Posted by Dayane Iglesias |

A Danone acaba de lançar uma ação de marketing promocional com foco no meio ambiente. É o “Danoninho para plantar”. Trata-se de uma edição limitada do tradicional produto no sabor morango, com o objetivo de incentivar a experiência e a educação ecológica das crianças.
ação promocional convida as crianças a plantarem hortaliças e flores nos próprios potinhos de Danoninho, após serem consumidos. Para isso, o produto vai trazer anexo um sachê com as sementes. A Danone também fechou uma parceria com o Instituto Ipê(Instituto de Pesquisas Ecológicas) para contribuir com o reflorestamento da Mata Atlântica. A embalagem do Danoninho vem com um código exclusivo que permite acesso para as crianças criarem uma árvore virtual na “Floresta do Dino” no site da danone.
Posted by Dayane Iglesias |
Aos casados há muito tempo
aos que não casaram aos que vão casar,
aos que acabaram de casar,
aos que pensam em se separar,
...aos que acabaram de se separar,
aos que pensam em voltar...

Por mais que o poder e o dinheiro tenham conquistado
uma ótima posição no ranking das virtudes,
O amor ainda lidera com folga.
Tudo o que todos querem é amar.
Encontrar alguém que faça bater forte o coração
e justifique loucuras.
Que nos faça entrar em transe, cair de quatro,
babar na gravata.
Que nos faça revirar os olhos, rir à toa,
cantarolar dentro de um ônibus lotado.
Tem algum médico aí???
Depois que acaba esta paixão retumbante,
sobra o que?

O amor.
Mas não o amor mistificado,
que muitos julgam ter o poder de fazer levitar.
O que sobra é o amor que todos conhecemos,
o sentimento que temos por mãe, pai, irmão, filho.
É tudo o mesmo amor, só que entre amantes existe sexo.
Não existem vários tipos de amor,
assim como não existem três tipos de saudades,
quatro de ódio, seis espécies de inveja.
O amor é único, como qualquer sentimento,
seja ele destinado a familiares, ao cônjuge ou a Deus.

A diferença é que, como entre marido
e mulher não há laços de sangue,
a sedução tem que ser ininterrupta.
Por não haver nenhuma garantia de durabilidade,
qualquer alteração no tom de voz nos fragiliza,
e de cobrança em cobrança acabamos por sepultar
uma relação que poderia ser eterna.
Casaram. Te amo pra lá, te amo pra cá.
Lindo, mas insustentável.
O sucesso de um casamento
exige mais do que declarações românticas.
Entre duas pessoas que resolvem dividir o mesmo teto,
tem que haver muito mais do que amor,
e às vezes nem necessita de um amor tão intenso.
É preciso que haja, antes de mais nada, respeito.
Agressões zero. Disposição para ouvir argumentos alheios.
Alguma paciência... Amor, só, não basta.

Não pode haver competição. Nem comparações.
Tem que ter jogo de cintura para acatar regras
que não foram previamente combinadas.
Tem que haver bom humor para enfrentar imprevistos,
acessos de carência, infantilidades.
Tem que saber levar. Amar, só, é pouco.

Tem que haver inteligência.
Um cérebro programado para enfrentar tensões pré-menstruais,
rejeições, demissões inesperadas, contas pra pagar.
Tem que ter disciplina para educar filhos,
dar exemplo, não gritar. Tem que ter um bom psiquiatra.
Não adianta, apenas, amar.
Entre casais que se unem visando à longevidade do matrimônio
tem que haver um pouco de silêncio, amigos de infância,
vida própria, um tempo pra cada um. Tem que haver confiança.
Uma certa camaradagem, às vezes fingir que não viu,
fazer de conta que não escutou.
É preciso entender que união não significa,
necessariamente, fusão.
E que amar solamente, não basta.

Entre homens e mulheres que acham que o amor é só poesia,
falta discernimento, pé no chão, racionalidade.
Tem que saber que o amor pode ser bom, pode durar para sempre,
mas que sozinho não dá conta do recado.
O amor é grande, mas não é dois.
É preciso convocar uma turma de sentimentos
para amparar esse amor que carrega o ônus da onipotência.
O amor até pode nos bastar, mas ele próprio não se basta.

