$ 15 bilhões por ano. "É chocante descobrir que isso é 250% mais do que era em 1992. Para mim, esses números são assustadores". Cita os países europeus onde a publicidade para o público infantil foi proibida, em especial a Suécia, que tomou a decisão por considerar que anunciar para elas "não é justo" em função do estágio de desenvolvimento do cérebro. "Eu concordo", diz ele.

Bogusky passa pela questão da ética vs lucro e sugere que seria mais interessante para os lobistas da indústria do fast food defenderem a proibição da publicidade para crianças. Afinal, se for criada uma legislação nesse sentido, a indústria do fast food ganharia em imagem por estar "do lado certo" da questão. "Talvez nosso próprio mercado (publicitário) possa fazer lobby para isso. Deus sabe que os publicitários precisam aparecer positivamente na mídia", ironiza.

A proposta final de Bogusky é transformar em índice a maneira como as empresas lidam com a ética e o uso equilibrado da publicidade. Já que as companhia são avaliadas por seus impactos na saúde, sustentabilidade, ética no tratamento dos funcionários e até dos animais, por que não serem avaliadas também por sua ética em relação às crianças. "Qual sua pontuação na prática ética e justa da publicidade? Isso pode ser mensurado e quantificado e pode se tornar parte da decisão de compra. Não apenas para quem tem filhos, mas para todos os consumidores", defende.

Publicitário premiado, Bogusky encerra seu post afirmando que ganhar troféu por deixar de anunciar para crianças seria uma maneira de levar o mercado a defender essa idéia. "Minha esperança para o prêmio Cannes Crystal 2011 é que alguma agência trabalhe junto ao seu cliente para encerrar toda a publicidade para crianças e leve para casa o Cannes Crystal Grand Prix Lion em seu ano de estréia. E isso seria o fim da questão. Porque assim que passar a existir um prêmio para isso, todos nós publicitários estaremos brigando por ele".

Fonte: http://criancasemidia.blogspot.com/
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Escrito por Regina Brett, 90 anos de idade, em The Plain Dealer , Cleveland , Ohio 

"Para celebrar o meu envelhecimento, certo dia eu escrevi as 45 lições que a vida me ensinou. É a coluna mais solicitada que eu já escrevi." 

Meu hodômetro passou dos 90 em agosto, portanto aqui vai a coluna mais uma vez: 

1. A vida não é justa, mas ainda é boa. 
2. Quando estiver em dúvida, dê somente, o próximo passo, pequeno .. 
3. A vida é muito curta para desperdiçá-la odiando alguém. 
4. Seu trabalho não cuidará de você quando você ficar doente. Seus amigos e familiares cuidarão. Permaneça em contato. 
5. Pague mensalmente seus cartões de crédito. 
6. Você não tem que ganhar todas as vezes. Concorde em discordar. 
7. Chore com alguém. Cura melhor do que chorar sozinho. 
8. É bom ficar bravo com Deus. Ele pode suportar isso. 
9. Economize para a aposentadoria começando com seu primeiro salário. 
10. Quanto a chocolate, é inútil resistir. 
11. Faça as pazes com seu passado, assim ele não atrapalha o presente. 
12. É bom deixar suas crianças verem que você chora. 
13. Não compare sua vida com a dos outros. Você não tem idéia do que é a jornada deles. 
14. Se um relacionamento tiver que ser um segredo, você não deveria entrar nele. 
15. Tudo pode mudar num piscar de olhos. Mas não se preocupe; Deus nunca pisca. 
16. Respire fundo. Isso acalma a mente. 
17. Livre-se de qualquer coisa que não seja útil, bonito ou alegre. 
18. Qualquer coisa que não o matar o tornará realmente mais forte. 
19. Nunca é muito tarde para ter uma infância feliz. Mas a segunda vez é por sua conta e ninguém mais. 
20. Quando se trata do que você ama na vida, não aceite um não como resposta. 
21. Acenda as velas, use os lençóis bonitos, use lingerie chic. Não guarde isto para uma ocasião especial. Hoje é especial. 
22. Prepare-se mais do que o necessário, depois siga com o fluxo. 
23. Seja excêntrica agora. Não espere pela velhice para vestir roxo. 
24. O órgão sexual mais importante é o cérebro. 
25. Ninguém mais é responsável pela sua felicidade, somente você.. 
26. Enquadre todos os assim chamados "desastres" com estas palavras 'Em cinco anos, isto importará?' 
27. Sempre escolha a vida. 
28. Perdoe tudo de todo mundo. 
29. O que outras pessoas pensam de você não é da sua conta. 
30. O tempo cura quase tudo. Dê tempo ao tempo.. 
31. Não importa quão boa ou ruim é uma situação, ela mudará. 
32. Não se leve muito a sério. Ninguém faz isso. 
33. Acredite em milagres. 
34.. Deus ama você porque ele é Deus, não por causa de qualquer coisa que você fez ou não fez. 
35. Não faça auditoria na vida. Destaque-se e aproveite-a ao máximo agora. 
36. Envelhecer ganha da alternativa -- morrer jovem. 
37. Suas crianças têm apenas uma infância. 
38. Tudo que verdadeiramente importa no final é que você amou. 
39. Saia de casa todos os dias. Os milagres estão esperando em todos os lugares. 
40. Se todos nós colocássemos nossos problemas em uma pilha e víssemos todos os outros como eles são, nós pegaríamos nossos mesmos problemas de volta. 
41. A inveja é uma perda de tempo. Você já tem tudo o que precisa. 
42. O melhor ainda está por vir. 
43. Não importa como você se sente, levante-se, vista-se bem e apareça. 
44. Produza! 
45. A vida não está amarrada com um laço, mas ainda é um presente.