Um bom amor aos que já têm!
Um bom encontro aos que procuram!
E felicidades a todos nós!
Posted by Dayane Iglesias |

O ano de 2010 poderá terminar com 5 bilhões de celulares no mundo. Os dados são da União Internacional de Telecomunicações, que prevê 600 milhões de novos telefones deverão entrar no mercado até dezembro. Segundo o levantamento, a crise de 2009 não freou a expansão das tecnologias de comunicação. Os países emergentes têm sido os mercados mais dinâmicos, entre eles China, Índia e Brasil. O mercado brasileiro já seria o quinto maior do mundo a cada 100 brasileiro, 89 têm um aparelho.
Fonte: O Estado de S.Paulo.
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Considerado um dos mais importantes futurólogos do Mundo pelo “Wall Street Journal”, Gerd Leonhard vem ao Brasil falar de negócios e mídias sociais. Segundo ele as redes sociais, como Twitter e Orkut, deverão crescer mais em receita que os meios de comunicação tradicionais, como a TV e o rádio.
Em entrevista ao site Folha Online, o futurólogo afirma que as propagandas bem sucedidas fogem de anúncios estáticos. As mídias sociais alteraram o molde original,dando lugar a games, aplicativos e widgets, por exemplo. “A publicidade e o marketing estão sendo reinventados tanto quanto eu escrevo isso”, explica o alemão.
Essas mudanças não impedem a convergência entre as mídias sociais e tradicionais: “a diferença está apenas nas nossas mentalidades: já não somos (apenas) diretores: nós somos conectores”, afirma.
O futurólogo comenta ainda sobre forma atual da publicidade e relacionamento com o conteúdo. Ele considera que há fusão entre essas duas partes. “A publicidade deve se tornar conteúdo, a fim de ser realmente ser bem-sucedida na internet. Por exemplo, aplicativos para telefones móveis, widgets, games, etc. Algumas vezes, chamo isso de ContVertising [neologismo que funde as palavras "conteúdo" e "publicidade", em inglês].”
Gerd Leonhard atribui esse novo momento à “explosão da internet móvel e mídia social e em tempo real, como Twitter e Google Buzz”.
Quando assunto é a influência das “novas” mídias na mudança de conteúdo das  tradicionais, o alemão é categórico “esta mudança é quase tão grande quanto a mudança que aconteceu com a invenção da mídia gravada, rádio ou TV”.
Fonte: Folha Online
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Marketing Digital – O faturamento do comércio eletrônico nas datas comemorativas em 2009 somou R$ 3,35 bilhões, representando 31% do faturamento total do setor no ano, divulgou a e-bit.
O Natal foi novamente o período mais lucrativo para o setor, com R$ 1,63 bilhão. Em seguida, aparecem Dia das Crianças, com R$ 450 milhões, Dia das Mães (R$ 440 milhões), Dia dos Pais (437 milhões) e Dia dos Namorados (R$ 393 milhões).
Esta foi a primeira vez que o Dia das Crianças teve um faturamento superior a Dia das Mães. O diretor-geral da e-bit, Pedro Guasti, explica que, ” no primeiro semestre, o país ainda sofria os impactos da crise ” .
Fonte: Valor Online
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Mais de 90% dos internautas pesquisam na web antes de comprar um produto ou contratar um serviço. Este é um dos números de estudo divulgado pela empresa de pesquisas TNS Research International. E a influência do  consumidor no processo de compra não para por aí.
O boca-a-boca digital marca a sua presença: 76% dos entrevistados procuram dados em fóruns ou blogs, 50% deles já chegaram a mudar sua opinião sobre uma compra ao encontrarem uma opinião negativa e 28% fecharam a negociação baseados no relato de outros consumidores.
No relatório, intitulado “Decodificando as Necessidades Digitais”, a TNS alerta que a internet é um espaço cada vez mais estratégico na ampliação de visibilidade de empresas e marcas. Ao mesmo tempo, constata que muitas companhias não sabem como atuar junto aos consumidores da web.
Realizada em janeiro, a pesquisa entrevistou mil usuários da web de ambos os sexos, com idade de 16 a 35 anos, residentes nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro (RJ), Curitiba (PR), Porto Alegre (RS), Recife (PE) e Salvador (BA).
E-commerce no radar
Segundo o levantamento, o porcentual dos que usam a internet para pesquisar sobre produtos e serviços antes de comprar ou contratar é de 92%. Para estes, as principais fontes são os sites de e-commerce e os serviços de comparação de preços na web.
O uso prioritário da rede para visualização de e-mails faz parte do perfil de 99% dos entrevistados, seguido pelo uso de redes sociais (93%) e serviços de mensagens instantâneas (92%).
Os dados da TNS Research ajudam a entender as principais atividades dos internautas em cada um dos principais segmentos de interação online (blogs, sites, fóruns, redes sociais e entretenimento) e quais são as implicações disso para o setor de marketing.
O uso das redes sociais como veículo para compartilhar de informações (43%), por exemplo, pode ser explorada por campanhas de marketing viral. É o caso da campanha de lançamento da operadora Aeiou: em 2008, a empresa gravou um vídeo promocional com algumas figuras populares do YouTube.
Interessados em divulgar a nova aparição de cada um dos personagens, anteriormente conhecidos por alguma situação interessante ou engraçada, os próprios internautas divulgaram entre si a marca da empresa.
Para as companhias que querem explorar esse potencial, a gerente da área de consumo da TNS, Ana Sequeira, avisa: a interação da empresa com a comunidade online deve ser sutil e não invasiva.
Fonte: e-Commerce News
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A denominação Cloud Computing chegou aos ouvidos de muita gente em 2008, mas tudo indica que ouviremos esse termo ainda por um bom tempo. Também conhecido no Brasil como Computação nas Nuvens ouComputação em Nuvem, Cloud Computing se refere, essencialmente, à ideia de utilizarmos, em qualquer lugar e independente de plataforma, as mais variadas aplicações por meio da internet com a mesma facilidade de tê-las instaladas em nossos próprios computadores.


Mais informações em http://www.infowester.com/cloudcomputing.php
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O Google apresentou, em Buenos Aires, uma pesquisa que mostra como as pequenas e médias empresas da América Latina anunciam na internet. A companhia primeiro selecionou 3.600 empresas e descobriu que, destas, 86% já têm algum tipo de website. Dentro desse universo de empresas, 41% são de serviços gerais, 27% de manufatura, 23% de varejo, 4% de serviços financeiros e 2% apenas de e-commerce – o mesmo percentual para empresas de agricultura. “A propaganda online e o e-commerce estão despertando na América Latina”, disse Alexandre Hohagen, presidente do Google para América Latina.Desse grupo estudado, mais de 60% já fazem algum tipo de publicidade online. E a ferramenta de busca é a mais utilizada – 38% dos entrevistados recorrem a ela. Em seguida vêm os banners e displays, com 16%, e por fim as plataformas multimídia, com 8%.
Dos websites, menos de 30% permitem pagamentos online ou invoice. Ou seja, a maioria das empresas não permite que a transação comercial seja finalizada online. O uso de componentes interativos, como o Twitter, continua baixo. Somente 20% planejam agregar essas ferramentas. Entre as empresas pesquisadas, 75% não conhecem o conceito de cloud computing.
Fonte: Administradores
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O Twitter é a mídia social mais acessada no Brasil, com 55,84% do total de tráfego desse tipo de ferramenta, segundo monitoramento divulgado esta semana pela StatCounter. Em segundo lugar aparece o Facebook (20,14%), que pela primeira vez desde dezembro de 2009 ultrapassou o YouTube (16,27%) no número de acessos no país.
Os índices são referentes ao acesso no período de 9 a 10 de abril. Além do Twitter, Facebook e YouTube, aparecem no gráfico divulgado pela StatCouter o StumbeUpon (ferramenta de recomendação de sites), com 3,19% do tráfego, o Orkut (1,67%), o Delicious (0,69%) e o Digg (0,34%). Demais mídias sociais têm 2,79% de participação.
O gráfico mostra uma grande mudança na situação observada em abril de 2009, quando o Orkut, hoje na quinta colocação, era a líder entre as ferramentas. No período de um ano houve grande crescimento do Twitter e do Facebook, enquanto StumbleUpon, Delicious e Digg também tiveram queda.
O quadro brasileiro difere bastante do mundial, em que o Facebook está a frente com 55,13% dos acessos dos usuários de redes sociais, seguido pelo StumbeUpon (21,83%). O Twitter aparece apenas na terceira posição na análise global, com 7,15%, a frente de YouTube (7,15%), Reedit (3,51%), MySpace (3,08%) e Digg (2,61%). O Orkut não chega a aparecer na tabela.
Metodologia
A forma como o StatCounter mede o tráfego nas redes sociais baseia-se em um código, uma espécie de miniaplicativo, que está instalado em mais de três milhões de sites no mundo inteiro. Mesmo que não esteja instalado propriamente no Twitter, por exemplo, o código consegue identificar se um internauta passou ou não pela rede social caso, a partir do Twitter, ele acesse uma página que tem o miniaplicativo.
Toda a medição é feita de forma automática e é capaz de reconhecer o país de origem dos acessos a partir do IP. Dessa forma, o levantamento não mede o número de usuários cadastrados ou a quantidade de tempo que os brasileiros passam em cada uma das redes sociais, mas sim a quantidade de “idas e vindas” dos internautas entre as redes e os sites monitorados pelo StatCounter.
Fonte: Exame
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Há muitas dúvidas de empresários sobre como entrar no mundo do e-commerce, por isso resolvi trazer um caso de sucesso de uma empresa nacional, voltada à comercialização de artigos esportivos. Trata-se de uma marca até pouco tempo desconhecida, mas que vem despontando pelos bons resultados obtidos e pelas boas práticas no uso de estratégias de marketing digital.
A Netshoes tem por volta de 550 funcionários e existe há dez anos, tendo surgido inicialmente no mundo físico, com lojas em São Paulo e hoje é um dos maiores anunciantes da web. É um varejo de nicho, pelo foco em artigos esportivos.
Uma das ações que merece destaque é a realização de pesquisas com clientes após três semanas que adquiriram algum item, para identificar como está sua satisfação com o produto. Com isso já possuem 52 mil avaliações que se tornam recomendações de cliente para cliente. Sabendo-se que mais de 80% das pessoas pesquisam na web antes de adquirir um produto, torna-se imprescindível estimular essa interação, visto que nesse caso 40% das compras são influenciadas por indicações de outros usuários.
Outra estratégia bastante interessante é a gestão dos sites de diversos times de futebol e das vendas de artigos esportivos com as respectivas marcas.
Todo processo de acompanhamento é baseado no uso inteligente de dados e métricas, tanto do lado da agência como do cliente, o que demonstra outro ponto crucial para o sucesso, que é a gestão a quatro mãos. Com isso, avaliam os investimentos feitos em marca e divulgação.
Fazem uso também de e-mail marketing, com ações segmentadas por perfil, por exemplo, homem ou mulher, por torcida, há quanto tempo esse cliente interagiu pela última vez, entre outras abordagens. Essas adequações melhoram a performance técnica e evitam que as mensagens sejam vistas como spam. Além disso, esse cuidado com o uso dos dados evita correr riscos, como enviar uma promoção de camisetas do Palmeiras a um corinthiano.
Recentemente, optaram por investir na marca fora do mundo on-line, utilizando, entre outras ações, o patrocínio de um time de futebol, bem como em filmes na TV.
Dentre as estratégias de marketing digital utilizadas ressalta-se o SEO – “Search Engine Optmization”, que é a implementação de técnicas para melhorar o posicionamento do site da empresa em buscadores, como o Google, fazendo com que se eleve seu “pagerank” e posicionando o site na primeira página dos resultados de busca, além de utilizar paralelamente links patrocinados nesses mesmos sites. Essa estratégia é recomendável, pois ao mesmo tempo em que há maior exposição através da busca orgânica, simultaneamente empregam-se os links patrocinados para promoções com prazos limitados.
Mais um exemplo de boas práticas é disponibilizar meios de contato ao cliente, como chat e Call Center, visto que os clientes se sentem profundamente insatisfeitos quando não recebem nenhum tipo de resposta das empresas.
Além disso, como não poderia deixar de ser, monitoram a marca nas redes sociais. E falando em redes sociais, segundo a empresa, o uso do Twitter não representou um sucesso de vendas, mas foi um caminho interessante de relacionamento empresa-cliente, principalmente em tempos de crescimento do poder do consumidor.
* Sandra Turchi é Superintendente de Marketing da ACSP – Associação Comercial de São Paulo e SCPC, coordenadora do curso “Estratégias de Marketing Digital” na ESPM e VP de Marketing da ABRAREC
Blog: www.sandraturchi.com.br
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A internet já é a principal mídia usada pelo público feminino no Brasil, ultrapassando a TV, de acordo com estudo realizado pela Sophia Mind, empresa de pesquisa de mercado do grupo Bolsa de Mulher, com 6 mil internautas entre outubro de 2009 e janeiro de 2010.
Em janeiro, as mulheres representaram 47% da audiência de usuários ativos na internet brasileira – aumento de um ponto percentual em relação a dezembro, de acordo com o Ibope Nielsen Online. Elas passam 39 horas semanais na web, contra 21 horas assistindo TV.
Entre as categorias mais navegadas pelo público feminino, estão sites de livrarias, vestuário, cartões, astrologia e sites femininos, informa o analista do Ibope Nielsen Online, José Calazans.
Para 67% das mulheres, a internet é fonte de informações sobre produtos ou serviços desejados, destaca a pesquisa da Sophia Mind. Das entrevistadas, 42% buscam informações em sites de fabricantes e 62% procuram na web dicas sobre o uso dos produtos.
A web também é usada para pesquisas de preços – 70% das mulheres procuram em sites de busca de preço as melhores oportunidades para economizar na hora de adquirir produtos.
O comércio virtual é uma alternativa para colocar em prática aquele desejo de ter o próprio negócio. As lojas virtuais abrangem e disponibilizam uma variada oferta de produtos e serviços, que acabam facilitando ao consumidor final opção de compra, bem com a comparação de preços e qualidade das mercadorias.
Uma observação neste comércio, varejista ou atacadista, destaca-se a liderança das mulheres no comando. Mais uma vez demonstram seu potencial para conquistar o mercado de trabalho e, muitas vezes, garantir o sustento da família.
Além de uma estratégia de planejamento e verificação da receptividade do produto, o e-commerce proporciona a possibilidade de baixo investimento financeiro, conforme a proposta do serviço ou mercadoria para venda.
Fonte: Internetad
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Acaba de ser publicado o primeiro relatório gerencial sobre o uso das práticas de Inteligência Empresarial e de Colaboração em Marketing e Vendas. A iniciativa foi viabilizada pela aliança entre a REVIE, consultoria especializada em Inteligência Empresarial e Estratégica, e a MBI, empresa especializada em informações mercadológicas.
A pesquisa contou com a participação de 84 empresas (grandes e PMEs) dos setores de Tecnologia da Informação, indústria, serviços e infraestrutura. Os respondentes são, na maioria, profissionais das áreas de Marketing, Vendas e Negócios, principalmente gerentes e diretores.
Quando questionados quais ferramentas e plataformas de comunicação são mais utilizadas pelas empresas, os meios mais citados são os portais de busca geral, portais especializados e fóruns de discussão.
Embora as empresas já estejam cientes da importância da web 2.0 e das redes sociais, os resultados mostram que esses meios ainda são pouco utilizados pelas empresas. Apenas 12% indicaram utilizar redes sociais abertas nas ações de Marketing e Comunicação seja com clientes, parceiros, fornecedores ou provedores de serviços.
“As redes sociais ainda são pouco utilizadas como canais de Marketing e Vendas. Se compararmos os resultados com os casos de sucesso no mercado brasileiro, principalmente dentre as PME’s (pequenas e médias empresas), percebemos que estamos no começo e ainda há um longo caminho pela frente”, analisa Daniela Teixeira, diretora da REVIE.
Para Roberto Carlos Mayer, diretor da MBI, algumas empresas no Brasil já iniciaram a exploração das redes sociais para se relacionar, além do consumidor, com os demais parceiros de negócio . “Mas o estágio de utilização ainda é quase que no nível exploratório”, diz o executivo.
De acordo com o relatório, todas as projeções futuras indicam que haverá um uso maior que o atual da web 2.0, enquanto que as formas de mídias mais tradicionais tendem a crescer em menor grau. No entanto, “as empresas precisam se apoiar nas experiências daqueles que se iniciaram neste mundo das redes sociais e da web 2.0 há mais tempo, para encurtar o caminho para o sucesso nestes ambientes.
Fonte: Meta Análise
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O Serviço de Atendimento ao Consumidor, o famoso SAC, começa a disputar lugar com a internet. Muito mais do que um canal de interação entre marcas e consumidores, as redes sociais passam a ser vistas como um meio importante para quem deseja reclamar, tirar dúvidas ou fazer sugestões. Marcas como Telefonica, LG e até mesmo escolas como o Insper já entenderam a necessidade de não apenas monitorar o que é escrito na web, mas também atender e orientar clientes, evitando que tenham sua imagem afetada por críticas negativas.
O exemplo mais notável é o caso do músico canadense Dave Carroll e da companhia aérea United Airlines. Após testemunhar sua guitarra sendo jogada de um lado para o outro pelos carregadores de bagagem da empresa, causando danos ao instrumento, Carroll postou no Youtube um vídeo satírico que reconstituía o episódio. Batizado de “United Breaks Guitars”, o clipe acumula milhões de visualizações desde o ano passado e o caso virou notícia em importantes veículos mundiais como CNN, The LA Times, Chicago Tribune, Revista Rolling Stone e BBC.
Para não correr o risco de verem surgir Carrolls no Brasil, as empresas estão de olho. “Antes, se a pessoa ligasse para o Call Center e não fosse atendida, o máximo que poderia fazer era reclamar com a família, os amigos e os colegas de trabalho, o que não era suficiente para punir as empresas. A internet possibilita que a mensagem chegue muito além do círculo de convívio”, acredita Andre de Abreu (foto), Gestor da Máquina Web, unidade de mídias digitais e redes sociais da Máquina Public Relations, em entrevista ao Mundo do Marketing.
O fenômeno ganha força com a chamada Geração Y, ultrapassa as redes sociais e ganha espaço também em blogs, fóruns e sites de reclamação. Acostumados à internet e às novas tecnologias, para estes consumidores, escrever no mundo virtual é muito mais lógico do que pegar um telefone ou ir até um órgão de defesa do consumidor. Por isso, mesmo não tendo estes canais regulamentados, a Telefonica atende os internautas que se referem à empresa na internet, muitas vezes para reclamar.
Desde o ano passado, após enfrentar problemas com o seu serviço de banda larga, a companhia percebeu que era necessário adotar uma estratégia para redes sociais. O primeiro passo foi criar perfis nos sites Twitter, Orkut, Facebook, Flickr, Youtube e Blip, além de um blog. O projeto Telefonica em Ação deu origem ao Canal RP 2.0, que tem como função única e exclusiva receber dúvidas dos internautas relacionadas à empresa e ao atendimento.
“Atendemos pela internet os casos mais graves. Não resolvemos todos, porque o serviço não é regulamentado. Quando o problema é recente, encaminhamos para o SAC da empresa. Se o SAC não resolve, aí ajudamos de alguma maneira”, explica Ricardo Leite, Coordenador das redes sociais da Telefonica dentro da Máquina Web, em entrevista ao Mundo do Marketing.
Entre os casos de destaque atendidos pela Telefonica estão reclamações do apresentador Cesar Filho e de blogueiros famosos no meio virtual, como Caio Novaes, do Brogui. Ao reclamar dos serviços da empresa no Twitter, os internautas foram contatados pela Telefonica, explicaram o problema e conseguiram solucioná-lo. A blogueira Juliana Sardinha, do Dicas Blogger, também teve uma experiência positiva com a companhia.
Diariamente, ela postava em seu Twiter “Bom dia, eu odeio a Telefonica”. Até que a empresa entrou em contato, entendeu o problema e se propôs a ajudar. Depois que viu seu caso ser solucionado, Juliana passou a defender a marca. “A resolução do problema também funcionou como uma ação de relacionamento, que mostrou atributos positivos da Telefonica”, diz Leite (foto).
O serviço, no entanto, não atende apenas os conhecidos como “formadores de opinião” na internet. Para a Telefonica, o foco é o internauta, famoso ou não. Desde a criação do Canal RP 2.0, em junho de 2009, foram resolvidos mais de 2.600 casos. Assim como a Telefonica, a LG também investe nestes canais e não deixa o consumidor falando sozinho.
Há cerca de um ano, a marca criou o seu blog, o seu perfil no Twitter e, mais recentemente, sua página no Facebook, sabendo que os consumidores procurariam estes canais para tirar dúvidas, buscar informações e reclamar sobre a assistência técnica. Oficialmente, a LG também não realiza atendimentos da área de suporte pela internet. Apenas orienta e encaminha as solicitações para o canal responsável. Quando a pergunta é mais simples ou a resposta está no próprio site, a equipe da empresa responde ou direciona o internauta para a página oficial. A LG é uma das marcas de eletrônicos mais citada nas redes sociais. Um levantamento sobre TVs LCD, LED e Plasma feito pela Miti – Soluções Dinâmicas em Comunicação, com a ferramenta para monitoramento de mídias sociais postX, e obtido com exclusividade pelo Mundo do Marketing, mostra que a marca registrou 133 interações entre os dias 1 de maio e 6 de maio. O resultado deixou a LG longe das concorrentes. A Philips, que foi a segunda mais citada, registrou apenas 51 posts referentes às TVs da marca, seguida pela Samsung, com 46, e pela Sony, com 32.
A maioria das interações (100) foram negativas, mas a empresa apresentou um índice de respostas de 99% e de soluções de 67,8%. Apenas a Samsung teve também um índice de respostas de 99%. Já o de soluções foi mais baixo (54,2%). Apesar de responder os consumidores, a LG não acredita que este seja o foco das redes sociais para a empresa.
“Hoje temos advogados da marca que já fazem o trabalho de respostas. Nos fóruns, principalmente, os internautas se moderam e respondem uns aos outros, baseados em experiências próprias ou no que ouviram falar. Apenas monitoramos para que não respondam algo errado ou incorreto em relação ao uso do produto”, conta Cristiana Agostini, Gerente da área de Marketing Digital da LG no Brasil, em entrevista ao Mundo do Marketing.
Entre as prioridades da LG na internet está o site oficial da marca. “Queremos que o site seja extremamente informativo para que não precisem entrar em contato com o suporte ou o SAC”, explica Cristiana. Uma forma de resolver o déficit de informação são os tutoriais que explicam como utilizar os produtos. Quando a empresa monitora e percebe que alguma dúvida se repete constantemente, lança vídeos explicativos no próprio site, que também são úteis para os varejistas do e-commerce.
Para a LG, a principal função das redes sociais é construir reputação e gerar relacionamento para conquistar internautas que defendam a marca e troquem informações com outros consumidores. Esse também é o objetivo do Insper. Em seus canais, a escola recebe mais dúvidas e solicitação de informações do que reclamações. A importância da presença digital é entender como a marca é vista no mercado e se relacionar com os internautas.
Desde o ano passado, o Insper acompanha a evolução das mídias sociais e faz análises sobre o que é postado, principalmente dos alunos de graduação e dos futuros alunos. Dúvidas como a existência de aulas virtuais são respondidas ou encaminhadas para o setor responsável pelo atendimento. A promoção de eventos também faz parte da estratégia digital do Insper.
Apesar de não estarem ligados diretamente ao atendimento, os convites enviados a partir das redes sociais ampliam o relacionamento da instituição com os internautas. Recentemente, o acesso às inscrições para o Insper Business Fundamentals a partir de canais como Twitter e Linkedin ficou em segundo lugar, atrás apenas dos acessos diretos ao link do convite. O contato com os internautas, uma espécie de SAC na web, além de promover a marca, solucionar dúvidas e gerar relacionamento, também é um importante elemento para reunir informações. “Com o monitoramento das redes sociais, conseguimos juntar dúvidas de várias áreas e interesses de alunos e prospects para embasar decisões futuras”, aponta Angelita Baratela (foto), Analista de Marketing do Insper e responsável pelas ações digitais da escola, em entrevista ao Mundo do Marketing. Canais virtuais reduzem custos
Outra vantagem do atendimento realizado nos canais virtuais é a redução dos custos. A partir do momento em que a internet faz um atendimento eficaz e gera a percepção de valor dos consumidores em relação às marcas, eles tendem a deixar de usar o Call Center, que tem custo elevado.
“As marcas têm condições de ter atendimento on-line mais eficaz e mais barato. A web é muito personalizada, ao contrário dos canais tradicionais que têm custo fixo. Empresas de todos os tamanhos têm condições de fazer esse trabalho”, diz Abreu, da Máquina Web. Seja por relacionamento, redução de custos ou promoção de marca, os canais virtuais precisam entrar na estratégia das companhias. “Acredito que o SAC virtual substituirá o atendimento telefônico em longo prazo. A nova geração começa a ter mais poder de compra e tem uma cultura de web muito forte. Qualquer problema, sempre procura a internet para resolver, sem colocar a mão no telefone”, ressalta Leite, que coordena as redes sociais da Telefonica.
Fonte: Mundo do Marketing
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Um recente estudo realizado em mais de 3.600 Pequenas e Médias Empresas da América Latina, foi apresentado no último Google Press Sumit, em Buenos Aires. Segundo a Pyramid Research, empresa responsável pelo levantamento, o crescente aumento da publicidade on-line e do comércio eletrônico na América Latina oferece importantes oportunidades ao setor de Pequenas e Médias Empresas.
A tendência é otimista, mas é preciso interpretar corretamente os dados da pesquisa e entender que estamos falando de um mercado vasto e diversificado.
Empresas Pesquisadas:
20% possuem comércio eletrônico
24% planejam adotar o comércio eletrônico nos próximos 6 a 18 meses
30% pretende veicular publicidade online em breve
Empresas que tem site:
60% veiculam algum tipo de publicidade online, principalmente em mecanismos de pesquisa
Empresas que não tem site:
14% veiculam publicidade online para promover seus produtos
25% pretende veicular publicidade online nos próximos 6 meses
Na pesquisa, o Brasil aparece como um dos países com mais empresas que permitem comércio eletrônico em seu site, quase 25%. Dado que indica que o uso de ferramentas online para vendas e marketing ainda é pouco desenvolvido na região, mas que o potencial de crescimento é acelerado, especialmente para o mercado nacional.
Alexandre Hohagen, diretor geral do Google América Latina, em um comunicado durante o evento, apontou mais motivos para acreditar que o mercado das Pequenas e Médias Empresas da América Latina na Internet continuará se desenvolvendo progressivamente nos próximos 18 meses.
“Cerca de 31% da população da América Latina e Caribe usa a internet. Isso significa que o consumidor quer novas funcionalidades e maiores opções para comércio eletrônico e, por isso, os vendedores tradicionais devem seguir os internautas para não ficar fora do jogo”, afirmou.
Além disso, outra área com grande potencial, são os recursos da Web 2.0: “Blogs e Wikis são pouco utilizados pelas empresas latinas”, disse Hohagen. “Entretanto, somos muito otimistas em relação ao futuro do comércio eletrônico e da publicidade online na América Latina”, concluiu.
Dessa maneira, o Google segue como grande referencial e colaborador dos pequenos empresário latino americanos. Com uma série de ferramentas gratuitas como o Google Analytics, soluções de publicidade on-line acessíveis e a capacitação de parceiros, o continua apoiando o desenvolvimento da Internet e do comércio eletrônico em toda a região. Para que cada vez mais empresas possam realizar seu primeiro investimento publicitário online ou ainda melhorem a funcionalidade do seu site.
Fonte: http://webop.com.br/blog/
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Quase 50% dos consumidores já foram influenciados a comprar algum produto devido à publicidade na internet, revela pesquisa realizada pelo CAEPM (Centro Avançado de Estudos e Pesquisas da ESPM) em parceria com o Ibope Media. Em segundo lugar, no ranking da influência, ficaram familiares e amigos, com 26%. Na sequência está a televisão (21%) e por último anúncios em jornais e revistas (7%).
O estudo foi realizado com 1,2 mil pessoas de diferentes faixas etárias e regiões do País, por meio de questões em cujas respostas os consumidores relatavam quais eram os produtos que eles tinham adquirido nos últimos meses e como tiveram conhecimento deles. Os produtos comprados que tiveram como principal influência a internet foram: computadores, celulares, pacotes de viagens, geladeiras, artigos esportivos e automóveis.
Cerca de metade dos entrevistados entre 25 e 29 anos, de acordo com a pesquisa, foram influenciados pela publicidade na internet. “Daqui a 20 anos, vamos ter uma geração muito mais consumista e muito mais influenciada pelas propagandas online”, afirma Marcelo Coutinho, professor e pesquisador responsável pelo estudo.
Coutinho também explica que o resultado da pesquisa é porque, “na internet, o consumidor olha a propaganda, compara os preços e efetiva a compra ao mesmo tempo, diferentemente da TV e de qualquer outro meio”. No entanto, em 2009, a pesquisa revelou que 60% dos investimentos em propaganda foram em televisão, já os em internet foram de apenas 4,3%.
Fonte: Empreendedor
Posted by Dayane Iglesias |
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A Google anunciou a criação do Google TV durante o evento anual Google I/O, realizado em São Francisco. Com isso criou um novo formato para os anunciantes com a plataforma interativa que tira a parede entre a TV e a sala de Internet. O serviço desenvolvido em parceria com Sony, Logitech e Intel iniciará uma dúvida em realação as TVs e até dos Blu-ray. Para Vincent Dureau, TV Technical Director do Google, "todos os anúncios na TV tem o potencial para se tornar interativo", explicou durante o evento onde a plataforma foi anunciada.
A TV é a tela final para a companhia depois que fez seu nome em relação a busca na web e o celular Android em 2007. A TV interativa teve um longo processo em relação aos fornecedores, tecnologia e outras questões que tem como foco tirar mais dinheiro dos anunciantes.
Graças a integração da web com a TV, a eMarketer acredita que os gastos de anúncios relacionados aos vídeos digitais saltará 48% em 2010. O que representa US$ 1,5 bilhão. Porém, com vídeo online de qualidade até o mercado de High Definition pode sofrer algumas baixas.


http://www.youtube.com/watch?v=8yma1XW9F48&feature=player_embedded


Fonte: www.proxxima.com.br


Posted by Dayane Iglesias |

Em uma época em que todas as empresas podem ter acesso aos meios de produção e de comunicação comuns, é essencial que uma marca encontre a fórmula para ser relevante na vida das pessoas. Durante sua palestra na quinta edição do Seminário Marketing 360º, o Gerente de Planejamento da Coca-Cola Brasil, Gian Martinez, mostrou como a marca encontrou essa fórmula e os resultados obtidos.
Citando Einstein, Martinez destacou que “a imaginação é mais valiosa do que o conhecimento” e que o maior valor da Coca-Cola, hoje, é a capacidade de ter idéias diferentes. “O conhecimento é algo que todos os players de qualquer categoria compartilham, assim como todo consumidor”, explica.
Com imaginação, a empresa pode estar presente em todos os pontos de contato pertinentes ao público. A mídia, que permite que a marca se comunique com seu consumidor, é apenas uma ferramenta comum a todas as outras marcas. De acordo com Martinez, o “Pensamento não deve estar limitado apenas a discutir ferramentas, pois a tendência é que todos pensem da mesma maneira”.
Vendendo experiênciasPor isso, a Coca-Cola optou pelo chamado ‘Marketing 36º’, em que a capacidade de investimento ou de estar presente em todos os lugares é menos relevante que a capacidade de fazer parte da vida e da cultura do seu público. “Nos últimos 120 anos, a Coca-Cola, muito mais do que vender um produto, vendeu uma experiência de felicidade e de prazer intenso, o que transformou a marca em um ícone”, diz Martinez.
Em outra citação, Martinez lembrou a ‘Modernidade Líquida’, de Zygmunt Bauman. Uma sociedade cada vez menos rígida, sem barreiras impostas e sem estereótipos construídos, fez com que os negócios se modificassem e os pontos de contato deixassem de ser tão rígidos. Mais importante do que onde a marca está é como a marca está e que tipo de experiências ela proporciona ao público.
Com este conceito, a Coca-Cola tem percebido oportunidades de mercado, o que levou a marca, hoje, a possuir um portfolio variado dentro do segmento de bebidas. Quando a empresa constatou que a cada 100 copos de suco consumidos, apenas dois eram de sucos prontos para beber, vislumbrou a oportunidade de fazer a categoria de sucos prontos para beber ser importante na vida das pessoas.
Com gominho e com carinho
A Coca-Cola entendeu então que o ato de fazer um suco representava um gesto de carinho e, para conquistar o consumidor, decidiu vender esta experiência. O lançamento do produto Laranja Caseira, com base no conceito “primeiro suco com gominho e com carinho” representou esta decisão. Como resultado, a marca conseguiu ampliar o público consumidor de sucos de caixinha.
Outro desafio para a marca foi atrair o consumidor que assiste futebol, mas não bebe Coca-Cola durante os jogos. Para isso, foi lançada a campanha “Coca-Cola quer saber: quem foi o melhor? Maradona X Biro Biro”. Para participar da ação, as pessoas deveriam votar em seu candidato, com tampinhas de Coca-Cola, em urnas nos próprios bares. Durante o período, a marca divulgou os resultados das perguntas.
O sucesso da campanha é inegável. Durante uma partida entre Brasil e Argentina, a torcida gritava “Ah, é Biro Biro” exemplo claro de que a ação da Coca-Cola estava presente no cotidiano dos consumidores. “A ação trouxe um retorno muito interessante em brand equity com o público que queríamos atingir”, comenta o Gerente de Planejamento da Coca-Cola, durante o Seminário. 
O Seminário Marketing 360° Rio de Janeiro 2009 é patrocinado pela TNS Research International e tem o apoio da Elemidia, propmark, revista Marketing, Band News FM, Gouvêa de Souza, Jornal do Brasil e Virtual Target. A realização é do Mundo do Marketing.


Fonte: Mundo do Marketing